CIDADES EM TRANSFORMAÇÃO – LANÇAMENTO DE LIVRO

=&0=&=&1=&=&2=& =&3=&=&4=& =&5=& =&6=& =&7=& =&8=& =&8=& =&8=& =&11=& =&12=& =&13=& =&14=& Este livro enfoca experiências de seis cidades portuárias (Nova York, Londres, Cidade do Cabo, Havana, Buenos Aires e Rio de Janeiro), que se dispuseram a enfrentar os desafios de renovação de seus centros históricos e de áreas portuárias, com o propósito de reverter os processos de esvaziamento e degradação. Em geral, essas dinâmicas foram resultado dos modelos de urbanização espraiada, com ênfase no automóvel privado e, também, dos processos de regionalização e globalização. A nova divisão internacional de trabalho deslocou os centros de produção e as trocas comerciais ganharam ímpeto, pela acelerada revolução dos meios de comunicação e de transporte, simultaneamente ao lento e irrevogável desaparecimento das fronteiras nacionais. Desenhou-se uma nova geografia das centralidades globais, enquanto outros centros antigos entraram em processos irreversíveis de estagnação. =&15=&

Artigo: NOVA LICITAÇÃO PARA O QUE JÁ EXISTE, de Miguel Gonzalez




O artigo de Miguel Gonzalez escrito para este Urbe CaRioca em junho/2012 – UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA O METRÔ DO RIO – sempre esteve entre os mais lidos do blog desde então.

Estudioso do sistema metroviário do Rio de Janeiro e Região Metropolitana e responsável pelo Blog Metrô do Rio, diante do lançamento pelo Governo Estadual de licitação com vistas à elaboração de projeto para expansão da rede nos próximos 30 anos, no último dia 08 Miguel publicou em seu blog texto onde considera que “os projetos originais elaborados pela Rio Trilhos nos anos 80 ainda são os melhores”.

O interessante post está reproduzido abaixo. Enquanto isso, a Linha 4 falsa – construída “Pra Olimpíada” – prossegue conforme projeto do Metrô-Tripa e o METRÔ DOS SONHOS fica mais distante…

Boa Leitura.
Urbe CaRioca



Nova Licitação para o que Já Existe

Miguel Gonzalez


No começo de Julho, a Secretaria Estadual de Transportes publicou, no Diário Oficial, o edital de licitação para escolher a empresa que vai elaborar o projeto para a expansão da rede do metrô para os próximos 30 anos. A ganhadora terá um ano para apresentar os estudos de uso do solo, demanda e viabilidade para implantação de novas linhas no sistema de transporte subterrâneo no Rio de Janeiro. O custo para fazer este levantamento está estimado em R$ 4,1 milhões. O dinheiro será financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O GOLFE NA URBE CARIOCA – VÍDEOS, FOTOS, MENTIRAS, VERDADES, E ALEGRIA

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AS MENTIRAS, EM 2010

Justificativas que nada justificam, e insistência em afirmar que o campo foi autorizado em gestão anterior: entretanto, o campo projetado na época seria menor e preservaria a faixa destinada ao Parque Ecológico. O fato resumiu-se ao cancelamento da rua (ato administrativo reversível) e não produziu efeitos, pois a lei vigente vedava a pretensão.

A VISITA

 ANÚNCIO DO LOCAL ESCOLHIDO E  DO ESCRITÓRIO AMERICANO AUTOR DO PROJETO, ANTES DA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PELO IAB-RJ E AINDA NA VIGÊNCIA DO ZONEAMENTO AMBIENTAL QUE IMPEDIA O USO, LEI POSTERIORMENTE MODIFICADA PELO PREFEITO E VEREADORES AO APAGAR DAS LUZES DE 2012(link para o vídeo do anúncio e visita)


A DECLARAÇÃO

UM POUCO ANTES DA PRIMEIRA AUDIÊNCIA EM JUÍZO, NA 7ª VARA DE FAZENDA PÚBLICA DO TJ-RJ, SETEMBRO 2014

“Não tem polêmica. O Campo de Golfe é aonde vai ser determinado, é aonde ele será” (sic). 



A REAFIRMAÇÃO

UM POUCO ANTES DA SEGUNDA AUDIÊNCIA EM JUÍZO, NA 7ª VARA DE FAZENDA PÚBLICA DO TJ-RJ, SETEMBRO 2014.

Reafirmação de que o local está definido, antes da decisão judicial.


Leia mais

O MÊS NO URBE CARIOCA – AGOSTO 2014

Caros leitores, Em AGOSTO o caso do Cinema Leblon ainda continuou na pauta. Meio Ambiente e Campo de Golfe também continuam presentes, em especial com os artigos de Elena Hodges publicados nos sites NEXT CITY e RIO ON WATCH, que tiveram enorme repercussão. O incrível balneário licenciado no “Parque das Benesses” causou estranheza. E a Marina da Glória retorna de mansinho. Aquele guarda também continuou apitando sem parar no pós-Copa do Mundo. Não emendará com os Jogos Olímpicos 2016. Em setembro parou de apitar. Agradecemos a Elena Hodges, Antonio Carlos Guedes, e Instituto FavelArte, pelos textos e vídeos divulgados, e ao fotógrafo Guilherme Maia pela disponibilidade, pesquisa e excelentes imagens no bairro do Rio Comprido, que ilustraram um dos artigos mais lidos de agosto. As colaborações enriquecem o debate e trazem informações importantes para os leitores, sejam artigos escritos para o blog ou reproduzidos quando publicados originalmente em outro local. Abaixo, todos os títulos de AGOSTO e links respectivos. =&3=& =&4=& =&4=& =&4=& =&4=& =&8=& =&9=& =&10=&=&11=& =&12=& =&13=& =&14=&

GOLFE NA RESERVA AMBIENTAL: NADA DECIDIDO. AINDA.


Internet



Há pouco a grande imprensa noticiou que audiência sobre o campo de golfe, realizada hoje à tarde na 7ª Vara de Fazenda Pública, terminou sem acordo.


Segundo o jornal O Globo (globo.com) o Ministério Público – que definiu uma faixa de 400 m a ser preservada ao longo da Lagoa de Marapendi, entre outros itens – não aceitou a contraproposta da Prefeitura: liberar apenas 120 m.

Conforme já explicamos, a proposta do MP nada mais foi do que mandar cumprir as leis urbanísticas e de proteção ambiental vigentes antes da aprovação da vergonhosa Lei Complementar nº 125/2013, ao apagar das luzes do ano de 2012: O Pacote sem o Bode.

Por outro lado, notícia publicada pela Folha de São Paulo (folha.uol.com) informa que “a compensação ambiental para a construção do campo de golfe … é considerada ilegal pela própria Prefeitura do Rio…”.


Esta “compensação” jamais existiu ou existirá. Os argumentos usados são apenas um embuste (v. PACOTE OLÍMPICO 2 – APA MARAPENDI: O “PARQUE” E AS BENESSES URBANÍSTICAS).


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Embora a desejada paralisação das obras não tenha ainda ocorrido, o que é preocupante, parece que luzes estão iluminando os estranhos e obscuros caminhos que levaram a várias decisões justificadas como “Pra Olimpíada”, pavimentados com mentiras e sofismas. 

Finalmente vem à tona que “troca” anunciada como benéfica – a “criação” do parque à beira-mar como compensação pelas perdas com o campo de golfe constitui apenas outra manobra imobiliária, no âmbito da mesma desfaçatez usada para justificar, por exemplo, o PEU Vargens, que, entre outros atos questionáveis, transformou áreas turísticas e de lazer em imensos condomínios, também “Pra Olimpíada“, já anunciados como bairros prontos. Retomaremos o assunto Vargens em outra postagem. Leia mais