Bairro da Glória ganha site que mapeia histórias e curiosidades da região e que reúne mais de 150 bens preservados e tombados

Criado pela museóloga Mariana Várzea, foi lançado nesta semana o portal Ó Glória, apresentando conteúdos sobre o patrimônio cultural do bairro, das aldeias tupinambás até os dias atuais. As fotografias inéditas de Cesar Duarte, figura carimbada em livros sobre patrimônio natural e arquitetônico, estão presentes no site.

O espaço virtual tem ainda um mapa interativo que pode ser impresso, depoimentos de especialistas e uma exposição com dezenas de imagens inéditas, informações sobre arquitetos e paisagistas que deram forma a patrimônios importantes do bairro, além de um passeio de drone ao som de um sambinha feito especialmente para a Glória. Uma dica: é possível imprimir na página o mapa e “turistar” a pé pela região. Leia mais

ILHA DO RAIMUNDO, de Cleydson Garcia

Neste artigo, publicado na página do Instituto Histórico e Geográfico Baixada de Irajá e de autoria do estudante de Arquitetura e Urbanismo Cleydson Garcia, um pesquisador apaixonado pela história do Rio de Janeiro, detalhes interessantes sobre a Ilha do Raimundo. “Reza a lenda, que os carmelitas ou jesuítas compraram a ilha e fizeram nela um seminário ou casa de moradia. Os frades podem ter feitos túneis na ilha ligando-a à ilha vizinha de Forra Semanas (Santa Rosa), dando origem a “Lenda do tesouro na Ilha do Raimundo”, cita o autor. Leia mais

Listagem dos principais bens históricos e mobiliário público furtados ou vandalizados no Rio de Janeiro, por Cláudio Prado de Mello

O arqueólogo e incansável defensor do patrimônio cultural, Cláudio Prado de Mello, fez um levantamento detalhado dos principais bens históricos e mobiliário público furtados ou vandalizados no Rio de Janeiro nos últimos anos.

“Estamos tendo o verdadeiro desmonte dos monumentos urbanos de forma silenciosa , continua e sem fiscalização”, destaca, acrescentando que a falta de ações efetivas imediatas ratificarão ainda mais o inaceitável estado de abandono em relação ao patrimônio publico, “que é único, frágil, não renovável, de alta sensibilidade e uma vez destruído estará inexoravelmente perdido”. Leia mais