A importância da arborização urbana

E um texto da leitora Maria da Gloria Teixeira sobre o tema

A Fundação Parques e Jardins divulgou em suas redes sociais as ações realizadas no último fim de semana, com plantios de mudas no Boulevard Olímpico, Região Portuária da cidade. Entre as 26 espécies plantadas, estão Escumilha, Pau-Brasil, Pau-ferro, Aldrago, Gerivá, Babosa Branca, Sibipiruna e Ipê Branco.

Aqueles que quiserem ajudar nas dicas de lugares vazios para plantar, podem enviar sugestões para o e-mail priscilamarinelli.darb@gmail.com. Para que a Fundação possa atender, é preciso que as golas estejam vazias (como um local aonde tinha uma árvore que foi removida) e a quantidade mínima é de 20 pontos por bairro. Leia mais

Cadê o ipê que estava aqui? Ou, medidas compensatórias realmente compensam?, de Roberto Bastos Rocha

Neste artigo, o arquiteto urbanista Roberto Bastos Rocha chama a atenção para a remoção de árvores, dentre as quais um ipê branco, vencedor de concurso e capa do Diário Oficial da Prefeitura. Um exemplar que foi capaz de sobreviver às adversidades do meio urbano durante quinze anos, mas removido em prol da construção do novo prédio do Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro. Leia mais

Poda radical na Praça Paris, de Roberto Anderson

Neste artigo, publicado originalmente no “Diário do Rio de Janeiro”, o arquiteto Roberto Anderson comenta sobre uma grande confusão que se formou, na última semana, com a poda radical executada pela Prefeitura nos arbustos da Praça Paris.

“Talvez não tenha havido suficiente informação prévia, que mostrasse a moradores e usuários que aquilo que parecia destruição, era na verdade uma poda. Sem esse cuidado, sim, eles se transformariam em árvores. Tal poda segue a arte da topiaria, que busca dar formas geométricas aos arbustos de praças e jardins. A Praça Paris é uma das poucas no Rio de Janeiro a dispor desse tipo de ajardinamento”, destaca. Leia mais

A capacidade das redes sociais: Com a Palavra, o CaRioca!

Nos últimos dias, denúncia feita em uma rede social movimentou centenas de pessoas, indignadas com a obra mal executada que provocara o “estrangulamento” de uma árvore, em um dos endereços mais “badalados” da Zona Sul do Rio de Janeiro: a Rua Dias Ferreira, no bairro do Leblon.

O caso veio à tona no último dia 14, quando a árvore situada em frente ao gastrobar Stuzzi teve a sua raiz coberta por uma camada de cimento, o que certamente provocaria a sua gradual morte ao longo do tempo por estar impedida de ser irrigada ou absorver nutrientes. Leia mais

Mesmo sem chuva forte, árvores continuam a cair

Este blog recebeu os registros de uma árvore enorme que caiu na Rua Dias Ferreira, no Leblon, na Zona Sul do Rio, na manhã desta quarta-feira, dia 13 de fevereiro, entre 9h e 9h30, mesmo sem ter ocorrido o vendaval previsto, mas apenas pancadas de chuvas moderadas. Isso mostra que as árvores muito antigas estão sujeitas a cair por esta fragilidade, ainda que fora de situações de alto risco provocadas pelas mudanças do clima. Leia mais

“Rio e o nosso Mirante do Pasmado: por que cedê-lo a uma associação privada por 30 anos?”, de Sonia Rabello

No artigo publicado no site “A Sociedade em Busca do seu Direito”, a professora e advogada Sonia Rabello destaca que o “caso” da disputa, por um grupo privado, para impor à paisagem carioca a sua marca e a sua escolha específica – um Monumento ao Holocausto da 2ª Guerra Mundial –  continua. “A Câmara de Vereadores, em lei `ilegal´ específica, contraria o Plano Diretor. E uma Associação poderá ser `dona´ da área por décadas ! Tudo em um Parque público, de uso comum do povo, que não foi (e nem poderia ser) desafetado pelo alcaide da Cidade”, afirma. Confira abaixo:

Urbe CaRioca Leia mais

Morro do Pasmado – Prefeitura insiste em macular a paisagem carioca com obra inadequada

Sem se importar com o parecer negativo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  (IPHAN) (veja mais em “Morro do Pasmado – IPHAN protege a paisagem e nega a construção“), para o museu, a Prefeitura do Rio, através do Conselho de Política Urbana – COMPUR, tenta dar legalidade e tirar do papel o Museu do Holocausto.

Vale a pena conferir a matéria “Obelisco em homenagem às vítimas do Holocausto provoca polêmica”, do jornal “O Globo” Leia mais

Derrubada de árvores recém plantadas em Manguinhos

23 de junho de 2018 – Divulgado por Hugo Costa 

Assunto: Derrubada de árvores recém plantadas para construção de lojas em alvenaria em área pública em Manguinhos

“E continua crescendo sem ação alguma da Prefeitura do Rio de Janeiro. Em breve, ocupará toda área pública, que já tinha uma comunidade e custou muito aos cofres públicos desapropriar para dar uso: um Parque Inundável contra as históricas enchentes do Rio Faria Timbó.” Leia mais

“Morro e Mirante do Pasmado no caminho da proteção da Paisagem Cultural Mundial”, de Sonia Rabello

No artigo publicado no site “A Sociedade em Busca do seu Direito”, a professora e advogada Sonia Rabello destaca as manifestações lidas na reunião do Comitê Gestor da Paisagem Cultural Mundial do Rio, na última terça-feira, dia 19 de junho. Na ocasião foi lido o parecer do técnico do IPHAN, no qual é negado a pretensão de se construir uma edificação no Morro / Mirante do Pasmado. “As reações da sociedade merecem e devem ser ouvidas”, afirma. Confira abaixo: Leia mais

Morro do Pasmado – IPHAN protege a paisagem e nega a construção

Decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN

PARECER TÉCNICO nº 108/2017/COTEC IPHAN-RJ/IPHAN-RJ

ASSUNTO: Memorial do Holocausto

​REFERÊNCIA: Proc. 01500.900598/2017-17

Rio de Janeiro, 29 de novembro de 2017.

Trata-se de solicitação formulada pela Sra. Subsecretária de Urbanismo/UIH/SUBU, Verena Vicentini Andreatta, para que o IPHAN-RJ analise o Projeto de Memorial às Vitimas do Holocausto, ” a ser implantado em área do Parque Yitzak Rabin, Morro do Pasmado, bairro de Botafogo IV RA”. Leia mais

Morro do Pasmado – A paisagem maculada e a opinião de Hildegard Angel