Após polêmica, Prefeitura do Rio veta licença para condomínio em em terreno do antigo Colégio da Providência

O portal Tempo Real informou nesta quinta-feira que o prefeito Eduardo Cavaliere anunciou que a Prefeitura do Rio não concederá licença para a construção de um empreendimento residencial no terreno do antigo Colégio da Providência, em Laranjeiras. Segundo o prefeito, “não houve, não há e nem haverá licenciamento” para o projeto, destacando que a proximidade com a Área de Proteção Ambiental (APA) São José exige critérios rigorosos e que a prioridade deve ser a preservação da área verde e do patrimônio histórico. É uma informação que contrasta com o que vinha circulando nas redes sociais, inclusive sobre a manifestação de moradores programada para protestar contra a obra. A declaração da Prefeitura indica que, ao menos neste momento, o projeto não receberá autorização municipal. Ainda assim, resta acompanhar os próximos desdobramentos, incluindo eventual posicionamento da incorporadora e possíveis mudanças no destino(Leia mais)

Praça vira negócio: Prefeitura vende área verde na Barra para empreendimento comecial

A transformação de um espaço público em área de exploração comercial voltou a acender o alerta sobre as prioridades da gestão urbana no Rio de Janeiro. Parte da Praça Gilson Amado, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, foi vendida pela Prefeitura em leilão no fim de 2023 e agora começa a ser cercada para dar lugar a um empreendimento privado — decisão que provocou forte reação entre moradores da região. O caso também reacende um debate mais amplo: nos últimos anos, a Prefeitura passou a leiloar terrenos públicos na Barra da Tijuca como estratégia para arrecadar recursos, incluindo áreas localizadas na própria Avenida das Américas. Para quem vive no entorno, a venda da praça simboliza mais um capítulo da transformação de espaços de convivência coletiva em ativos imobiliários. Moradores questionam não apenas a alienação do terreno, mas também(Leia mais)

Aprovação política vs. impasse jurídico: a nova batalha pelo Parque Olímpico

A aprovação, pela Câmara de Vereadores, do projeto que institui o Parque do Legado Olímpico não encerrou as disputas e debates sobre o futuro da área na Barra da Tijuca. Antes de o processo legislativo ser concluído, o Ministério Público apresentou nova manifestação na ação civil pública que discute a legalidade da Operação Urbana Consorciada. Para os promotores, a ausência de um Estudo de Impacto de Vizinhança — obrigatório, segundo o marco legal mais recente — inviabiliza qualquer avanço, mesmo diante da chancela política do Legislativo. O MP argumenta que antigos julgamentos e decisões não impedem a análise atual, especialmente porque o novo Plano Diretor, aprovado em 2024, reforça a exigência do EIV para operações urbanas consorciadas. Assim, enquanto o governo municipal comemora um suposto renascimento da área olímpica, a disputa técnica e jurídica permanece em aberto. Enquanto o debate(Leia mais)