UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA O METRÔ DO RIO, por Miguel Gonzalez

O Blog Urbe CaRioca convidou Miguel Gonzalez, jornalista e editor do Blog Metrô do Riowww.metrodorio.blogspot.com.br,para escrever sobre a história, os projetos passados e presentes dos governos, e sobre como será o futuro do Metrô Fluminense com as obras que estão em andamento.

Esta divulgação torna-se ainda mais oportuna diante da recente aprovação, pelo INEA, para as obras do Metrô na Zona Sul, noticiada em 25/6/2012, “dois dias antes do julgamento de recurso que contesta a licitude do EIA-Rima…no Tribunal de Justiça… recurso proposto pelo Ministério Público Estadual, que pede liminar contra as obras, por apontar sérias irregularidades no relatório de impacto ambiental da obra (EIA-Rima), e portanto, questionava a própria concessão de licença prévia“, informação que consta no Blog da Sonia.

Com as opiniões e importantes informações do jornalista, retomamos as questões polêmicas que envolvem o nosso Metrô, dando sequência às considerações apresentadas em O Metrô e a Praça e na série Mais Metrô tendo por objetivo incentivar novas discussões, divulgar dados a respeito das decisões tomadas pelo governo estadual e as respectivas consequências para a Cidade, para os usuários desse meio de transporte, e para todos os CaRiocas.

Aos leitores, os muitos fatos para conhecer.

 

UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA
O METRÔ DO RIO

 

Miguel Gonzalez*

 

Cariocas e Fluminenses,
Sem devaneios, nem projetos criativos, nem tentar desenhar um mapa com o Metrô ideal para o Rio de Janeiro, decidi escrever este texto a convite de Andréa Redondo para ajudar a todos a clarear as ideias de um Metrô para a cidade, que pode não ser o ideal, mas que seria de bom tamanho e muito melhor do que o que temos hoje.
Linhas 1, 2 e 4
A LINHA 1:

 

A Linha 1 de hoje é a antiga Linha Prioritária. Ela foi desenhada pela primeira vez nos anos 60 e seu trajeto começaria na Estação Uruguai e terminaria na Estação Praça Nossa Senhora da Paz.

É curioso vermos que nenhuma destas estações finais ficou pronta até hoje. É importante vermos que a cidade cresceu, as técnicas de engenharia e informática se modernizaram e a Linha Prioritária ganhou novos contornos ao longo do tempo e foi modificada. Por exemplo, Copacabana teria cinco estações de Metrô (as estações Rainha Elizabeth e Constante Ramos foram cortadas), mas ficou apenas com três.

Como deveria ser a
Estação uruguai
Hoje, especialistas e usuários comuns do Metrô defendem a Linha 1 Circular, que encurtaria as distâncias entre as Zonas Norte, Sul e Central da cidade, além de distribuir o fluxo de passageiros de maneira muito mais eficiente entre as outras linhas. Esta linha 1 não teria estação inicial, nem terminal, afinal, seria circular.
A grande obra necessária para essa linha se tornar realidade é a ligação entre a Estação Uruguai, em construção na Tijuca, e a Estação Gávea, através de um túnel. Este túnel seria construído por baixo do maciço da Tijuca e ligaria as Zonas Norte e Sul da cidade, sem a necessidade de o passageiro passar por dezenas de estações até chegar ao seu destino final.

 

Terreno onde deveria ter sido construída a
Estação Morro de São João: Rua Ávaro Ramos,
Botafogo, próximo ao Shopping Rio-Sul

 

Para a Linha 1 se tornar eficiente, além das estações já existentes, é preciso concluir a Estação Morro de São João, em Botafogo, e as Estações Uruguai, Gávea, Praça Antero de Quental, Jardim de Alah e Praça Nossa Senhora da Paz.

 

 

A LINHA 2:

 

A Linha 2 foi projetada nos anos 70 e tampouco foi concluída. Seu trajeto original ligaria a Pavuna à Carioca. Assim, como no caso da Linha 1, hoje muitos defendem que a Linha 2 termine na Praça XV, para atender ao público das barcas (que vem de Paquetá, Niterói, Ilha do Governador e, quem sabe no futuro, de São Gonçalo).

 Uma vez que o trecho Centro seja concluído, a Linha 2 deveria ir além da Pavuna, até Belford Roxo. Há um projeto para que a Linha 2 ganhe as estações Vila Rosali, Agostinho Porto, Coelho da Rocha e Belford Roxo. A Linha 2 passaria a ser intermunicipal, pois alcançaria os municípios de São João de Meriti e Belford Roxo.

A Linha 2 ideal

Um dos grandes problemas do metrô do Rio de Janeiro é a não conclusão sequer do projeto original da Linha 2. Hoje, sua estação terminal é a Estácio. Mas a Estação Estácio é pequena e não foi projetada para ser uma estação terminal.

Muitos não sabem mas a Linha 2 deveria ter ainda as estações Catumbi, Praça da Cruz Vermelha e Carioca. A plataforma para receber os trens da Linha 2  na Carioca foi construída nos anos 70 e 80 mas nunca foi aberta ao público porque o metrô nunca chegou lá.

Diversos governadores já passaram pelo poder do Rio, mas não concluíram a obra, que é sempre tema de debate nas campanhas eleitorais – na última o candidato Gabeira defendeu a conclusão da obra. Sabe-se que cerca de 80 metros de túnel foram escavados entre Estácio e Catumbi e que as fundações da estação Cruz Vermelha também foram feitas. É preciso retomar o projeto.

Jornal O Globo – Plataforma
da Linha 2 fechada na
Estação Carioca, Centro

 

A Linha 1A construída pelo Governador Sérgio Cabral é uma gambiarra que juntou as linhas 1 e 2 numa só e não levou o metrô ao Catumbi e à Lapa (Praça Cruz Vermelha). Isso sem falar que a plataforma na Carioca continua abandonada.

Além disso, os trens perderam vagões e esta junção de linhas está sujeita à falha humana, pois o controlador tem que esperar um trem da linha 1 passar para autorizar a entrada do trem da Linha 2 na linha 1, e vice-versa.

 

 

A LINHA 3:
Projetada nos anos 80, a Linha 3 começaria no município de Visconde de Itaboraí, passaria por São Gonçalo, Niterói e terminaria no Rio de Janeiro, através de um túnel sob a Baía de Guanabara. O projeto visa desafogar o trânsito entre São Gonçalo e Niterói, melhorar o acesso à COMPERJ, desafogar as barcas e desafogar a Ponte Rio-Niterói.

Lotes Linha 3
De acordo com as últimas notícias, apenas o trecho entre São Gonçalo e Niterói será construído. Serão catorze estações: Estação Praça Araribóia, Estação Jansen de Mello, Estação Barreto, Estação Neves, Estação Vila Laje, Paraíso, Estação Parada 40, Estação Zé Garoto, Estação Mauá, Estação Antonina, Estação Trindade, Estação Alcântara, Estação Jardim Catarina e Estação Guaxindiba.

 

O segundo trecho entre a Estação Guaxindiba e a Estação Visconde de Itaboraí, via Estação Itambi deverá ser feito na sequência até 2020.
A grande questão da Linha 3 é a ligação com a Estação Carioca, no Rio de Janeiro.
O Governador Sérgio Cabral, impopular com sua política de transportes, contratou o escritório de arquitetura do renomado Oscar Niemeyer para desenhar uma estação multimodal em Niterói. A Estação Praça Araribóia seria um terminal rodoviário, metroviário e de barcas, mas da forma que ela foi desenhada, impediria uma futura ligação metroviária com o Rio de Janeiro. Isso porque sua construção seria muito próxima da Baía de Guanabara e o metrô chegaria num elevado. Para atravessar a baía, o túnel do Metrô precisa ficar pelo menos 15 metros sob a água. Ou seja, não há distância para o trem do metrô descer e chegar a esta profundidade antes das águas da baía.
É preciso manifestar-se e exigir que o governador altere o projeto.

Ligações subaquáticas são muito comuns: o trem que liga a França ao Reino Unido; Metrôs de Londres, Paris, Moscou, Nova Iorque cortam rios e mares, etc. No blog metrodorio.blogspot.com.br há um vídeo do projeto da ligação Rio – Niterói por metrô, feito em 2002 pela então governadora Rosinha Garotinho. É interessante ver as técnicas de engenharia do projeto. O link para o vídeo é:

 

A LINHA 4:
O projeto da Linha 4 também foi desenhado nos anos 80. O projeto original previa a Linha 4 começando na Estação Carioca e chegando à Estação Alvorada.

Em 1997, um trecho da Linha 4 foi licitado. O trecho licitado previa apenas o trajeto entre a Estação Morro de São João e a Estação Jardim Oceânico. O projeto previa estações no Largo dos Leões, Humaitá, Gávea, São Conrado.

Por conta das Olimpíadas de 2016, o Governador Sérgio Cabral decidiu tirar a Linha 4 do papel. Misteriosamente, ele alterou o projeto da Linha 4 e não respeitou o que foi licitado. A Linha 4 começa agora em Ipanema e vai até o Jardim Oceânico. Ou seja, a Linha 4, passou a ser a extensão da Linha 1. A Linha 4 modificada mata não apenas seu trajeto original, como também mata o projeto da Linha 1 circular.

Ela é terrível para o futuro metroviário da cidade.
Não há nada que defenda o que o governador está fazendo. Seu projeto não é mais eficiente, não é mais barato, não é mais rápido, não vai facilitar, não vai trazer nenhuma vantagem.

DESAPROPRIAÇÃO IPANEMA

Já com suas obras em andamento, o carioca descobriu duas aberrações: a Estação Gávea, defendida para ter dois níveis (um para a Linha 1 e outro para a Linha 4) sequer será construída; e a Estação General Osório que terá uma baldeação em si mesma. Explico: a Estação General Osório, construída por Sérgio Cabral foi construída erradamente. Ela deveria ter sido feita sob a praça homônima, mas ela é em Copacabana e apenas as saídas são em Ipanema. É por isso que o usuário anda bastante ao desembarcar na estação. O governo teve medo de desapropriar um prédio de classe média (mesmo que temporariamente) para que a estação fosse construída no lugar correto.

Pior: para esta ligação com a Barra da Tijuca, o usuário terá que desembarcar em General Osório e fazer uma baldeação para seguir em linha reta através de Ipanema, Leblon, São Conrado e Jardim Oceânico. Um absurdo! Tudo por causa de uma centena de apartamentos.

Outro ponto é que a Linha 4 não deveria acabar no Jardim Oceânico. Ela precisa chegar até o Terminal Rodoviário da Alvorada passando por diversos shoppings e recolhendo os passageiros que vêm da Zona Oeste. Se você mora longe da estação de Metrô, vai continuar usando outro meio de transporte para chegar ao trabalho. Isso acontece em qualquer lugar do mundo. Por isso, as redes metroviárias das grandes cidades são enormes.
Movimento Metrô que o Rio Precisa

Destas aberrações do atual governo nasceu o Movimento Linha 4 Metrô que o Rio Precisa, que luta pela Estação Gávea em dois níveis e pelo traçado original da Linha 4.

CONCLUSÃO:

Linha 6
Poderia me alongar neste texto falando sobre o metrô do Pan, que não foi feito, o metrô para os aeroportos, o metrô para Icaraí, e as Linhas 5 (o metrô do Pan que sairia da Ilha do Governador, passaria pelo Aeroporto Internacional, UFRJ, Rodoviária, Aeroporto Santos Dumont e chegaria à Estação Carioca) e 6 (Linha 6 – do Aeroporto Internacional ao Terminal Rodoviário através dos bairros da Leopoldina e da Zona Oeste) que viraram corredores de ônibus.

Mas vou ficar apenas nas quatro linhas que há alguma intenção de serem construídas no momento.

 

Não seria ainda o ideal, mas já seria bem melhor do que temos hoje.

 

Rio de Janeiro, 25 de junho de 2012.

 

*Miguel Gonzalez, jornalista e editor do blog www.metrodorio.blogspot.com.br

 

  1. bom, 7 anos se passaram de nada foi resolvido. Uma pena não terminarem esses projetos para a população carioca, moro em campo grande e digo que nos precisamos sim do metro, a supervia não faz nada pela gente e o brt nem existe mais, se o metro chegasse aqui diminuiria muito o tempo de viagem tanto pro centro quanto pra barra, somo o maior bairro do rio de janeiro e nenhum governante olha por nos, só lembram da gente em época de eleição. penso um dia ser governador do estado e uma das minhas teses e o transporte publico. seu artigo e muito bom e construtivo e me abriu mais os olhos, parabéns.

  2. Respeito toda a sua indignação mas, com todo respeito, não vejo nenhuma vantagem para o restante da cidade, erguer um metrô que passe por Campo Grande. E sabe por que? Porque Campo Grande já é cortado por um ramal ferroviário da Supervia. A solução é muito mais simples do que construir uma nova linha de metrô, ligando de onde para onde? Basta modernizar esse ramal de Santa Cruz, que corta Campo Grande, tornando-o com qualidade e nível de metrô. Com composições modernas de arcondicionado, estações mais confortáveis e com melhores acessos, uma nova e moderna sinalização, reduzindo os intervalos. Pronto! Estaria resolvida a questão. E olha que esse ramal já os leva direto ao Centro do Rio e, ainda possui integração com o metrô no Maracanã, São Cristóvão e Central. O bairro possui ainda um rabicho do BRT Transoeste. É necessário lembrar disso, pois o mesmo agora, finaliza na Linha 4 do Metrô na Barra da Tijuca. Outra obra importante para o bairro é a extensão do futuro BRT Transbrasil para Campo Grande e Santa Cruz. Aí sim, teríamos 2 opções modais de ligação entre a zona oeste e o Centro da cidade. Mas construir metrô para Campo Grande seria um imenso desperdício.

  3. Mario Sérgio Passos, pelo que você falou, realmente deveria ter uma estação de metrô (para isso, terão de pensar em outro ramal-até onde vai as minhas ideias, poderia ser um ramal quase paralelo ao da Supervia, só que com mais estações, no mínimo 4 estações; se puder passar o mapa de Campo Grande já seria muito bom, para já ter uma ideia de onde colocar). Sobre a Supervia, já olhei várias vezes o mapa do sistema de trens e agora me dou conta de que não faz sentido o bairro mais populoso do Rio de Janeiro ter apenas uma estação de trem-no mínimo 3 ou 4 estações, que poderiam ser no Miécimo da Silva, na Rodoviária ou no Parque Industrial, no West Shopping e na Uezo-claro, seria uma ramificação da linha principal que cobriria todas essas áreas e depois retornaria ao Ramal principal. Obs: sugiro que você, junto com outras pessoas reivindique o metrôe as estações de trem! Obs 2: o pessoal da Ilha do Governador deveria fazer o mesmo, com uma linha de trem que o governador prometeu saindo de Bonsucesso, passando pelo Complexo da Maré, Ilha do Fundão, Aeroporto Tom Jobim e a estação Ilha do Governador, fora o projeto da linha 6 do metrô, que ligaria o Terminal Alvorada na Barra da Tijuca até o Aeroporto Tom Jobim!

  4. MORAVA NUM DOS BAIRROS MAIS EXTENSOS E O MAIS POPULOSO DO RIO DE JANEIRO, CAMPO GRANDE, O ÚNICO DO RIO QUE TEM TÍTULO DE CIDADE(DECRETADA POR NEGRÃO DE LIMA, ANTIGO GOVERNADOR DO ESTADO DA GUANABARA), COM CERCA DE 600 MIL HABITANTES NO BAIRRO E MAIS 400 MIL HAB. EM SEU ENTORNO PERFAZENDO UMA POPULAÇÃO BRUTA TOTAL DE 1.000 MILHÃO DE HABITANTES. É O BAIRRO QUE MAIS CRESCE NO RIO JUNTAMENTE COM A BARRA DA TIJUCA(PRA SE TER IDEIA DO BAIRRO, TEMOS 40 AGÊNCIAS BANCÁRIAS(sendo: 5 Banco do Brasil, 10 Bradesco, 5 Caixa Econômica Federal, 10 Itaú, 1 HSBC e 9 Santander e várias loterias e financeiras espalhadas pelo bairro), 3 SHOPPINGS CENTERS, 1 CENTRO ESPORTIVO, O MIÉCIMO DA SILVA, (O MAIOR COMPLEXO POLIESPORTIVO DENTRO DE UM MUNICÍPIO NO BRASIL), 2 CLUBES, 1 TEATRO, 1 RECEITA ESTADUAL, 1 FÓRUM ENORME E MODERNÍSSIMO(O MAIS BONITO DO RIO), 3 POLOS GASTRONÔMICOS(RIO DA PRATA, LARGO DAS CAPOEIRAS E ESTRADA RIO DO "A"), 3 UPA`S 24hrs, 3 HOSPITAIS PÚBLICOS, 3 HOSPITAIS PARTICULARES, VÁRIOS POSTOS DE SAÚDE E CLÍNICAS PARTICULARES, 13 CINEMAS, 2 CLUBES, VÁRIOS MOTÉIS, UMA RODOVIÁRIA QUE ATENDE A REGIÃO DOS LAGOS, SÃO PAULO E OUTRAS LOCALIDADES DO BRASIL, TEMOS UM FORTE PARQUE INDUSTRIAL JUNTO COM SANTA CRUZ, ONDE JAZ EMPRESAS COMO MICHELIN, RANBAXY, AMBEV FARMACÊUTICA, GUARACAMP ETC, TEMOS UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA ESTADUAL A UEZO(UNIVERSIDADE ESTADUAL DA ZONA OESTE) FUNDADA NOS GOVERNOS DE GAROTINHO E ROSINHA, TEMOS A REGIONAL DA LIGHT, TEMOS UMA REDE VASTA DE ATACADOS E SUPERMERCADOS: REDE AGRO ASSAÍ, REDE MAKRO, PREZUNIC, CARREFOUR, INTERCONTINENTAL, GUANABARA, EXTRA HIPERMERCADO, E OUTROS MENORES.TEMOS A SECCIONAL DA OAB/RJ MAIS MODERNA DO RIO DE JANEIRO, A SECCIONAL DA 29ª SUBSEÇÃO, TEMOS A SUPERVIA, TEMOS ESCOLA DE SAMBA DO SERENO, 2 RESERVAS FLORESTAIS A VISITAR(PARQUE DA PEDRA BRANCA E PQ MUNICIPAL DO MENDANHA), UM FORTE COMÉRCIO NO CALÇADÃO DE CAMPO GRANDE ONDE PASSAM CERCA DE 250 MIL PESSOAS POR DIA. TEMOS O CLUBE DO CAMPO GRANDE ATLÉTICO CLUBE NO ESTÁDIO ÍTALO DEL CIMA!! NO COMÉRCIO TEMOS: 1 MAKRO, 1 AGRO ASSAÍ, 6 LOJAS AMERICANAS, 5 REDES MAC DONALD´S, 2 BURGER KING´S, 3 SUBWAYS, 4 LEADER MAGAZINES, 6 CASAS BAHIA, 4 RICARDO ELETRO, ETC!!
    E NÃO TEMOS E NUNCA TEREMOS UMA PORRA DE ESTAÇÃO DE METRÔ PQ NUNCA PENSAM NA VERDADEIRA ZONA OESTE!!

  5. Oi Ralph, originalmente metrô era o chamado trem metropolitano, que cortava a metrópole por baixo de terra e com o passar do tempo teve seu nome encurtado para metrô. Trens eram para destinos intermunicipais. Com o crescimento das grandes cidades, os sistemas se misturaram. No caso do Rio de Janeiro, não podemos misturá-los, pois se tratam de concessões diferentes, com trens, vagões, locomotivas e bitolas diferentes. Mas eu concordo que de fato, tudo poderia ser integrado.

  6. Caro Miguel: como não moro no Rio e não conhço a cidade tão bem, é difícil concordar totalmente com v. (ou discordar de alguma coisa). Mas há fatos que v. cita que são óvios. Observe, no entanto, que: 1o) v., como a grande maioria da imprensa paulista, continua diferenciando metrô de trem metropolitano (no caso do rio, Supervia). Isto é absurdo. É tudo a mesma coisa. Pode ser que a qualidade não seja, mas a rece viária TEM de ser considerada uma junto com a outra. 2o) Não há verdade absoluta em termos de "o governo devia fazer isso e não aquilo", pois a simples entrega de uma linha planejada por uma razão qualquer já modifica o panorama. O que quero dizer é que não há condições de se planejar qualquer linha que seja sem uma margem grande de erro, pois em principio quem recebe a linha serã privilegiado (mas em compensação o aumento de movimento nela será sempre muito superior ao previsto) e quem não recebe vai sempre continuar reclamando que não a tem. Mas parabens pela reportagem, pois o que citei não significa que não se deva dar a sua opinião.

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