Artigo: ESTÁDIOS E O LEGADO DA COPA DO MUNDO FIFA 2014, de Ephim Shluger

O arquiteto, urbanista e atual Vice-Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil IAB-RJ, Ephim Shluger, traça um panorama do ponto de vista urbanístico sobre o conjunto de ações do poder público – sob os critérios estabelecidos pela FIFA – para a realização da Copa do Mundo 2014 no Brasil. Entre outros aspectos analisa as perspectivas sobre possíveis melhorias para a população em decorrência, por exemplo, de projetos para promover a mobilidade urbana nas capitais escolhidas para receberem os jogos. Se, por um lado, nos dá conta de que foram aplicados critérios de sustentabilidade nas obras dos estádios, por outro aponta a ausência dos debates públicos e, até aqui, a existência de “impactos sócio-ambientais e estéticos preocupantes”. NOTA: O artigo foi publicado originalmente no Jornal Peru Molhado que circula na cidade de Búzios. Boa leitura. Urbe CaRioca   ESTÁDIO DO MARACANÃApós(Leia mais)

MAIS MUSEU, 4 – GOVERNADOR DESISTE DA DEMOLIÇÃO, DIZ O JORNAL

Foto: Genilson Araújo – O Globo Se vai manter a palavra só o tempo dirá. A notícia foi publicada no Jornal O Globo – copiada abaixo – , confirmada por outra no Jornal do Brasil, outra no OG On Line, e divulgada na televisão. Obs: Post atualizado no mesmo dia 29/01 com a matéria ‘Prédio do antigo Museu do Índio será restaurado: estado vai tombar construção‘. Coluna Ancelmo Gois Enviado por Jorge Antonio Barros – 28.1.2013 – 8h00m aldeia maracanã Cabral não vai mais derrubar prédio de antigo museu do índio O prédio onde funcionou o Museu do Índio no Maracanã, objeto de grande polêmica, não será mais derrubado, revelou a coluna de Ancelmo Gois de hoje. O governador Sérgio Cabral decidiu que “após a saída dos invasores” vai anunciar a preservação do imóvel. O governador, junto com Eduardo Paes, promete fazer o tombamento(Leia mais)

ANTIGO MUSEU DO ÍNDIO – 3: PATRIMÔNIO CULTURAL DO RIO / POST ANTERIOR SEM RESPOSTA

A construção é de 1862. Imagem: CAU BARATA Fotos como esta circulam pela internet. Encantam quem as vê. Estão em livros lindos que lotam as livrarias ou enfeitam as nossas casas. A reação geral é invariavelmente a mesma: como nossa cidade era linda! Arquitetos e urbanistas dizem ‘a escala era humana’, expressão fora do dicionário, compreensível se compararmos o caminhar em ruas estreitas ladeadas com prédios de 3 ou 30 andares; ou o Jardim Oceânico com a Avenida das Américas. A cidade não pode parar de crescer… (?). Em alguns casos pode. L. F. Janot e S. Magalhães explicaram em artigos publicados no jornal O Globo (OG) que a cidade deve crescer para dentro, e analisaram a importância da urbanidade no nosso cotidiano. Na Itália há proibições de expansão urbana. Mais: proprietários podem escolher a cor de suas casas… entre quatro possibilidades oferecidas(Leia mais)

ANTIGO MUSEU DO ÍNDIO – 2: POR QUE DEMOLIR?

É sabido que o prefeito do Rio de Janeiro não acatou o parecer do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural e autorizou a demolição do prédio onde funcionou o antigo Museu do Índio.   O assunto tem sido debatido nas redes sociais. Ao lado, o parecer do Conselho de Patrimônio Cultural. A surpreendente defesa da demolição feita por ex-superintendente do IPHAN-RJ, reproduzida adiante, infelizmente, não nos surpreende. Após o citado opinamento estão o comentário do Urbe CaRioca sobre o mesmo, outros que igualmente defendem a permanência da construção, matéria publicada no JB On Line, e decisão do Tribunal Regional Federal divulgada pelo OG On Line no dia 17.   Por óbvio outras pessoas também se manifestaram a favor da demolição e da retirada dos índios – na nossa visão sem argumentos consistentes. Aqui não tratamos do segundo aspecto. Entendemos que se os índios devem ou não permanecer no local é questão paralela, deve(Leia mais)

DIVERSOS – 05/9/2012 – Dois assuntos: A Bola da Copa e os Tombamentos

  CARAMBOLAStar Fruit – New Asian Cuisine    1 – A BOLA DA COPA – Entre os nomes “Bossa Nova”, “Brazuca” e “Samba”, foi escolhido o segundo. Difícil seria dizer qual o pior. A Bossa Nova tem o seu lugar privilegiado na cultura brasileira. O Samba igualmente, embora o ritmo pareça ter mais afinidades com o esporte do que o outro gênero musical lembrado para a redonda. O nome sugerido pelo Blog Urbe CaRioca, enviado ao jornal O Globo, foi CARAMBOLA. Modéstia à parte, o nome era ótimo. Além de conter ‘bola’ nele mesmo, misturada com ‘caramba’, expressão de admiração e surpresa, a fruta – exótica, mas adaptada aqui – é amarela, uma das cores da nossa bandeira, e sua seção tem formato de estrela. Haveria coisa melhor? Em inglês chama-se star fruit. Os estrangeiros logo entenderiam a analogia com(Leia mais)