Morro do Pasmado – Autor de projeto paisagístico explica ações

Após a reprodução da matéria “Moradores de Botafogo reclamam da retirada de árvores no Mirante do Pasmado; veja antes e depois”, na qual é retratada a indignação de algumas pessoas que, através de registros e relatos, mostraram nas redes sociais o desmatamento do local feito pela Prefeitura em menos de um mês, recebemos informações, através do autor do projeto para requalificação do Parque Yitzhak Rabin, no Morro do Pasmado, Salvador Sa, sobre as ações e as medidas compensatórias das obras do Memorial do Holocausto. Leia mais

Desmatamento no Morro do Pasmado causa polêmica

Atualização em 14/09: O autor do projeto paisagístico que será implantado no local  – não noticiado explicitamente pelo G1 – entrou em contato com a Página Urbe CaRioca no Facebook. Na postagem a seguir damos publicidade à proposta.

Urbe CaRioca

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Publicamos vários textos a respeito da construção de um “monumento” no Morro do Pasmado, em uma área pública agora capitaneada pela iniciativa privada na enseada de Botafogo, na Zona Sul da Cidade. Leia mais

Mirante do Pasmado – obra do Prefeito na paisagem carioca

O prefeito do Rio ignorou os protestos e as ponderações de associações de moradores, arquitetos, urbanistas e defensores do patrimônio contrários à construção de um “monumento” no Morro do Pasmado, em uma área pública agora capitaneada pela iniciativa privada, e a efetivação de um crime ambiental patrocinado pelo próprio poder público, na enseada de Botafogo, na Zona Sul da Cidade. Leia mais

Rio: Por que a “Audiência Pública” para justificar construção no Mirante do Pasmado virou questão de Estado nacional ?, de Sonia Rabello

Neste artigo da professora e advogada Sonia Rabello, publicado originalmente no site “A Sociedade em Busca do seu Direito”, uma análise sobre mais um capítulo no imbróglio de “ilegalidades” que cercam a construção de edificação no topo do Mirante do Pasmado, na enseada de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Uma `audiência pública´ a posteriori das licenças irregulares concedidas pelo IPHAN e pela Prefeitura, e na qual a parte interessada declarou que ‘nada vai mudar’, pois as  `obras vão continuar´. Lei atropelada e o confronto com a comunidade local que será gravemente afetada”, destaca. Vale a leitura !

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