É preciso salvar o Galeão, de José Antonio do Nascimento Brito

Nos últimos dias divulgamos os posts “A saga sobre o Santos Dumont continua” e “Aeroporto Santos Dumont – licença ambiental para obras pode ser cancelada” sobre o processo de concessão do Aeroporto Santos Dumont. Reproduzimos abaixo o artigo de José Antonio do Nascimento Brito, Presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, publicado no jornal O Globo destar terça-feira, sobre o tema. É preciso salvar o Galeão Por José Antonio do Nascimento Brito O Globo – Link original Especialistas, políticos e empresários já se manifestaram contra o modelo de concessão do Aeroporto Santos Dumont (SDU). Está claro para todos que o desenho do edital, a modelagem e os contratos elaborados pela Anac levam em conta apenas os mecanismos que visam a aumentar a rentabilidade do negócio para atrair mais investidores e, paralelamente, gerar maior valor de outorga para o Tesouro(Leia mais)

Futuro sem tecnologia, de Hugo Costa

Neste artigo, o geógrafo Hugo Costa, mais uma vez, trata da questão da desigualdade do território carioca. Desta vez, destaca o atraso tecnológico imposto indiretamente pela Prefeitura do Rio aos subúrbios cariocas. “Estamos em um mercado moderno no qual as redes de telecomunicações se tornam um ativo estimulante de desenvolvimento, mas graças à transferência de responsabilidade da gestão do espaço público,  tornaram-se apenas mais um mecanismo de manutenção da desigualdade geográfica carioca”, afirma. Boa leitura Urbe CaRioca FUTURO SEM TECNOLOGIA Hugo Costa Anos 90:  A Cidade do Rio de Janeiro conhece projetos de urbanismo nomeados como “Rio Cidade”, e um dos principais passos foi a retirada das fiações das concessionárias de energia e de telecomunicações dos postes para os dutos subterrâneos. Neste período, o mercado de telecomunicações era outro. Os primeiros projetos do Rio Cidade construíram 16 km de dutos para(Leia mais)

MARINA VOLTOU. A DA ENSEADA. DA GLÓRIA. NO RIO. DE JANEIRO.

Esta notícia foi publicada na coluna Ancelmo Góis, jornal O Globo de 11/11/2014. Afirma que o IPHAN aprovou o projeto, que o conhecido colunista chama de “mais modesto”, naturalmente comparando-o ao “elefante” que há dois anos estava a caminho do Parque do Flamengo, bem cultural tombado da Cidade do Rio de Janeiro. De fato, em seguida sites de arquitetura e outros órgãos de imprensa informaram que o projeto do arquiteto Eduardo Mondolfo havia sido aprovado com ressalvas. Ao encerrar a nota com a expressão “…o mais importante, não afeta a vista do lugar”, o periódico, mais uma vez, apoia a ocupação daquele trecho do Parque do Flamengo, como fez no editorial de 11/03/2013 CEGUEIRA NA PREVENÇÃO, em contraponto ao artigo de nossa autoria intitulado LUGAR DE BARCO. Note-se que temas dessa natureza, tal e qual o caso do Campo de Golfe, também(Leia mais)