Pobre Jardim de Alah

Ontem publicamos o texto de André Decourt – Não só 130 árvores – sobre as construções que a Prefeitura aprovou para serem erguidas no Jardim de Alah, uma área pública, praça, espaço destinado a que população o usufrua. André menciona o artigo de Cora Rónai – Muito barulho para pouca árvore -, publicado no jornal O Globo do mesmo dia. Ao conhecer a opinião da respeitada jornalista, de imediato indaguei-me sobre qual seria a visão caso as construções fossem feitas na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, que lhe é tão cara, próximas do prédio onde mora, pois tombado o jardim também é. No caderno Opinião da mesma edição está o artigo de Franco Nascimento – Apenas Jardim de Alah – carregado de ironia e lugares comuns, tomados exclusivamente pela esperança de que que se resolva a questão social antiga(Leia mais)

Sobre o Jardim de Alah: Não só 130 árvores, de André Decourt

Dois artigos publicados no Jornal O Globo de hoje causam espécie. Ambos defendem a construção comercial que o Prefeito quer autorizar no espaço público denominado Jardim de Alah. O primeiro, do historiador Franco Nascimento, está nos textos de Opinião. O segundo, na coluna semanal de Cora Rónai. Ambos estão equivocados. Com o respeito devido aos articulistas, discordamos, pois há muito mais aspectos envolvidos, como temos apontado em várias postagens, que invalidam a proposta carregada de sofismas. Reproduzimos a réplica de André Decourt publicado em rede social, e os links para os dois artigos mencionados. Urbe CaRioca Não só 130 árvores Por André Decourt – Link original Cara Cora Rónai nos conhecemos desde 2003, desde os remotos tempos das redes sociais da pedra lascada, nesta vida concordo com você 99%, mas hoje será um desses 1% O projeto do Jardim de(Leia mais)