Diário do Rio: Prédio-símbolo do Corredor Cultural, no Centro, será grande magazine de produtos para festas

O imenso casarão, na Avenida Passos, 36, fica de frente para a SAARA, e tem 2.400m2. Em expansão, a loja  de produtos para festas fechou a locação do espaço e deve inaugurar um novo momento para a região. Urbe CaRioca Prédio-símbolo do Corredor Cultural, no Centro, será grande magazine de produtos para festas Publicado no Diário do Rio – Link original Um dos imóveis históricos privados mais bonitos e celebrados do Centro do Rio vai voltar a ter utilização comercial, após um longo período sendo usado apenas como espaço de eventos. O casarão da Avenida Passos 36 está intimamente ligado à história do varejo na cidade, tendo funcionado nele dois grandes magazines que fizeram história no passado: a Casa Lucas e a Casa Esperança, esta última uma das maiores revendedoras de eletrodomésticos na sua época. Depois, o lindo imóvel de(Leia mais)

Mapeamento aponta que grande parte de imóveis públicos estão vazios ou subutilizados no Centro do Rio

Baseado em informações divulgadas pela Prefeitura e pelo Estado do Rio, mapeamento feito num trecho de menos de um quilômetro quadrado no Centro do Rio, apontou, de acordo com matéria publicada no O Globo, que boa parte dos imóveis públicos estão vazios ou são subutilizados. De 141 imóveis vistoriados, 40% estão na situação descrita. O estudo mostra que seria possível construir 450 apartamentos de 50 metros quadrados cada, em região de 22.790 metros quadrados delimitada entre a Avenida Presidente Vargas, a Rua Primeiro de Março, a Rua da Carioca e o Campo de Santana. A notícia publicado no jornal O Globo no dia 12 de setembro, leva a uma reflexão sobre a proposta contida no projeto denominado #Reviver Centro”. Como se sabe, a proposta pretende incentivar a construção de novos edifícios, com a mudança dos índices urbanísticos vigentes, tanto no(Leia mais)

Por que voltar ao Centro?, de Celso Rayol

Neste artigo publicado originalmente no jornal O Globo, Celso Rayol, presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Estado do Rio de Janeiro, aborda a necessidade de reversão do processo restrito de comercialização do Centro da Cidade, diversificando os usos para que a região seja efetivamente aproveitada e valorizada por todos e, assim, revitalizada. “É preciso que façamos um mea culpa para que erros não se repitam e acertos sejam revisitados. O debate é intenso e extenso, e a união dos mais diversos atores, públicos e privados, é necessária. Afinal, por que tantos projetos não conseguiram alavancar o Centro?”, questiona. Urbe CaRioca Por que voltar ao Centro? Publicado originalmente no O Globo Celso Rayol – Presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Estado do Rio de Janeiro O carioca sempre teve o sonho de ver o Centro(Leia mais)

Prefeitura do Rio apresentará propostas para revitalizar o Centro da Cidade

Para ciência dos nossos leitores, reproduzimos abaixo a matéria publicada no “O Globo” desta terça-feira, dia 26 de janeiro, sobre o plano de mudanças urbanísticas e tributárias da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, e que prevê, entre outras coisas, estímulos para que essa parte da cidade, historicamente voltada para ser uma área comercial, atraia moradias. É bom destacarmos que, apesar de o discurso da atual gestão municipal atrelar as condições desta região à crise sanitária e econômica agravada em 2020, os aspectos que contornam o atual quadro de degradação são resultantes de anos de descaso, abandono e a falta de falta de ações na região pelas autoridades governamentais. Além disso, o uso residencial na referida área de negócios no Centro do Rio já é permitida por lei desde a segunda metade da década de 90. Logo, vai muito(Leia mais)

Buraco do Lume: Para preservar a praça – PLC nº 131/2019

  A parte do Centro do Rio de Janeiro conhecida por Esplanada do Castelo tem seu nome fruto do desmonte do morro de mesmo nome, o que daria origem à área plana que recebeu desenho do Plano Agache, projeto de urbanização concluído em 1930 cujo autor, Alfred Agache, previu  edifícios contíguos, com cerca de 12 andares, galerias para pedestres cobertas no térreo, e áreas coletivas internas a cada quarteirão, não apenas para a ventilação e aeração dos edifícios, mas, algumas dotadas de passagens que interligavam as ruas, facilitando o trânsito de cariocas e visitantes. O destino do trecho situado entre a muito antiga rua São José, e as Avenidas Rio Branco, Nilo Peçanha e Graça Aranha sofreu modificações ao longo do tempo e dos governos. Certo é que em meados da década de 1950 os projetos de alinhamento previram para(Leia mais)

Ainda sobre o PLC 174/2020

Tendo em vista a notícia publicada no jornal “O Globo” – “Aprovada às pressas, ‘Lei do puxadinho’ permite construções no Buraco do Lume e pega até presidente da Câmara de surpresa”– e, segundo a qual alguns vereadores alegaram não conhecer o conteúdo de uma das emendas apresentadas ao Projeto de Lei Complementar  nº 174 /2020, e que revogou o Decreto n°6,159, de 30 de setembro de 1986, que restringia a construção na Praça Mario Lago, no Centro, conhecida como Buraco do Lume, transcrevemos a seguir trechos das falas dos senhores vereadores durante a sessão extraordinária do dia 30 de julho de 2020 e reproduzimos o vídeo da mesma. Urbe CaRioca Sessão dia 30/07 fala Tarcisio Motta (…) Segundo ponto, senhores vereadores e senhoras vereadoras, é que nós passamos por uma sessão absolutamente longa na última terça-feira e eu sei que está(Leia mais)

Buraco do Lume – mais um capítulo

Aprovado nesta terça-feira, dia 17, pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) o projeto que tomba a Praça Mário Lago, mais conhecida como Buraco do Lume, no Centro  do Rio. De acordo com a proposta, serão permitidas apenas a construção “e implantação de equipamentos destinados a atividades culturais, vedada qualquer outra destinação”. O governador terá 15 dias para sancionar ou vetar o projeto. É importante lembrar que o tombamento não é panaceia para evitar barbaridades urbanísticas. Neste caso bastaria uma limitação administrativa nos termos das leis de uso e ocupação do solo. Dado ao riscos e às divergências entre gestores públicos, o tombamento surge como solução de emergência. O que em certos casos gera questionamentos, inclusive quanto à origem da iniciativa. Urbe CaRioca Alerj aprova tombamento do Buraco do Lume: novas construções só para atividades culturais Governador Wilson(Leia mais)

Extensão das redes de metrô em outras cidades do mundo e no Rio

Claudio Janowitzer, fundador do Movimento “Metrô que o Rio Precisa”, fez a compilação de um quadro comparativo através da qual  é possível observarmos a disparidade da extensão das redes de metrô de outras cidades do mundo em comparação com o metrô do Rio de Janeiro. “O metrô do Rio iniciou obras em 1971, e foi inaugurado em 1979. Quase 50 anos depois do inicio das obras, temos apenas 52 Km de metrô, ou seja, levamos 50 anos pra fazer 52 Km, se esse ritmo vergonhoso se mantiver nas próximas décadas, apenas em 2069 chegaremos aos 100 Km. Não é possível que uma cidade com 6 milhões de habitantes, imersa numa região metropolitana de 12 milhões, tenha um lapso tão grande em um equipamento urbano de fundamental necessidade para o deslocamento de seus habitantes. Deveríamos no cobrir de vergonha ao ver esses números”,(Leia mais)