O PÍER: NEM O ‘Y’ CÁ NEM O ‘E’ LÁ

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Nem ‘Y’ nem ‘E’. Esse píer parece mais um ‘V’. O ‘V’ de Vai e Volta, o ‘V’ de um bumerangue.

Ontem à tarde, na Câmara de Vereadores, o presidente de Docas afirmou que só modificaria o projeto mediante ordem federal.

Poucas horas depois a Ministra da Casa Civil decidiu apoiar o pedido do Prefeito do Rio – sim, o alcaide que não podia fazer mais nada, fez, então! Pediu para que o píer novo fosse afastado da área onde ficam os museus administrados pela Fundação Roberto Marinho. E parece que conseguiu!

Post.Zitivo!

Mas a polêmica que gerou o artigo ZONA PORTUÁRIA: O ALFABETO DO PÍER está longe de acabar. Tudo indica que o ‘Y’ vai continuar, empurrado “mais prá lá”.

Mais importante do que os possíveis impactos visuais causados pelos navios – de qual ponto de vista, mesmo? – é organizar a chegada dos turistas e liberar o acesso à orla para os cariocas, pelo menos em alguns trechos, integrando-a ao projeto de revitalização da região.

Estes devem ser os grandes objetivos a alcançar.

Enquanto a definição não vem, fica aqui para quem não viu O MISTÉRIO DO PÍER, NEM EM PROSA NEM EM VERSO.

Só uma coisinha: afinal, o tal píer é ou não necessário?

Bom feriado!

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NOTA ACRESCENTADA EM 31/5/2013 – Hoje O Globo noticia que Prefeitura começará a discutir a construção do ‘Y’ em nova localização. “Mais prá lá”! Tomara que liberem a orla alfandegada. É o mais importante.



O Globo


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