O MUSEU DO AMANHÃ CHEGOU À PRAÇA MAUÁ

Clique no link abaixo para saber como tudo se passou desde que seu primo-irmão Guggenheim, pretendente a ocupar o mesmo lugar, foi vetado. Urbe CaRioca: Guggenheim, Cidade da Música e Museu do Amanhã, dois pesos e duas medidas  No post Guggenheim, Cidade da Música e Museu do Amanhã, um Post.zitivo com ressalvas…
Crédito: Blog Panrotas, foto de Carla Lencastre
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OUTRAS CIDADES DA MÚSICA

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Citè de la Musique, Paris




The Country Music Hall of Fame and Museum,
Nashville, Tennessee



Sidney Opera House, Australia

 

Walt Disney Hall – Los Angeles, Estados Unidos



Esplanade – Theatres on the Bay, Cingapura





KyotoConcert Hall, Japão

Cité de la Musique et de la Danse, Strasbourg



Auditório de Santa Cruz de Tenerife, Ilhas Canárias



National Grand Theater of China, Beijing
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 Theater Architecture: 10 Modern Music Hall Masterpieces  Concert Hall Architecture – SelectionWeb Urbanist




ECÁ…

Abandonado, Rio de Janeiro

NOTA Todas as imagens foram obtidas em sites de turismo e em páginas sobre arquitetura, na internet.


OS CANDIDATOS E A URBE CARIOCA

O Blog divulga alguns pontos abordados pelos candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro em entrevistas concedidas ao jornal O Globo de 10/9 a 14/9/2012. Embora absolutamente tudo diga respeito à cidade e ao cidadão, os itens reproduzidos referem-se a aspectos urbanísticos específicos que já foram tratados neste espaço, tais como transporte público e o uso do solo. A ordem dos pretendentes é cronológica, igual à das publicações.  
Site Property in Rio
    =&0=& (Sobre as diferenças em relação ao prefeito)O prefeito vive sob a égide da trilogia asfalto, tijolo e cimento. E, para mim, as pessoas estão em primeiro lugar. Ele está preocupado com o asfalto liso, em fazer UPAs e clínicas da família, sem a responsabilidade de ter a segurança de que os equipamentos vão funcionar para valer. É impressionante, aonde eu vou, as pessoas dizem: “É de fachada.” (Sobre os transportes) O trânsito no Rio “apaulistizou-se” muito. Seria um absurdo advogar neste momento o rodízio, para ser São Paulo plenamente. A saída está no transporte de massa, de trilho. Em vez do BRT, em que se pretende gastar R$ 1,2 bilhão segregando pista na Avenida Brasil e fortunas em desapropriação, eu gastaria em aquisição de trens em parceria com a SuperVia, em parceria com o Metrô, para permitir uma mobilidade urbana muito melhor. Acho que as vans têm que ser incorporadas, mediante um processo licitatório individual, cada uma com seu roteiro, de fácil fiscalização por conta do GPS, e incorporadas ao Bilhete Único. =&4=&em relação à infraestrutura urbana, alguns pontos merecem alguma alteração. No bojo desse processo, também tem a recuperação da Zona Portuária, de que sou completamente a favor, mas, do ponto de vista de preocupação com o trânsito, sou completamente contra a derrubada da Perimetral. A solução viária proposta é inconsistente do ponto de vista da demanda presente e da demanda futura. Vai se construir muito e adensar aquela região, o que gera um trânsito permanente e regular que vai diminuir a velocidade média. Enfim, acho uma insensatez, até porque isso implica em R$ 1,5 bilhão que poderiam ser aplicados de outra forma na cidade.
Aspásia Camargo (on line 11/9)
(Sobre o principal problema ambiental da cidade) O saneamento ambiental como um todo. É o problema da coleta e do tratamento de esgoto e do lixo. (Sobre os transportes) Como a questão da saúde, que está invertida, o problema no transporte talvez seja ainda mais grave. A rede de transporte de metrô que existe em Paris, Londres e Nova York foi montada em 1905. Em Nova York, levou cinco anos para fazer metrô. Claro que essa rede se expandiu, mas o centro dessa rede foi montado naquela época e cem anos depois funciona normalmente. O que fazem no Rio é construir uma rede errada, torta, estranha e muito tímida. O número de quilômetros de metrô, é até vergonhoso dizer, não chega a 30 e poucos quilômetros, 50 quilômetros. É uma coisa insignificante. No que o prefeito pode ajudar? É aí que a questão está invertida. Temos 1,5 milhão de carros, 2,5 milhões de pessoas andando de ônibus e, depois, 500 mil no trem e 600 mil no metrô. E detalhe, as vans. Claro, a estrutura não atende as pessoas, ainda mais nessa cidade menos compacta. Pessoas vêm de longe e não têm como se conectar com uma rede tronco. Primeira questão, padecemos de falta de trilho. E a sustentabilidade que defendo tem que ter investimento ousado em trilho. Para ter grandes troncos receptores de outros meios de transporte. (Sobre remoções) Remoção como política, de jeito nenhum. Só podemos remover de área de risco e situação de inconveniência, e fazer a urbanização de maneira negociada. Quando urbanizar uma favela, tem que criar e abrir vias de acesso. Isso implica, sim, remoções, mas remoções pagas, indenizando os trabalhadores. Mais de 1 milhão de pessoas estão nessa situação. // Sempre protegi o Jardim Botânico dessa loucura. É uma área de preservação ambiental. A diferença é que o Cantagalo nunca foi uma área de preservação ambiental. O Jardim Botânico é três ou quatro vezes protegido, com tombamento, unidade de conservação, patrimônio. Sou a favor de remoções apenas nas áreas de risco e de proteção ambiental.
Rodrigo Maia (on line 12/9)
(Sobre as administrações de Cesar Maia) Não vou negar o meu passado e aquilo que o Cesar Maia acertou e aquilo que acreditamos. Que um legado importante foi abandonado pelo Eduardo, vamos tratar disso. (Sobre a aprovação automática) Olha, vamos deixar uma questão clara sobre a aprovação automática: a aprovação automática no Rio não acabou. Vou mostrar para vocês como ela não acabou nem no segundo, nem no primeiro ciclo. // Eles mandam uma determinação para os professores que só podem reprovar 8% no primeiro segmento e 16% no segundo. =&12=&=&13=& Primeiro, pegaria o dinheiro da Transbrasil e colocaria no trem e no metrô. // A prefeitura de São Paulo colocou. Pegaria esse dinheiro e colocaria parte no trem e parte no metrô. Acredito que, se a gente quer fazer uma cidade grande, de primeiro mundo, não é através de ônibus.  =&14=&

Guggenheim, Cidade da Música e Museu do Amanhã, dois pesos e duas medidas

No Post Guggenheim, Cidade da Música e Museu do Amanhã, um Post.zitivo com ressalvas há o seguinte parágrafo:

Se a instalação do Museu do Amanhã pode ser positiva para o Rio, embute uma face perversa: remete de imediato à Cidade da Música, deixada inconclusa, um embargo indireto e intencional. Se entre as alegações contra o Guggenheim estava o gasto público excessivo, as perdas com a obra da Cidade da Música paralisada deveriam ser igualmente aferidas. Já em relação ao projeto de Calatrava, não se ouviu uma palavra contrária.” Leia mais

Guggenheim, Cidade da Música e Museu do Amanhã, um Postzitivo com ressalvas.

Em princípio, toda cidade gostaria de receber um projeto futurista do famoso arquiteto Santiago Calatrava.
Santiago Calatrava – Museu do Amanhã
Deixemos agora de lado custos e prioridades, aspectos sempre levantados no caso de obras de grande porte que não são escolas ou hospitais. Revitalização da Zona Portuária, tema interessante, construção sustentável, coberturas dinâmicas, grife e muita, muita divulgação. Se construído, mantido e usado, poderá, sim, vir a ser um novo ícone no Rio de Janeiro. E este um genuíno Post.zitivo, sobre ação governamental digna de elogios. Mas, cabe perguntar por que o Museu poderá ser feito agora e no Pier Mauá, alvo de tantas outras propostas mal sucedidas?
Jean Nouvel – Museu Guggenheim

Outro museu, voltado para as Artes Plásticas, foi planejado há alguns anos: também no Pier, também para dar impulso à revitalização da Zona Portuária, também um ícone na origem – o Museu Guggenheim – e projetado pelo não menos famoso arquiteto Jean Nouvel. Mas, o Guggenheim não foi adiante. Em meio a polêmicas e ações judiciais contrárias ao projeto, o plano foi vetado, embargado e o contrato com a Fundação Guggenheim suspenso. Justificado ou não, o que se sabe é que o Governo Federal -Companhia Docas – era dono do Pier e as ações foram impetradas pelos partidos da oposição ao Governo Municipal, o que por si bastaria para demonstrar que divergências políticas deram origem ao embargo.

Christian de Portzamparc – Cidade da Música

E assim nasceu a Cidade da Música, nova tentativa de dotar a cidade de um equipamento cultural de porte, em terra do município, sem depender da boa vontade de outras esferas políticas, com projeto do igualmente famoso arquiteto Christian de Portzamparc. Leia mais