Nota da FAM-RIO sobre a Tirolesa e outros Projetos no Monumento Mundial – o Pão de Açúcar

Nota da Federação das Associações de Moradores do Rio de Janeiro – FAM-RIO sobre a Tirolesa e outros Projetos no Monumento Mundial – o Pão de Açúcar  Em 26 de março de 2023 A FAM-RIO apresentou ao COMITÊ GESTOR DO RIO PAISAGEM CULTURAL DO PATRIMÔNIO MUNDIAL, reunido na última sexta-feira, dia 24 de março no Rio de Janeiro, o seu veemente questionamento sobre o licenciamento de obras da chamada de “Tirolesa” no Monumento Mundial Pão de Açucar, enviando vídeo em que mostrava o maciço sendo violado e furado.  O Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) esclareceu que houve o licenciamento da obra da Tirolesa por parte do órgão, agora questionada e sendo reexaminada, mas não houve o licenciamento, ainda, de qualquer outro projeto. Comprometeu-se a direção do IPHAN que qualquer projeto de impacto na área do Patrimônio Mundial(Leia mais)

Pão de Açúcar: A Tirolesa e outros males

Protagonista do absurdo urbano-carioca em pauta, o projeto para implantação de mais um cabo aéreo entre o Pão de Açúcar e o morro da Urca no Rio de Janeiro – e instalação da chamada “Tirolesa”, onde pessoas dependuradas se deslocam de uma extremidade à outra – tem gerado grande polêmica entre arquitetos, urbanistas, montanhistas e moradores da região. Com 755 metros de comprimento, o brinquedo que os concessionários do Caminho Aéreo Pão de Açúcar pretendem construir, caso se efetive atravessará não somente o percurso entre as duas montanhas, mas cruzará os limites de uma ocupação já por demais generosa diante do que existe no conjunto dos morros -, um dos maiores símbolos da Cidade ao lado do Corcovado – além de possivelmente causar degradação ao ambiente natural, preocupação dos segmentos mencionados. “A área construída já atende perfeitamente ao que foi(Leia mais)

Obra da tirolesa entre o Pão de Açúcar e o Morro da Urca preocupa arquitetos e ambientalistas

Os absurdos urbano-cariocas prosseguem. Não bastando a concessão eterna para exploração de um dos maiores ícones do Brasil – é carioca – o pedido de expansão das construções deve ser engavetado para sempre. Ou, será “o bode na sala” para justificar a Tirolesa sem pé nem cabeça, fora de lugar para dizer o mínimo. Não se trata apenas de aprovações pelos órgãos de Patrimônio Cultural e outros de proteção da paisagem. Há que analisar a conveniência. É do que a cidade precisa? É o que a cidade quer? O papel dos governantes é carrear recursos da iniciativa privada que deseja investir no Rio de Janeiro conforme prioridades para a cidade e sua população e não simplesmente abraçar ideias mirabolantes e, muitas vezes, prejudiciais. Vide a permissão, em curso, para usufruir o Jardim de Alah. Urbe CaRioca   Empresa responsável pela(Leia mais)