O MUSEU CASA DO PONTAL E O PEU VARGENS

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Print this page
 E O COMENTÁRIO DO ARQUITETO CANAGÉ VILHENA

Internet
Nas várias postagens sobre o Projeto e Estruturação Urbana da região das Vargens – que abrange bairros da Zona Oeste do Rio de Janeiro – afirmamos que as mudanças na lei urbanística antes vigente seriam prejudiciais para a cidade e, em especial, para a própria localidade, reconhecidamente frágil em termos ambientais, sujeita a alagamentos nas áreas planas e deslizamentos nas encostas do maciço da Pedra Branca.

Há alguns meses a imprensa noticiou os alagamentos no terreno onde fica a Casa Museu do Pontal, atribuídos à construção de um condomínio de edifícios no terreno vizinho – possível devido aos novos índices urbanísticos criados pelo PEU Vargens.


Abaixo, o comentário do arquiteto Canagé Vilhena sobre o assunto, a notícia de que um novo projeto de lei complementar para os bairros já foi enviado à Câmara de Vereadores – com o respectivo link -, e o vídeo sobre a inundação apresentado pelo RJTV.

O post UM BATE-BOCA OLÍMPICO-GABARITADO VIA BBC E REDES SOCIAIS, de agosto/2015, contém lista com os artigos anteriores publicados neste blog.

Boa leitura.
Urbe CaRioca

O Globo

DESTRUIÇÃO DO MUSEU CASA DO PONTAL

Canagé Vilhena

A DESTRUIÇÃO DO MUSEU CASA DO PONTAL é mais um efeito desastroso da ocupação promovida pela PEU DAS VARGENS, como foi previsto em estudos científicos.

Não contente com estas conseqüências a Prefeitura insiste com a ideia de promover a ocupação de alta densidade numa região frágil, agora com a 3ª EDIÇÃO DO PEU DAS VARGENS, o PROJETO DE LEICOMPLEMENTAR 140 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2015, enviado a Câmara de Vereadores, mais uma vez sem ouvir os moradores, sem ouvir o Conselho Municipal de Política Urbana – COMPUR, sem ouvir o Conselho Municipal de Meio Ambiente – CONSEMAC.

 Esta 3ª EDIÇÃO DO PEU DAS VARGENS tem o mesmo potencial de degradação das 2 últimas edições, apesar de diminuir a taxa de ocupação nos terrenos e prever tamanho mínimo único de lotes (600 m2).

Mas mantém a possibilidade de serem construídos 6, 9 até 18 pavimentos, com a venda de solo criado, uma forma de mais-valia.


***




Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *