Morro do Pasmado: o tombamento ignorado! , de Sonia Rabello

Dando continuidade à discussão sobre a questão do Morro do Pasmado, publicamos o artigo da professora e advogada Sonia Rabello, publicado originalmente no site “A Sociedade em Busca do seu Direito”, no qual se destaca que, em 1938, o IPHAN fez tombamentos públicos importantes, incluindo o dos “morros do Distrito Federal“.

“Na época, a Cidade do Rio era o Distrito Federal. Logo, o Pasmado encontra-se tombado. Além disso, o Morro/Mirante tem outra proteção como patrimônio cultural; é entorno protegido, inserido na área de amortecimento da Paisagem Cultural Carioca !”, afirma. Boa leitura. Leia mais

Alegados legados hoje são equívocos olímpicos

BRT, VLT e Zona Portuária: é necessário reverter

Notícias recentes sobre alguns dos equipamentos urbanos e projetos de urbanização alardeados como “legados olímpicos” são desalentadoras. Exemplos são ratificados pelas publicações recorrentes publicadas nas mídias:

“Passageiros do BRT protestam na estação Mato Alto por melhores condições no transporte”

“Sem repasse, BRT ameaça suspender serviço; Prefeitura diz que assume o transporte em caso de paralisação” Leia mais

Vende-se um morro – Pasmado anos 60, de André Decourt

Artigo sobre a História do Pasmado e a cobiça pelo morro, de André Decourt. Leitura imprescindível.

Urbe CaRioca

Vende-se um morro – Pasmado anos 60

por Andre Decourt – Publicado originalmente no blog foi um RIO que passou 

O post de hoje é um resumo de recortes dos jornais Correio da Manhã, Diário de Notícias e Jornal do Brasil entre os anos de 1965 e 1971 acerca das várias tentativas, nem todas lícitas, de se vender o Morro do Pasmado para um grupo hoteleiro, mais especificamente o Hilton. Este estudo singelo me ajudou a proferir as breves palavras no sábado passado na manifestação contra a cessão ilegal do Mirante para uma nebulosa associação. Leia mais

Morro do Pasmado: Manifestação pela proteção do Parque Público

O Mirante do Pasmado precisa de policiamento, apenas. Não de um museu, jamais de uma construção, nunca um obelisco sobre a Enseada de Botafogo. Os que defendem a obra não querem o Museu do Holocausto, mas, visibilidade.

Ou, o Museu seria bem-vindo em outro local, adequado à paisagem urbana e natural, dentro da área aedificandi da Cidade, não em um Parque Público conquistado pela sociedade há mais de meio século, classificado como área non-aedificandi. Leia mais

Não é a primeira vez que querem ocupar o Morro do Pasmado

A imagem acima mostra o projeto de urbanização da área e indica a criação do parque público, todo classificado como área não edificante.

No blog Foi um Rio que passou , André Decourt descreve um histórico das tentativas de construção, até mesmo de um hotel, no alto do Morro do Pasmado. As mesmas não foram adiante devido às manifestações contrárias da população, razão pela qual o parque foi mantido por tantas décadas. Leia mais

Viajantes estrangeiros na Zona Oeste Carioca no século XIX, de Adinalzir Pereira Lamego

Já está à venda na Livraria da Travessa e no site da Letra Capital Editora o livro “Viajantes estrangeiros na Zona Oeste carioca no século XIX”, do professor  historiador Adinalzir Pereira Lamego.

Sinopse: 

Este livro se propõe a contribuir no levantamento dos relatos de viajantes estrangeiros no Rio de Janeiro do século XIX, e relacionar um conjunto de textos sobre a passagem desses viajantes pela chamada Zona Oeste Carioca. Leia mais