Arquivo da Cidade ganha acervos de engenheiros e arquitetos*

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Desde 2012 o Arquivo da Cidade desenvolve, em parceria com a Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (SEAERJ), o projeto “Com régua e compasso, os traços da Cidade. Engenheiros e Arquitetos do Rio, sua trajetória na Administração Pública”. A série de entrevistas tem como objetivo coletar as narrativas destes profissionais que exerceram as suas atividades na administração pública do Rio de Janeiro, em suas várias instâncias institucionais.[...] Leia mais

CIDADES EM TRANSFORMAÇÃO – LANÇAMENTO DE LIVRO

=&0=&=&1=&=&2=& =&3=&=&4=& =&5=& =&6=& =&7=& =&8=& =&8=& =&8=& =&11=& =&12=& =&13=& =&14=& Este livro enfoca experiências de seis cidades portuárias (Nova York, Londres, Cidade do Cabo, Havana, Buenos Aires e Rio de Janeiro), que se dispuseram a enfrentar os desafios de renovação de seus centros históricos e de áreas portuárias, com o propósito de reverter os processos de esvaziamento e degradação. Em geral, essas dinâmicas foram resultado dos modelos de urbanização espraiada, com ênfase no automóvel privado e, também, dos processos de regionalização e globalização. A nova divisão internacional de trabalho deslocou os centros de produção e as trocas comerciais ganharam ímpeto, pela acelerada revolução dos meios de comunicação e de transporte, simultaneamente ao lento e irrevogável desaparecimento das fronteiras nacionais. Desenhou-se uma nova geografia das centralidades globais, enquanto outros centros antigos entraram em processos irreversíveis de estagnação. =&15=&

PAINEIRAS: NOTÍCIA DO ÚLTIMO DIA 13 DE NOVEMBRO

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Sobre o caso do COMPLEXO DAS PAINEIRAS – construção que começou a ser executada na Floresta da Tijuca onde existiu um hotel com o mesmo nome – publicamos:


Imagem: www.niciamafra.com


29/08/2013 – COMPLEXO PAINEIRAS, O ELEFANTE SUBIU O MORRO;


11/09/2013 – NOTÍCIAS – 11/09/2013: Jardim Botânico, Paineiras, Guaratiba, e Jogos Olímpicos (com link para o primeiro artigo de Leonel Kaz)



No último consta o link para outro artigo de Leonel Kaz a respeito – EXTRA! EXTRA! DECISÃO LEGAL SUSPENDE OBRA NO CORCOVADO – publicado também na Revista Veja após notícia veiculada no jornal O Globo em 31/10 dando conta de que o Tribunal de Contas da União – TCU havia suspendido a construção do Complexo Turístico.

Em 13/11 Ernesto Neves escreveu, na mesma Revista Veja, texto que contém os antecedentes do caso e uma interessante tabela comparativa que mostra os itens do programa previsto em 2008 e os atuais, com a inclusão inexplicável de um Centro de Convenções entre outros que ampliam o porte da construção significativamente.



Tabela publicada na matéria A GARAGEM DA DISCÓRDIA



Embora o título seja A GARAGEM DA DISCÓRDIA, há muitíssimo mais do que discordar neste estranho projeto. Por exemplo, o desrespeito às normas urbanísticas vigentes e a ausência de notícias sobre o licenciamento feito pela Prefeitura do Rio de Janeiro, ou sobre o devido embargo das obras pela fiscalização municipal, pois as mesmas não podem ter sido autorizadas, considerando que o proposto não é permitido no local.

Segundo outra informação sobre a paralisação das obras, de 04/11/2013 (www.noticias.band.uol.com.br), hoje terminou o prazo para que O Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio), o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), a administração do Parque Nacional da Tijuca e o consórcio Paineiras Corcovado apresentem “explicações sobre as possíveis falhas”.


Melhor teria sido “pela impossível obra”.
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PEDRAS PORTUGUESAS E CARIOCAS

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Calçada da Avenida Atlântica, Leme e Copacabana, Rio de Janeiro
Picasa Web Albuns
Falar sobre pedras portuguesas no Rio de Janeiro é atrair polêmica, na certa. Há quem as odeie e quem as defenda. O Urbe CaRioca está no segundo grupo: é apaixonado pelas calçadas do Rio revestidas de pedras portuguesas, sejam lisas ou formando lindos desenhos. São herança da terrinha, de lá onde estão as nossas raízes lusitanas. Vieram depois do calçamento pé-de-moleque e do calçamento português constituído de pedras gigantescas de granito rejuntadas com pedras menores, que ainda existem em alguns bairros.
Antiga Rua da Ajuda, início do século XX. Proximidades
do Teatro Municipal, Centro, Rio de Janeiro
É possível observar as calçadas revestidas com grandes pedras de granito

Há muitas vantagens no calçamento de pedras portuguesas. Entre elas, o fato de ser revestimento permeável, qualidade necessária para a absorção parcial das águas de chuva nesse Rio tropical de tantas enchentes e alagamentos, cada vez mais presentes função das mudanças climáticas, diz-se.

Outro aspecto importante é a facilidade da retirada e colocação para mudanças e consertos na confusa rede de instalações subterrânea. As diferenças de coloração que surgem nos trechos refeitos logo desaparecem com a ação do tempo, garantindo a uniformidade do conjunto das calçadas.[...] Leia mais

Mais Metrô 8 – Linha 1 + Linha 4 + Praça + Árvores = Mistura Confusa

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Mais Metrô 8 – Linhas 1 + Linha 4 + Praça + Árvores = Mistura Confusa                       

O Urbe CaRioca foi à manifestação na Praça Nossa Senhora da Paz, ouviu discursos e comentários; pesquisou sobre o histórico dos projetos; conversou com interessados; recebeu pedidos de explicações; e concluiu: (1) há desinformação e confusão gerais sobre o Metrô; (2) a propaganda forte do Governo Estadual  – inclusive promovendo visitas à obra na Barra sem definir a ligação com a Zona Sul – trocou o nome da Linha 1; (3) a mídia impressa, virtual e televisiva absorveu a estratégia e já se refere à Linha 1 como Linha 4, inclusive o RJTV, noticiário local de enorme audiência; (4) o =&1=& é necessário e entra na categoria=&2=&=&3=&=&4=&=&5=&. O assunto inesgotável não cabe em uma postagem. Por isso os pontos principais estão apresentados em tópicos. A quem se interessar, vale dedicar paciência e um pouco de tempo à leitura “ping-pong”, através de links incluídos ou indicados que são úteis e fundamentais para o entendimento. O =&6=&=&7=& merece. Bons estudos CaRiocas! 1.     O Urbe CaRioca deu início à série sobre o Metrô com o texto O Metrô e a Praça, seguido por Mais Metrô, e Mais Metrô 2 a Mais Metrô 7. O primeiro é texto de uma página. Os demais são postagens pequenas, explicativas e opinativas. Os links estão neste blog, à direita; =&9=&A Linha 1 não é a Linha 4– A Linha 1 começa na Tijuca, Estação Uruguai, desenvolve-se em arco pelo Centro e Zona Sul até o Jardim de Alah. As Estações Nossa Senhora da Paz e Jardim de Alah não foram construídas. Portanto, o que se anuncia é o prosseguimento da construção Linha 1. a.       =&13=& – Linha circular. Incluiria Estação Álvaro Chaves (Botafogo), Rua Uruguai (Tijuca), General Osório (Ipanema), Praça da Paz (Ipanema), Jardim de Alah (Ipanema), Praça Antero de Quental (Leblon), Praça Santos Dumont (Gávea) e túnel através do maciço da Tijuca para unir Zonas Sul e Norte. b.      Linha 4: Projeto Original – Estação Alvorada, Barra Shopping, Parque das Rosas, Shopping Downtown, Estação Barra Point, Jardim Oceânico, Praia do Pepino, Fashion Mall, PUC, Praça Santos Dumont, Jardim Botânico, Hospital da Lagoa, Maria Angélica, Humaitá, Largo dos Leões, Botafogo, Laranjeiras e Carioca  (Fonte: Blog Metrô do Rio em Metrô paraTodos, que descreve as alterações). 3.     A Linha 2 não é a Linha 1 – A Linha 2 começa na Pavuna e termina na Praça XV. Cruza a Linha 1 na Estação Carioca. Não foram feitas as Estações Catumbi e Cruz Vermelha (esta chegou a ser escavada e depois tampada). A plataforma da Linha 2 na Carioca foi construída. Porque a ligação não foi feita, a plataforma foi alugada para uma universidade (!): funciona dentro da Estação Carioca, aonde deveriam chegar os moradores da Zona Norte e Baixada, via trem, que trabalham no Centro. Ali e no Estácio seria feita a baldeação da Linha 2 para a Linha 1. 4.     A Praça em Ipanema – A Estação Nossa Senhora da Paz está prevista desde os anos 1970. A Linha 1 terminaria no Jardim de Alah. O Governo do Estado aumentou o trajeto até a Praça Antero de Quental para dali continuar até a Gávea, batizando a continuação da Linha 1 e sua ampliação, de Linha 4 (V. Breve História do MetrôFluminense). 5.     A Praça e as Árvores – A Praça é linda. Tem muitas árvores centenárias. É tombada desde 1993. O tombamento, entretanto, nem sempre impede que se façam intervenções, muito pelo contrário. Basta que os órgãos responsáveis pela proteção do Patrimônio Cultural limitem-se à análise técnica e autorizem o que entenderem ser compatível com o bem tombado, tenha sido o tombamento instituído por decreto ou por lei. Dá no mesmo.
Praça N. S. da Paz e Monumento a Pinheiro Machado, bens culturais tombados desde 1993.
Imagem: Wikipedia
6.     Ter ou não ter a Estação na Praça – Embora a preocupação com a destruição da Praça e o corte das árvores tenha razão de ser, o discurso, às vezes fraco, dá margem a muitas interpretações e contestações: “Não somos contra o Metrô, mas queremos que a praça fique como está”; “Já temos Metrô em Ipanema e haverá Jardim de Alah, aqui não precisa”; “Criei meus filhos aqui”; “Deixem a praça em paz”.Há quem seja a favor: “Vamos minimizar os impactos”; “Já conseguimos benefícios do Estado” (quais?). Argumentos pouco consistentes são facilmente taxados de elitistas. A necessidade da estação é decisão técnica. A distância entre as Praças General Osório e N. S. da Paz é de aproximadamente 850m. Entre a primeira e o Jardim de Alah, 2000m. Basta consultar Distâncias Entre Cada Estaçãoda Linha 1 para  verificar que a Estação é necessária, assim como o são as Estações  Morro de São João, abandonada entre Botafogo e Cardeal Arcoverde, e Cruz Vermelha, também abandonada e parte da Linha 2. Quanto às árvores e ao uso da praça só restaria buscar alternativas de projeto. As distâncias: General Osório <—> Cantagalo: 900 metros.
Cantagalo <—> Siqueira Campos: 1.100 metros.
Siqueira Campos – Cardeal Arco Verde: 750 metros.
Cardeal Arco Verde <—> Botafogo: 1.500 metros.
Botafogo <—> Flamengo: 1.400 metros.
Flamengo <—> Largo do Marchado: 750 metros.
Largo do Machado <—> Catete: 500 metros.
Catete <—> Glória: 650 metros.
Glória <—> Cinelândia: 1.100 metros.
Cinelândia <—> Carioca: 400 metros.
Carioca <—> Uruguaiana: 600 metros.
Uruguaiana <—> Presidente Vargas: 500 metros.
Presidente Vargas <—> Central: 600 metros.
Central <—> Praça XI: 1.000 metros.
Praça XI <—> Estácio: 800 metros.
Estácio <—> Afonso Pena: 1.300 metros.
Afonso Pena <—> São Francisco Xavier: 700 metros.
São Francisco Xavier <—> Saes Peña: 1.000 metros.
7.     Consequências do prolongamento da Linha 1 até Leblon e Gávea – Fazer um “puxado” na Estação General Osório, adaptando-a à segunda plataforma, não prevista; obra mais cara; fechamento das estações G. O. e Cantagalo; escolhas feitas em detrimento da verdadeira Linha 4, trajeto menor para ligar a Barra da Tijuca ao Centro, objetivo primordial dessa Linha; estação Gávea – parte da Verdadeira Linha 4 – seria feita em dois níveis para permitir as ligações Barra-Centro e Gávea-Tijuca, por baixo do maciço: o Governo do Estado quer agora fazer um nível só. 8.     Prioridades e questões administrativas – É o uso do correto do Poder Discricionário? É possível rebatizar da Linha 1 de Linha 4 e não realizar licitação para a obra, conforme afirmam algumas notícias que ocorreu? Não é assunto para o Urbe CaRioca, que deixa as perguntas para Juristas, Procuradores, Controladores e o Ministério Público. Para elaboração deste texto foi inestimável a colaboração do Blog Metrô do Rio. Lá, à direita da página, estão os links listados e separados por cada Linha do Metrô com todas as explicações, projetos, traçados, mapas, o que foi e o que deixou de ser feito, e as modificações projetadas ao longo dos anos.

                    Imagens da manifestação na Praça N. S. da Paz, sábado, dia 12/05/2012 – Acervo Urbe CaRioca[...] Leia mais

UtilitáRio, Urgente

UtilitáRio 

  • Hoje, às 21h30min programa da Miriam Leitão na Globonews, gravado na Zona Portuária, onde, durante as escavações para obras de drenagem no escopo do projeto de revitalização da região, foram encontrados achados arqueológicos de valor inestimável para a História da Cidade. Segundo informou o Blog Sonia Rabello essas ruínas serão cobertas ao final das obras (v. www.soniarabello.blogspot.com.br). No mesmo site, imagens impressionantes dos achados, já divulgados pelo Urbe CaRioca. Devem ser vistas. As ruínas, deveriam continuar à vista. 
  • Sábado, dia 12/5, às 10h, manifestação de moradores na Praça Nossa Senhora da Paz a respeito das obras do Metrô. Divulgado em nota no Jornal O Globo e no Caderno Zona Sul.
  • [...] Leia mais

    Mais Metrô 6 e UtilitáRio

    =&0=& Com o Mais Metrô 6 o Urbe CaRioca dá início à série =&2=&, postagens dirigidas à população em geral destinadas a contribuir com informações que sejam úteis no sentido mais amplo: questões presentes e oportunas, assuntos que podem ser aprofundados por especialistas no tema apresentado, e outros que sejam encaminhados a este blog. Primeiro UtilitáRio: O que é METRÔ EM REDE? A resposta destina-se primordialmente ao Governo Estadual e, naturalmente, a todos os demais que se interessarem pelo assunto.

    Segundo o Dicionário Houaiss – acepção 3 – REDE é: “conjunto de estradas, tubos, fios, canais etc. que se entrecruzam”. A definição parece ser é suficiente para que se compreenda o que vem sendo pedido aos administradores da cidade. Apenas a REDE permitirá a distribuição, pelo território do município, dos benefícios que traz um meio de transporte limpo e rápido como é o Metrô,  e não o que já pode ser chamado Metrô de Uma Linha Só, existente no Rio de Janeiro e em vias de continuar assim.[...] Leia mais