FAVELA RIO DAS PEDRAS – COMENTÁRIOS

O post da semana passada sobre a ideia lançada pelo Prefeito do Rio de Janeiro sobre urbanizar a favela Rio das Pedras teve grande repercussão e foi amplamente divulgado nas redes sociais.   =&0=& Blog Urbe CaRioca, 21/04/2017   Reunimos alguns comentários de profissionais ligados às áreas do Urbanismo e Meio Ambiente, listados abaixo, que, esperamos, cheguem às autoridades responsáveis pela nossa cidade. “Mais uma patuscada do prefeito”.   “Essa região é imprópria à ocupação urbana por suas características de localização em Área de Preservação Permanente – APP e atingida por Faixa Marginal de Proteção – FMP, da cota baixa, e devido à presença de hidromórficos. A proposta é coisa de amadores”.   “Há algum tempo, em uma vistoria, havia recalque com mais de 1,20m em uma das fundações de um prédio de gabarito alto”.   “É o vírus da Parceria Público-Privada oportunista se alastrando pelo ambiente urbano via Operação Urbana Consorciada que tem produzido várias ocorrências criminais”.   “O Plano Diretor da Cidade restringe o uso residencial em áreas com as características encontradas na Favela Rio das Pedras, por exemplo, conforme o art. 15 da Lei Complementar nº 111/2011, o PD” (grifo nosso):  

“Art. 15. Em todo o território municipal não há restrição ao uso residencial nas tipologias construtivas permitidas para o local, salvo onde a convivência com outros usos instalados ou condições ambientais adversas causem risco à população residente e onde seja incompatível com a proteção do meio ambiente. Leia mais

METRÔ DO RIO – A LINHA TRIPA 1 + 2 + 4 e o Tolypeutes parado

=&0=& (Dicionário Houaiss, acepção 5) Regionalismo: Brasil – Uso: informal – O que apresenta formato alongado e estreito; tira. Ex.: uma t. de pano    

Segundo o blog Metrô do Rio (Não oficial) “A mudança no traçado, a necessidade da compra do tatuzão, entre outras lambanças nunca foram explicadas tecnicamente. Suas respostas começam a aparecer”. O texto está na postagem que tem título forte: Corrupção na Linha 4. A primeira parte do comentário refere-se à mudança no traçado original da Linha 4 – diversas vezes explicado neste blog – que ligaria o Centro à Barra da Tijuca via Botafogo/Humaitá/Jardim Botânico, dando-se início ao que poderia ser considerada uma pequena rede de metrô, trajeto trocado pela inexplicável extensão da Linha 1, da Estação General Osório (Ipanema) à Estação Jardim Oceânico (Barra da Tijuca). Da Linha 4 original foi construído apenas o trecho Gávea-Barra da Tijuca, ainda incompleto, pois a Estação Gávea teve as obras paralisadas.   A segunda parte refere-se às investigações da Operação Tolypeutes, um desdobramento, no Rio de Janeiro, da conhecidíssima operação Lava-Jato, que investiga fraudes em contratos da Linha 4 do Metrô do Rio, ou, a Linha 1 em Ipanema e Leblon, rebatizada de Linha 4 por motivos ainda misteriosos. O nome Tolypeutes é referência ao “Tatuzão”, apelido dado ao gigantesco equipamento importado que escava o solo abaixo do nível do terreno para a construção respectiva dos túneis do Metrô. Tolypeutes matacus é o nosso conhecido tatu-bola, nada mais nada menos do que o bicho escolhido para ser o mascote da Copa do Mundo, batizado com o horrível nome de Fuleco, ao invés de simplesmente Tatu-Bola ou Tatu-do-Bem, como sugerimos em 2012!   Pode haver algo em comum entre as obras da falsa Linha 4 do Metrô e as obras dos estádios da Copa do Mundo – com a destruição do Maracanã, que foi quase totalmente reconstruído – além de um simpático tatu, o bicho (OG, 14/4/2017). Porém, não é o que interessa, no momento, a este blog, mas, as más consequências para a cidade e sua população decorrentes do traçado equivocado, não prioritário em termos de mobilidade urbana e capacidade, e a descaracterização de um ícone carioca e brasileiro, o ‘Maraca’. Por isso, voltemos aos aspectos urbano-cariocas não policiais.   Mais uma vez, o atento blog Metrô do Rio confirma – como já havíamos comentado – que temos uma única linha de metrô: “A linha em tripa foi concluída no sábado, 25 de Março com o fim da baldeação na Estação General Osório. Agora, pode-se ir da Estação Uruguai ou da Estação Pavuna diretamente à Estação Jardim Oceânico. As Linhas 1, 2 e 4 se transformaram numa só”. Vale conhecer os demais comentários que “não saem na mídia” em Fim da Baldeação publicado no último dia 11 por Miguel Gonzalez.    
“Problemas e soluções do metrô”: discussão sobre a nova linha 1A do metrô
(v. fala aos 3 minutos de vídeo)
Youtube, 2010
Vale também recordar o que o engenheiro Fernando MacDowell dizia, em 2010, ao criticar o projeto do metrô: “Não vejo reação por parte do governo… O governo finge que não está ouvindo”; que, em 2012, o mesmo especialista analisou o projeto da Linha 4, criticando a mudança do traçado, a concepção operacional, e a construção da Estação General Osório em outro nível, então sem permitir a continuidade da Linha 1 (General Osório-Antero de Quental), entre outros aspectos, e afirmou: “o metrô tem que ter uma visão sistêmica”.   De nada adiantaram os pedidos dos participantes da Audiência Pública realizada em fev./2013 que apoiavam o traçado original para a Linha 4, também defendido pelo CREA-RJ, única instituição que pediu a manutenção do projeto, divulgada pela grande imprensa, além de alguns políticos da oposição e técnicos. A jornalista Julia Michels também fez memória daquela audiência relembrando sua postagem de 2012 Metrô Linha 4: audiência pública dura seis horas.   Fernando MacDowell critica Projeto da Linha 4 do Governo Youtube, 2012   A obra foi feita. Embora não adiante “chorar o concreto derramado”, é importante lembrar que o mesmo engenheiro especialista em transportes, que reafirmou a prioridade de se construir o trecho Estácio-Carioca, hoje, na qualidade de vice-prefeito e Secretário de Transportes do Município do Rio de Janeiro,

pretende aumentar ainda mais o metrô-tripa, estendendo-o até o Recreio dos Bandeirantes ou Jacarepaguá Leia mais

BLOG URBE CARIOCA COMPLETA CINCO ANOS E TRAZ NOVIDADES!

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Hoje o blog Urbe CaRioca completa cinco anos de sua criação.  

Desde o início, nosso espaço busca a troca de informações e opiniões que, através de ações conjuntas, poderão transformar-se em projetos para tornar melhores o cotidiano do Rio de Janeiro – a nossa Cidade Maravilhosa! – e o seu desenvolvimento urbano: esse foi o objetivo, nosso desejo. Um sonho! Leia mais

SOBRE URBANIZAR A FAVELA RIO DAS PEDRAS

Ou, Os gabaritos e os CEPACs. Sempre eles.   Há algo estranho no céu urbano-carioca. Não é um pássaro, nem um avião – como dizia um antigo seriado na televisão -, nem é o Super-Homem: é o super-gabarito, sempre ele, mais recentemente acompanhado de seu inseparável parceiro, o Certificado de Potencial Adicional de Construção, o CEPAC, mecanismo que foi aplicado na Zona Portuária, ainda não plenamente eficaz, e assunto de vários posts neste blog.   O Urbe CaRioca sugeriu ao prefeito do Rio que abandonasse a ideia de aumentar o gabarito das construções na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá, mediante a venda dos tais certificados, para, com o dinheiro arrecadado, construir mais uma extensão da Linha 1 + 4 da Estação Jardim Oceânico até o Recreio – v. post =&1=&.   Já havíamos pedido que o novo Chefe do Executivo fosse original e deixasse o lugar comum de seu antecessor, responsável por diversas leis urbanísticas prejudiciais à cidade, sempre para aumentar índices construtivos. Por exemplo, no caso do equivocado PEU Vargens – v. PEDIDO AO PREFEITO: 7 – CEPACS? GABARITOS? SR. PREFEITO, SEJA DIFERENTE, NOVO, ORIGINAL!.   Mais uma vez, ele, Sempre o Gabarito! Mais uma vez, acompanhado dos alardeados Cepacs! A dupla remete exatamente aos itens 7 e 8 da lista de pedidos que está no post da última sexta-feira.”, dissemos em 28 de março último.   Agora, retorna a mesma ideia – aumento de gabaritos (onde?) + CEPACs  – para, com o dinheiro arrecadado, executar a urbanização da favela Rio das Pedras, mais uma triangulação questionável: ‘Para combater desordem, prefeitura pretende urbanizar Rio das Pedras’ (OG, 17/04).   A reportagem abrangente e completa de Selma Schmidt lembra a insalubridade do lugar, os constantes alagamentos, e o esgoto a céu aberto em que se transformou o rio que dá nome à ocupação irregular que nasceu na década de 1970 (o primeiro registro de ocupação é de 1951 – fonte: Instituto Pereira Passos), entre muitos outros aspectos. Menciona que na favela existem edifícios com até 11 andares com apartamentos que custam mais de R$130.000,00. Quase tudo, naturalmente, é irregular. Impressiona a quantidade de estabelecimentos comerciais. Segundo a Associação de Moradores são “780 escritórios e consultórios e 6.798 empreendimentos comerciais, dos quais de quatro mil a cinco mil têm algum tipo de legalização … bares e restaurantes … estima que sejam três mil. Salões de beleza são mais de 300. A favela também já teve dezenas de lojas de construção, mas muitos desistiram do negócio por causa da concorrência com dois gigantes … com preços imbatíveis”.    
                 1º Registro                   de ocupação
 
                                      Histórico
 
 
         1951
 
A área que abrange a comunidade era pantanosa devido à proximidade do Rio das Pedras. Os próprios moradores fizeram os aterros necessários para a construção das suas casas. Em maio de 1964, foram ameaçados de remoção. Pessoas que se diziam donas do terreno tentaram remover os moradores. O governador Negrão de Lima desapropriou o local transformando-a em área de interesse social. Noventa e seis famílias foram beneficiadas. A partir de 1966 houve uma considerável expansão da favela. Por volta de 1981 um novo surto de expansão.
 
                                                                                              Fonte: Ano – Com base em depoimentos de moradores e líderes comunitários
                                                  Histórico – Com base em depoimentos de moradores e líderes comunitários
O prefeito pretende verticalizar ainda mais o local, medida que foi criticada pelo IAB-RJ, e sugere outras ações estruturais: ‘

Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil critica verticalização de Riodas Pedras Leia mais

PLANETÁRIO DO RIO DE JANEIRO – TOMBAMENTO NÃO GARANTE ATIVIDADE

Planetário do Rio – Imagem: ArtRio
O Planetário do Rio de Janeiro foi inaugurado em novembro de 1970. Portanto, existe há 46 anos. É o que informa o site da Empresa Pública.   Ontem, 18/04, após quase meio século de existência, a grande mídia informou que o equipamento público – que pertence ao Município do Rio de Janeiro – foi construído sobre terreno da antiga CEHAB pertencente ao Estado do Rio de Janeiro e cedido ao primeiro. Mais: que o terreno iria a leilão para pagar uma dívida trabalhista em processo movido por um funcionário contra a CEDAE!   Evidentemente, uma confusão interplanetária, uma ficção científica de quinta categoria que esconde algo mais, provavelmente o modo de levar algum recurso para a combalida caixa do estado – como afirma a reportagem do jornal O Globo -, esvaziada em meio à perda de royalties do Petróleo e a escândalos de corrupção. Segundo a primeira notícia o imóvel está avaliado em R$41,8 milhões, vale R$150 milhões, e a indenização ao funcionário está estimada em R$940 mil, iria a leilão. A manobra geraria um belo troco, e a possível compra do imóvel pelo mercado imobiliário. Ora, quantos terrenos e imóveis o Estado terá disponíveis para venda e quitação da dívida, que não tenham o Planetário da Cidade sobre eles? Quem sabe alguma joia comprada com recursos públicos possa servir?   Evidentemente, o caso não iria adiante dessa forma. Ontem mesmo o juiz titular da 11ª Vara do Trabalho suspendeu o leilão. Para complicar a batalha, ontem, no mesmo dia 18, um vereador da cidade e um deputado estadual propuseram o tombamento do prédio através de projetos de lei, um na Câmara de Vereadores e outro na ALERJ. O Prefeito do Rio, por sua vez, com uma nave espacial mais veloz – a prerrogativa de editar decretos – providenciou rapidamente o tombamento do imóvel.  



Nesta confusão celeste o Secretário cogitou providenciar um terreno do município que seria permutado com o terreno do Planetário, obrigação que a Prefeitura não cumpriu desde que detém a cessão de uso do terreno na Gávea, por contrato de 1986! Ora, independente desse buraco negro, hoje quem tem a dívida é o Estado/Cehab. Cada esfera de governo que cumpra sua obrigação! Que o Estado pague sua dívida com o funcionário e que o Município pague ao Estado – via recursos ou permuta – pelo justo valor de um terreno na Gávea que tem um Planetário sobre ele, e não sobre um hipotético aproveitamento com a construção de condomínios, impossível devido à existência daquele equipamento urbano. Leia mais

À PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO, PARA CUIDAR DAS PESSOAS, EM BOTAFOGO

E uma triste realidade carioca, na linda e triste poesia de Alberto Cardoso.   
Lapa, à noite. Imagem: Revista Trade Clube

No último dia 14 a Presidente da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo – AMAB, Regina Chiaradia, publicou uma lista de ruas, praças e jardins situados no bairro, onde existe grande concentração de moradores de rua. Leia mais

A NOVA MODA: UM CONSELHO DA MODA NA URBE CARIOCA

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Linha, Agulha e Tesoura de Costura – internet
    Alguém disse que o novo governo da prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro ainda não começou. Depende do ponto de vista.  

Quanto ao Urbanismo e a mobilidade urbana, podemos dizer que começou, sim. Começou mal. Desde a ideia de cobrar pedágio na Linha Vermelha até à de estender o metrô-tripa até o Recreio dos Bandeirantes. Nunca é demais lembrar que a cidade não possui uma rede de Metrô, mas, praticamente uma linha única – a tripa – que une as Linhas 1, 2 e 4 para dar a volta ao Rio enorme volta, passando pela Zona Norte, Centro, Zona Sul e início da Zona Oeste (Jardim Oceânico, Barra da Tijuca). Ainda neste aspecto, o Secretário de Urbanismo anunciou que retiraria da Câmara de Vereadores os inúmeros projetos de lei complementar, encaminhados pela gestão anterior, para serem revistos, o que poderá ser uma boa medida, conforme o que mudar: sabe-se que todas as propostas tratam de aumentar índices construtivos – para maior – neste Rio já tão adensado! Aguardemos propostas mais responsáveis e benéficas para a cidade, não apenas visando a arrecadação, tônica de todos os PLCs. Leia mais

BRT TRANSCARIOCA, UM LEGADO PARA QUEM? de Hugo Costa

Transcarioca, Lote 2. Imagem: Google Earth
 

A via expressa para BRTs Transcarioca já frequentou as páginas deste blog em SEMPRE O GABARITO, 2014, ÁREA DE ESPECIAL INTERESSE URBANÍSTICO A.E.I.U. TRANSCARIOCA – GABARITOS, ETC. e TRANSCARIOCA, BRT, METRÔ E GABARITOS, entre outras postagens com foco na mudança nas leis urbanísticas da região abrangida pela via, com vistas a aumentar o potencial construtivo dos terrenos lindeiros.

Neste artigo o geógrafo Hugo Costa, entre outros aspectos, reúne notícias da grande mídia que questionaram o custo da obra e relata as más condições e abandono das áreas atingidas pela avenida (v. imagens), cujo traçado também “utilizou-se de áreas Verdespraçasquadras de esporte e jardins”. No final do post está o vídeo de reportagem em canal de televisão.

Boa leitura. =&0=& Nota: A Transcarioca abrange os bairros Acari, Barros Filho, Bento Ribeiro, Bonsucesso, Brás de Pina, Campinho, Cascadura, Cavalcanti, Cidade Universitária, Coelho Neto, Colégio, Complexo do Alemão, Costa Barros, Engenheiro Leal, Galeão, Guadalupe, Higienópolis, Honório Gurgel, Irajá, Madureira, Maré, Marechal Hermes, Olaria, Osvaldo Cruz, Penha, Penha Circular, Praça Seca, Quintino Bocaiúva, Ramos, Rocha Miranda, Tanque, Turiaçú, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vila Kosmos e Vila Valqueire.  
Imagens na Barra da Tijuca – Internet
Imagens no bairro de Ramos – autor: Hugo Costa
   =&1=& =&2=& O projeto de Bus Rapid Transit (BRT) Transcarioca consistiu em construir um corredor exclusivo de ônibus articulados entre a Barra da Tijuca e o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Transversal a malha de transportes da cidade, o corredor atravessa bairros litorâneos, considerados mais nobres, e os antigos e tradicionais – porém esquecidos pelo poder público – subúrbios da zona norte da cidade. A obra dividiu-se entre Lote 1, correspondente ao antigo projeto da década de 60 – Corredor T5- ligando a Penha e a Barra da Tijuca, e o Lote 2, com projeto e execução feitos entre 2010 e 2014, seguindo da Penha até o Aeroporto. Uma ex-integrante do conselho do consórcio formado pela OAS, Carioca Engenharia e Contern, responsável pelas obras da Transcarioca, relatou recentemente  que o contrato de 500 milhões de reais para fazer o lote 2 da obra teve propinas: 1% do valor da obra ao Tribunal de Contas Municipal (TCM), outro 1% ao então Secretário Municipal de Obras, e 3% aos fiscais do Ministério das Cidades. Em sua defesa, o TCM disse desconhecer a autora do relato, e informou que graças ao seu trabalho o projeto do lote 2 do BRT Transcarioca poupou 6 milhões aos cofres públicos. O ex-Secretário de Obras Públicas da Prefeitura do Rio, não se manifestou a respeito. Não é a primeira vez que o TCM fala sobre custos do BRT Transcarioca: Como a obra começou pelo Lote 1 e em área nobre da cidade, depois avançando pelos subúrbios cariocas, o primeiro trecho na Barra da Tijuca gastou 66 milhões reais a mais do que previsto e assim o TCM em 2014 definiu que este valor deveria ser devolvido aos cofres públicos. Mas como se devolve este dinheiro já gasto? Economiza-se no Lote 2 que ainda não estava pronto? O projeto original do lote 2 era seguir pela 

Estrada Engenho da Pedra nos bairros de Olaria e Ramos Leia mais