Cinco fantasmas velando por uma cidade que é uma só – Ideias para nos defender dos vírus agora e para sempre, de Luiz Carlos Toledo

Neste artigo, o arquiteto Luiz Carlos Toledo, de forma singular, relata a sua conversa com seis “fantasmas” sobre a pandemia. Entre os espectros presentes, estavam o seu pai, amigos e arquitetos,  sentados à mesa do extinto Bar Jangadeiros, “servidos pelo falecido garçom Simões”. Todos preocupados com as futuras gerações, condenando o egoísmo e o comportamento suicida da população que sabota o afastamento social. O excelente texto reproduzido abaixo foi publicado no  caderno Minha Cidade, do Portal Vitruvius de Arquitetura e Urbanismo. Leia mais

A Roda-Gigante finalmente chega à Zona Portuária do Rio!

No primeiro fim de semana de funcionamento da Rio Star, a maior roda-gigante da América Latina, centenas de pessoas fizeram filas para desfrutar o passeio no brinquedo de 88 metros de altura na Praça Muhammad Ali, na Zona Portuária do Rio.

O equipamento, que  chama a atenção de quem passa pela Via Binário e pelas ruas da região, confirma que será uma grande atração turística, ocupando uma área de 2560 m²  e com expectativa de receber um milhão de pessoas todos os anos. Leia mais

Zona Portuária começa a deslanchar

Nos últimos meses, mudanças na Zona Portuária do Rio de Janeiro têm renovado a expectativa em relação à revitalização da região e ao aumento de sua atratividade às atividades de negócio.

Edifícios comerciais – No início deste semestre, o Grupo Bradesco Seguros inaugurou sede na região do Porto Maravilha em um prédio que concentra mais de três mil funcionários e colaboradores da companhia, e conta com certificado internacional de sustentabilidade, ambientes abertos e bem iluminados. Leia mais

E a Roda-Gigante foi para a Zona Portuária do Rio!

Nesta semana foi noticiado que a roda-gigante “Rio Star”, que está sendo construída na Zona Portuária do Rio de Janeiro, já está com 75% de sua estrutura montada e, em breve, deverá ser inaugurada.

O equipamento, que  chama a atenção de quem passa pela Via Binário e pelas ruas da região, promete ser uma grande atração turística, ocupando uma área de 2560 m² e medindo 88 metros. e com expectativa de receber um milhão de pessoas todos os anos. Leia mais

Estação Ferroviária Leopoldina – Barão de Mauá, por Glória de Castro

Neste artigo, Glória de Castro, do grupo SOS Patrimônio, destaca a situação da Estação Ferroviária Leopoldina, no Centro do Rio, e lamenta o descaso com a memória de nossa cidade e o desinteresse das autoridades competentes. “Um patrimônio histórico relegado ao abandono. Laudo da PF diz que partes da Estação Leopoldina correm o risco de desmoronar, e que há avançado comprometimento estrutural do local”, afirma. Este espaço urbano-carioca indaga aos gestores públicos que providências pretende adotar para recuperar a importante edificação e integrá-la novamente à vida da cidade, requalificando as áreas vizinhas, inclusive em termos de segurança pública. Boa leitura. Urbe CaRioca

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA LEOPOLDINA – BARÃO DE MAUÁ

Glória de Castro

Nós, com a conivência dos (in)competentes e (in)eficazes administradores que temos tido, continuamos comendo moscas em relação ao mundo…

A Estação Ferroviária Leopoldina – Barão de Mauá foi inaugurada em 1926 e fechada em 2004, quando pertencia à SuperVia. Localizada próxima ao Centro do Rio justamente para facilitar o acesso da população, a Estação Leopoldina atualmente tem dividido suas ações entre a cultura, o lazer e a realização de alguns shows. Leia mais

Arquivo da Cidade ganha acervos de engenheiros e arquitetos*

UtilitáRio

Desde 2012 o Arquivo da Cidade desenvolve, em parceria com a Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (SEAERJ), o projeto “Com régua e compasso, os traços da Cidade. Engenheiros e Arquitetos do Rio, sua trajetória na Administração Pública”. A série de entrevistas tem como objetivo coletar as narrativas destes profissionais que exerceram as suas atividades na administração pública do Rio de Janeiro, em suas várias instâncias institucionais. Leia mais

Puxadinho nos Arcos da Lapa

… E a cidade informal no artigo de Luiz Fernando Janot

Enquanto a cidade informal – favelas e loteamentos irregulares e clandestinos – se expande sem parar, e a Prefeitura trata de mudar as leis urbanísticas vigentes para aumentar o potencial construtivo dos terrenos em nova benesse para o mercado imobiliário oficial, cresce um puxadinho colado a um dos monumentos tombados mais antigos da Cidade do Rio de Janeiro: os Arcos da Lapa. Leia mais

Uso e Ocupação do Solo CaRioca – PLC 57/2018, comentários iniciais

No dia 21/03 passado divulgamos neste site o texto integral do Projeto de Lei Complementar n. 57/2028 no post Uso e Ocupação do Solo Carioca – A proposta da Prefeitura.

Da Justificativa apresentada pela Prefeitura no encaminhamento à Câmara de Vereadores destacamos “A cidade contemporânea deve ser múltipla, deve poder renovar suas dinâmicas sempre que necessário, deve fomentar a mistura dos usos e dos habitantes, de modo a criar vida em seus ambientes. Vida é segurança. Espaços ermos são inseguros por definição. A mistura de usos pode permitir que ruas residenciais tenham algum movimento em todas as horas do dia, sem gerar desconforto para seus moradores” e as afirmações que a “proposta proposta permite simplificar o licenciamento das atividades, permitindo a legalização de vários estabelecimentos que hoje funcionam clandestinamente ou que têm suas capacidades reduzidas devido às exigências da legislação vigente. Os benefícios são muitos e rápidos: maior facilidade para abrir e gerenciar serviços e negócios pode aumentar sensivelmente a arrecadação municipal, elevar os índices de emprego e ainda distribuir mais adequadamente a demanda de passageiros e cargas pelos sistemas de transporte da cidade. (…) As atividades só serão permitidas em zonas residenciais caso não causem impactos à vizinhança ou caso tenham seus possíveis impactos efetivamente mitigados. (…) foi eliminada a possibilidade de que o ruído, o fluxo ou a poluição gerada por essas atividades venha a causar incômodos aos moradores, uma das maiores preocupações relacionadas à proximidade entre residências e atividades comerciais. Ao contrário, a nova legislação estabelece um marco simples e fácil para identificar quando o poder público precisará intervir para assegurar a paz e a correta convivência entre os diversos usos”. Leia mais