Diário do Rio: Bancas de jornal do Rio deverão ser alinhadas e cumprir normas

Publicado no Diário Oficial do Município desta quinta-feira, decreto que determina que, a partir de agora, as bancas de jornal situadas nas calçadas do Rio de Janeiro deverão estar posicionadas de modo que alinhem suas respectivas partes traseiras aos logradouros ou edificações onde estão, em contiguidade com o limite interno do meio-fio ou com a extensão do elemento construído. Os jornaleiros terão até 90 dias para a adequação. Embora a notícia seja bem-vinda, a medida é apenas paliativa. O tema deveria ser objeto de exame e revisão geral na Cidade. Há lugares inadequados de onde as bancas deveriam ser eliminadas, além de muitas impedirem o trânsito de pedestres. E todas extrapolam limites de dimensões aceitáveis considerando o uso de áreas públicas, o empachamento da vista e, principalmente, a atual pouca utilidade. Urbe CaRioca Bancas de jornal do Rio deverão alinhar(Leia mais)

Inspirado em Malibu, posto “trambolho” invade a orla de Copacabana

O protótipo de uma cabine de salvamento dos bombeiros, inspirado na série televisiva americana da década de 90, “SOS Malibu”, está sendo montado nas areias de Copacabana, em frente ao Hotel Othon Palace. Influenciado pelas icônicas torres de salva-vidas projetadas pelo arquiteto William Lane, o “trambolho” deverá entrar em fase de testes, podendo ser, pasmem, efetivamente utilizado após um período de avaliação. Previsto para ser inaugurado ainda neste mês, caso aprovada, a nova cabine poderá ser replicada em outras áreas da orla, como na Praia da Reserva e a Praia da Barra, na altura do condomínio Alfabarra. Uma inaceitável ocupação de área pública e mais uma agressão à paisagem da cidade, destacando que trata-se de Área de Proteção Ambiental. Urbe CaRioca  Postos de Salvamento “estilo Miami” serão testados em Copacabana O Corpo de Bombeiros do Rio está testando dois protótipos(Leia mais)

Associações de moradores de Laranjeiras promovem abaixo-assinado pelo tombamento definitivo da Chácara Modesto Leal

Associações de moradores de Laranjeiras reunirão assinaturas nesta segunda-feira, dia 9 de maio, das 10h às 17h, na praça da General Glicério, em apoio ao projeto do deputado Carlos Minc. O parlamentar apresentou no início do mês de abril, na Assembleia Legistlativa do Rio de Janeiro (Alerj), projeto de tombamento ambiental e cultural da chácara Modesto Leal e do anexo onde foi instalado o primeiro Instituto Pasteur do mundo. O palacete já é tombado provisoriamente pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o que já impede a modificação de um imóvel, mas os moradores têm cobrado uma posição do poder público quanto ao entorno, com receio de alguma descaracterização pela construtora Bait Inc, que anunciou o residencial Bait Laranjeiras, com um moderno prédio com cerca de 68 unidades, erguido ao fundo do terreno. A  promessa é deixar tudo intacto, além(Leia mais)

Os “trigêmeos do Flamengo”, por Rafael Bokor

Recentemente, a página Rio Casas e Prédios Antigos, criada por Rafael Bokor, jornalista, escritor e guia de Turismo, publicou um post sobre o conjunto de edifícios Anchieta, Barth e Nóbrega, os “Trigêmeos do Flamengo”, uma construção do estilo art déco inaugurada em 1943. Esses prédios foram objeto da CrôniCaRioca “Quando eu era criança, 2019 – Beco do Tamandaré, em outubro de 2019. O primeiro fechamento dos espaços foi com um muro vazado, também divulgado pela página Reproduzimos abaixo o texto e sugerimos a leitura do post  “Quando eu era criança, 2019 – Beco do Tamandaré. Urbe CaRioca Os edifícios Anchieta, Barth e Nóbrega, apelidados pela Rio-Casas & Prédios Antigos de “Trigêmeos do Flamengo”, serviram de locação principal para o filme “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos e que está em cartaz agora nos cinemas de todo o Brasil. As personagens(Leia mais)

Grama sintética versus árvores de verdade: prioridades versus gastos públicos

No artigo abaixo, o arquiteto Roberto Rocha, integrante do Conselho Municipal de Meio Ambiente da Cidade do Rio de Janeiro (Consemac) e do Grupo Ação Ecológica (GAE), aponta uma contradição entre as prioridades da Prefeitura do Rio em relação às questões ambientais e climáticas. No final do último mês, foi publicada no Diário Oficial do Município a chamada da Fundação Parques e Jardins para licitação para a “Implantação e recuperação de campos de grama sintéticas de áreas de lazer” no valor aproximado de R$ 22 milhões ! O autor destaca a importância da manutenção e da implantação de novas áreas destinadas ao convívio coletivo, porém faz um comparativo de valores, tanto em dinheiro, quanto à utilidade pública da medida e aos serviços ecossistêmicos prestados, e questiona a falta de investimentos em áreas ambientais primordiais que há anos aguardam atenção. Urbe(Leia mais)

Decreto municipal proíbe caixas de som em praias do Rio de Janeiro

Nesta terça-feira, dia 26, mesmo dia em que a Prefeitura do Rio publicou no Diário Oficial, o decreto que veda o uso de equipamentos de som, incluindo os de pequeno porte e potência, para fins de apresentação de artistas de rua na Praça São Salvador, em Laranjeiras, e em suas redondezas, foi também publicado o decreto que proíbe o uso de caixas de som nas faixas de areia das praias da Cidade, bem como o uso dos amplificadores sonoros também em unidades de conservação de proteção integral do município. Segundo o previsto no texto, a Guarda Municipal será responsável por coibir o uso de caixas de som, podendo apreender o equipamento sonoro, excetuando-se os casos de uso em atividades desportivas ou de lazer autorizadas pela Prefeitura, além de eventos também previamente autorizados. O decreto refere-se apenas à faixa de areia(Leia mais)

Prefeitura do Rio proíbe uso de caixas de som na Praça São Salvador, em Laranjeiras

Há muitos anos, a movimentação que transformou a rotina e sobretudo as madrugadas da vizinhança da Praça São Salvador é alvo de reclamações de moradores da região. Tanto, que desde 2013 a página no Facebook Praça São Salvador  reúne fotos e relatos dos distúrbios. Um perfil no Youtube contém ainda vídeos das festas que se desenrolam até altas horas da madrugada. Após várias polêmicas ao longo de todo esse tempo, a Prefeitura do Rio publicou nesta terça-feira, dia 26, no Diário Oficial, decreto que veda o uso de equipamentos de som, incluindo os de pequeno porte e potência, para fins de apresentação de artistas de rua no local e em suas redondezas. O objetivo é atender a antiga demanda dos moradores, que reclamam de festas, rodas de samba e muitas apresentações até altas horas da madrugada na praça. Quem tiver(Leia mais)

Urbanismo da Cidade do Rio

A página oficial do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade divulgou em suas redes sociais as ações realizadas no mês de março em prol do Urbanismo na Cidade do Rio de Janeiro. Vale conferir: ✅ Os Circuitos do Patrimônio foram destaque na Revista Cidade Inova; ✅Também tivemos uma apresentação para toda a equipe sobre o Atlas do Patrimônio Urbano da Área Central do Rio; ✅ O programa Territórios Sociais fez uma ação de atendimento e divulgação do programa na Vila Kennedy e avançou na busca ativa no Morro da Providência, que faz parte da expansão do programa; ✅ Participamos do início das obras de desmontagem da Arena do Futuro, um exemplo de arquitetura nômade; ✅ O IRPH também prorrogou o prazo para a inscrição no Concurso Fotográfico Olhos de Ver. As fotos sobre o Centro da cidade podem ser enviadas até(Leia mais)

Mais sobre a questão da drenagem de rios e o saneamento, de Antônio Guedes

Em continuidade ao post “Reparo na canalização do Rio Carioca, no Cosme Velho, causa transtornos ao trânsito” reproduzimos novas imagens e o relato do Engenheiro de Operação Antônio Guedes sobre o ocorrido no bairro, destacando a necessidade de coesão sobre as questões. “O momento é de união”, afirma o autor das imagens. Urbe CaRioca O que aconteceu no Cosme Velho poderia ter sido uma tragédia. Se a galeria do rio Carioca se fechasse após uma tromba d’água, (o trecho) da calçada da Igreja até à praça sumiriam do ar. Os detritos que desceriam pela Rua da Laranjeiras avante provocaria um caos total na Cidade. O buraco aberto para reparos não seria “desse tamanho”, seria muito maior. O rio e as suas galerias têm que ser considerados como um rio vivo ainda. As águas que estão sendo coletadas desde os pés(Leia mais)