Legislação Urbana e Edilícia da Barra da Tijuca e Vargens

Objetivo : A Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro representa 72% do seu território e nela estão as maiores áreas de expansão imobiliária, em especial na região da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Vargens. Neste curso será apresentada a legislação urbanística de parte da Zona Especial 5 através do estudo do Decreto 3046/1981, originário do Plano Lúcio Costa – e a Lei Complementar 104/2009 (PEU Vargens) que abrange os bairros de Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim e parte dos bairros do Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca. Serão apresentados casos e aplicados exercícios ao longo do curso. Leia mais

O Praião de Santa Luzia, por André Luis Mansur

Você sabia que o Centro do Rio de Janeiro já abrigou uma praia ? E não era uma praia qualquer, era  o “praião” de Santa Luzia, conforme descreve o jornalista e escritor André Luís Mansur no trecho reproduzido abaixo, retirado do livro “Fragmentos do Rio Antigo”, de sua autoria juntamente com Ronaldo Morais.

“A praia de Santa Luzia acabou se tornando a predileta dos clubes de regata e das casas do banho de mar, como a Charneca da Lua e a Sociedade Alemã de Ginástica. O mais curioso é que as pessoas tomavam banho de mar amarradas a cordas presas em trapiches”, destacam os autores. Leia mais

Debate sobre a “Lei dos Puxadinhos”

Nesta 4ª feira, dia 23 de setembro, o Instituto de Estudos Sobre o Rio de Janeiro (Ierj) promoveu um webinário sobre a Lei Complementar nº 219, de 19 de agosto de 2020, a “Lei dos Puxadinhos” que  além de legalizar um número elevado de construções irregulares na Cidade do Rio, também permitirá o licenciamento de obras em desacordo com as leis urbanísticas vigentes. A quem interessar, o vídeo está disponível abaixo. Entre outros participantes, a responsável por este blog, Andréa Albuquerque G. Redondo. Leia mais

O pós-Covid vai alterar as cidades?, de Roberto Anderson

Neste artigo, publicado originalmente no Diário do Rio, o arquiteto e urbanista Roberto Anderson trata das alternativas futuras para as cidades, sobretudo em função da pandemia e a possibilidade especulativa de reversão de processos até então instaurados.

“Que parcela da população economicamente ativa estará liberada da necessidade de locomoção até a sede de sua empresa? Que volume de passageiros deixarão de usar as redes de transporte de massa? Que serviços perderão sua clientela nos centros urbanos?”, questiona. Leia mais