VELÓDROMO DO RIO: QUEM QUER? NÓS, OS CONTRIBUINTES, PAGAMOS

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Uma pequena nota no jornal O Globo de hoje dá sequência ao espanto que causou a notícia – no ano passado – sobre a demolição do novíssimo Velódromo do Rio construído para os Jogos Pan-americanos de 2007 com recursos públicos. Goiânia não quer mais o velódromo carioca.
Os argumentos de que o equipamento esportivo não servia aos Jogos Olímpicos – motivo alegado para a substituição – não convenceram nem ao arquiteto que o projetou, especialista na construção das pistas mundo afora. Seria possível adaptá-lo às exigências.
Notícias anteriores davam conta de que o Velódromo seria desmontado e reaproveitado em Goiânia, após idas e vindas sobre a demolição, afirmada, desmentida antes das eleições municipais, e cuja morte anunciada foi novamente confirmada após o sucesso da reeleição. Ficaria feio para um candidato ligar sua imagem ao desperdício de dinheiro público com tamanha visibilidade.
Caso não haja engano na nota publicada na coluna Negócios e Cia., a prefeitura de Goiânia desistiu de receber o Velódromo que foi tratado pelos responsáveis como um “Lego” descartável. Montar o brinquedo custará R$ 20 milhões de reais, o que o gestor da região Centro-Oeste parece também ter descartado.
Diz a nota na Coluna de Flávia Oliveira:
Sem destino
Está sem paradeiro o velódromo do Pan 2007, reprovado para os Jogos 2016. Desmontada, a área para competições de bikes iria para Goiânia. Mas a prefeitura recusou, alegando altos custos de instalação. A remontagem foi orçada em R$ 20 milhões. A pista custou R$ 14 milhões.
Não se sabe quanto custou a desmontagem. O Velódromo novo custará muitíssimo mais. Segundo o arquiteto autor do projeto, Sander Douma, isto não aconteceria na Europa. A quem quiser recordar o assunto os links para os textos sobre o estranho caso do Velódromo – julho/2012 a maio/2013 – estão adiante.
Resta saber quem receberá a caríssima e especial pista de ciclismo. Nós, contribuintes, já pagamos pelo equipamento, construção e desmanche. Outros pagadores de impostos arcarão com a remontagem.

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