CICLOVIA DO RIO. SE FOI TRAGÉDIA ANUNCIADA, OS TÉCNICOS DIRÃO.

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Atualização em 22/04/2016

Durante a obra da ciclovia, logo no início estranhei os cortes na rocha cujo “entulho” resultante pode ser visto por quem anda a pé pela ciclovia compartilhada e mesmo pelo mirante da Niemeyer, no final do Leblon. Nada comentei no blog Urbe CaRioca por imaginar que as licenças, naturalmente, haviam sido liberadas pelos governos estadual e municipal, e era decisão tomada.

Além do que consta na Resolução do INEA, a orla é APA tutelada pela Prefeitura.

Independentemente do trágico desastre, alguns locais necessariamente deveriam ser interditados durante as ressacas: por exemplo, Pedra do Leme, Mirante da Niemeyer, Pista Claudio Coutinho e, agora sabemos, a nova ciclovia. Os aspectos paisagísticos que seriam comentados em outro Post, em elaboração, hoje se tornaram secundários. A publicação fica adiada.


Andréa Albuquerque G. Redondo/ blog Urbe CaRioca

Avenida Niemeyer, em frente à Gruta da Imprensa, 21/04/2016


Um trecho da nova ciclovia do Rio de Janeiro não mais se vê!

As ondas do mar levaram e, junto com ela, parte de R$ 45.000.000,00.

Na Avenida Niemeyer, Dia de Tiradentes, em 2016.

Imagens recebidas de um internauta.

Estava em elaboração uma postagem sobre o erro de projeto do ponto de vista da paisagem urbana carioca.

Fica adiado.


Esperamos que ninguém tenha se ferido.

Atualização: 13h17min. – A imprensa já divulga que houve vítimas, infelizmente.

Urbe CaRioca




Nota: Notícia publicada há pouco no Jornal O Globo
O Globo – Foto: Custódio Coimbra

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