Alegados legados hoje são equívocos olímpicos

BRT, VLT e Zona Portuária: é necessário reverter

 

Notícias recentes sobre alguns dos equipamentos urbanos e projetos de urbanização alardeados como “legados olímpicos” são desalentadoras. Exemplos são ratificados pelas publicações recorrentes publicadas nas mídias:

“Passageiros do BRT protestam na estação Mato Alto por melhores condições no transporte”

“Sem repasse, BRT ameaça suspender serviço; Prefeitura diz que assume o transporte em caso de paralisação”

“VLT corre risco de parar de funcionar por conta de dívidas da Prefeitura”

“Marcelo Crivella fez comentários sobre o VLT, se referindo ao serviço de transporte como “aquela porcaria”

Patrimônio Histórico da Humanidade, Cais do Valongo sofre com lixo e descaso

Na época das obras, este blog comentou a respeito, questionando algumas prioridades adotadas. Infelizmente, a realidade de 2019 mostra que é duvidoso fazer se não houver planejamento sobre como manter e garantir recursos para tanto. Quanto à Zona Portuária, o projeto gigantesco, com toques de megalomania e a obrigação de comprar CEPACs caríssimas para construir em local árido, por si anunciavam dificuldades.

Está blog espera, sinceramente, que os governantes atuais consigam reverter o quadro atual, em prol do Rio de Janeiro e de sua população.

Quanto à Região Portuária, lá seria bem-vinda a construção do Museu do Holocausto, colaborando para a desejada revitalização, de modo a ampliar o conjunto formado pelo Museu MAR, Museu do Amanhã, Aquário do Rio: benéfico para o local, solução que ao mesmo tempo libera o Morro do Pasmado da eterna cobiça por ocupações inadequadas .

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