Detroit, Acapulco e o Rio: quando a história insiste em nos alertar, de Hugo Costa

Cidades não entram em declínio de forma repentina. Antes que a decadência se torne evidente, acumulam-se sinais de alerta: uma economia que perde dinamismo, investimentos que deixam de chegar, problemas estruturais que se agravam e escolhas que privilegiam soluções de curto prazo em detrimento de uma estratégia consistente de desenvolvimento. A história mostra que esses processos dificilmente são inevitáveis; na maioria das vezes, são o resultado de decisões — ou da ausência delas. Neste artigo, o geógrafo Hugo Costa destaca que Detroit e Acapulco seguiram caminhos distintos, mas terminaram expondo a mesma fragilidade: a dependência excessiva de um único modelo de desenvolvimento. Uma viu sua prosperidade ruir com o esvaziamento da indústria; a outra descobriu que a força do turismo não é suficiente quando a degradação institucional e a violência avançam. O Rio de Janeiro não é uma cópia de(Leia mais)

O VELO-CITY 2018 VEM AÍ, de Hugo Costa

O evento que será realizado no próximo ano no Rio de Janeiro – o Velo-City Global 2018 – é pano de fundo para o artigo do geógrafo Hugo Costa, que mostra mais uma face dos contrastes entre regiões e bairros cariocas, desta vez com análise sobre a malha cicloviária da cidade.  A continuidade dos projetos e obras para a instalação de ciclovias é essencial, assim como sua distribuição equilibrada. Boa leitura. Urbe CaRioca   O VELO-CITY 2018 VEM AÍ Hugo Costa* Um dos eventos mais famosos e importantes do mundo para mobilidade ativa acontecerá no Rio de Janeiro em 2018. Depois da bem sucedida recepção este ano em Amsterdam (Holanda) – que é conhecida pela sua grande malha cicloviária – o evento fará parte da política municipal carioca para a atração de eventos mundiais e ampliação do calendário turístico da cidade.(Leia mais)