Metrô – MPRJ entra na Justiça para que o Estado retome obras da Estação Gávea

Após o governador do Estado do Rio de Janeiro ter anunciado no último dia 5 de setembro que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea seria aterrado, conforme notícia veiculada no Jornal “O Globo“,  temos a notícia de que o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou, nesta quarta-feira, dia 11, com uma ação civil pública para que governo do Estado retome as obras da Linha 4 do metrô.[...] Leia mais

Metrô Estação Gávea – PUC divulga nota

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) divulgou nota a respeito da decisão do governador de aterrar o buraco onde funcionaria a estação de metrô da Gávea. Assinada pelo Vice-Reitor de Desenvolvimento da PUC-Rio, Sergio Bruni, a instituição diz que a proposta anunciada por Wilson Witzel “ignora completamente aspectos técnicos básicos”, acrescentando que, dependendo da forma como o aterramento for executado, “poderá até ampliar os riscos já existentes”.[...] Leia mais

ESTAÇÃO GÁVEA – ENTERRANDO DINHEIRO PÚBLICO

Este site urbano-carioca vem reproduzindo a ótima série sobre a história do Metrô – elaborada e publicada pela página “Metrô que o Rio Precisa” – que teve início com Pré História do Metrô do Rio e Início das obras e Inauguração do Metrô.

Curiosamente, o governador do Estado do Rio de Janeiro anunciou nesta quinta-feira, dia 5, que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea será aterrado, conforme notícia veiculada no Jornal “O Globo“, já com grande repercussão.[...] Leia mais

Início das obras e inauguração do Metrô

Em continuidade à série de postagens sobre questões, curiosidades e o histórico do Metrô do Rio, publicadas pela página “Metrô que o Rio Precisa”, temos neste capítulo o início das obras e  a sua inauguração.

Parte I – Pré História do Metrô do Rio

Urbe CaRioca

Início das obras e inauguração do Metrô

Publicado originalmente na página “Metrô que o Rio Precisa”

A Linha Prioritária (Saens Peña – Nossa Senhora da Paz), segundo o Estudo de Viabilidade (1968), deveria estar concluída em 1975, mas, devido a dificuldades, a Companhia do Metropolitano – METRÔ, decidiu construir só o trecho central, ligando a Praça Onze até a Glória, com 4,5 km de extensão. A conclusão desse trecho visava a integração com os trens metropolitanos (hoje chamado de Supervia) e também a eliminação de milhares de ônibus que entupiam o Centro. Uma das preocupações do METRÔ era a integração dos passageiros da Rede Ferroviária para o restante da cidade. O METRÔ projetou, no traçado de 1968, pontos de integração do metrô com os trens metropolitanos (Central e Méier na Linha 1 e Pavuna, Triagem, Maracanã e São Cristóvão na Linha 2). A Linha 2 ainda se integraria nas Barcas, através da estação Castelo. Nessa época as barcas Rio x Niterói eram o maior sistema hidroviário do mundo, transportando cerca de 190 mil passageiros por dia (hoje levam menos de 90 mil por dia).[...] Leia mais

Pré História do Metrô do Rio

Muita gente às vezes pergunta por que o metrô anda tão cheio? Por que para no meio do caminho, por que não temos mais estações? O que aconteceu com a estação Cruz Vermelha? Por que a estação Carioca é tão grande? Por que duas estações General Osório? Por que temos que saltar em Botafogo para trocar de trem? Essas e outras questões e curiosidades serão respondidas em uma série de postagens pela página “Metrô que o Rio Precisa”, contando um histórico do metrô.[...] Leia mais

A Casa de banhos de D. João, de André Luis Mansur

Neste artigo, o jornalista e escritor André Luis Mansur descreve uma curiosa história, entre tantas, envolvendo o príncipe-regente D. João. “Uma das mais pitorescas é a que envolve o carrapato que o teria picado na Fazenda de Santa Cruz, onde hoje é o bairro carioca de mesmo nome. Diante da ferida surgida na gorda e branquíssima perna do príncipe, os médicos da Corte não relutaram em receitar algo que ainda estava muito longe de fazer parte do hábito do carioca”. Vale a leitura ![...] Leia mais

Realengo – As terras do Rei, de André Mansur

Neste artigo, o jornalista e escritor André Luis Mansur destaca fatos da rica história de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, bairro onde D. Pedro I “gostava de tomar uma famosa pinga, quando seguia para a fazenda de Santa Cruz”. Vale a leitura !

Urbe CaRioca

Realengo – As terras do Rei

Por André Mansur

O nome deste bairro, que ficou famoso com a música “Aquele abraço”, de Gilberto Gil, tem sua origem nas “terras realengas”, que eram locais públicos, pertencentes ao Rei, e que se destinavam principalmente à pastagem e ao descanso do gado, não podendo haver qualquer tipo de construção ou arrendamento da terra. Elas também não podiam ser doadas em sesmarias.[...] Leia mais

Arquivo Nacional disponibiliza acervo sobre o Rio Antigo

Você sabia que o Arquivo Nacional disponibiliza um amplo acervo que faz um resgate do “Rio Antigo” com dezenas de fotografias históricas da Cidade ?

Além de vários registros, você também poderá ver vídeos, mapas, plantas arquitetônicas e gravuras de grandes ilustradores do século XIX.

Para ver os detalhes descritivos de cada peça, clique aqui.

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História do Morro dos Dois Irmãos/Vidigal, de Cleydson Garcia

Neste artigo, publicado na página do “Especial Rio Antigo” e de autoria do estudante de Arquitetura e Urbanismo e pesquisador apaixonado pela história do Rio de Janeiro, Cleydson Garcia, a História do Morro dos Dois Irmãos / Vidigal.

“O acesso antigo, era pelo tortuoso caminho da Chácara do Céu, chegava-se até ali, através do antigo caminho da Restinga, atual Rua Dias Ferreira. E o outro caminho, que estava semi-aberto pela obra da ferrovia, deu origem à Av. Niemeyer, inaugurada em 1916. Ligando Leblon até as terras do Comendador Conrado Jacob Niemeyer, no bairro de São Conrado”, destaca o autor.[...] Leia mais

A história e os encantos de Marechal Hermes, na Zona Norte carioca

No vídeo abaixo, fruto do trabalho de pesquisa e reportagem de alunos de Comunicação Social das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), a história detalhada do bairro de Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio, as curiosidades e os encantos do primeiro bairro operário do Brasil e idealizado pelo então Presidente da República, e Marechal, Hermes da Fonseca.

É importante lembrar que, após estudos realizados pelo então Departamento Geral de Patrimônio Cultural (hoje Instituto Rio Patrimônio da Humanidade – IRPH) e pelo Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural, no início dos anos 2000, em 2013 a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro criou Área de Proteção do Patrimônio Cultural – APAC do Bairro de Marechal Hermes, pelo Decreto nº 37069/2013, que contém a lista dos Bens Culturais/Imóveis Preservados e um mapa que indica os Bens Culturais Tombados. Para conhecer os bens protegidos, este é o link.[...] Leia mais