Metrô Estação Gávea – PUC divulga nota

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) divulgou nota a respeito da decisão do governador de aterrar o buraco onde funcionaria a estação de metrô da Gávea. Assinada pelo Vice-Reitor de Desenvolvimento da PUC-Rio, Sergio Bruni, a instituição diz que a proposta anunciada por Wilson Witzel “ignora completamente aspectos técnicos básicos”, acrescentando que, dependendo da forma como o aterramento for executado, “poderá até ampliar os riscos já existentes”. De acordo com a universidade, as soluções técnicas ainda em análise indicam que “a melhor hipótese é, sem dúvida, a conclusão das obras da Estação”, mas que se o governo estadual optar por outra saída a estratégia mais indicada seria o término das edificações brutas da estação, ou seja, “implementação de estruturas permanentes de contenção das escavações”. Confiram a íntegra da nota abaixo. Urbe CaRioca

ESTAÇÃO GÁVEA – ENTERRANDO DINHEIRO PÚBLICO

Este site urbano-carioca vem reproduzindo a ótima série sobre a história do Metrô – elaborada e publicada pela página “Metrô que o Rio Precisa” – que teve início com Pré História do Metrô do Rio e Início das obras e Inauguração do Metrô. Curiosamente, o governador do Estado do Rio de Janeiro anunciou nesta quinta-feira, dia 5, que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea será aterrado, conforme notícia veiculada no Jornal “O Globo“, já com grande repercussão. Infelizmente, caso a estranha decisão se concretize, não será a primeira vez que uma estação de Metrô planejada e com obras iniciadas, seja abandonada. A Estação Cantagalo resumiu-se a um buraco durante anos, enquanto governadores se digladiavam sobre de quem seria a responsabilidade a respeito: ao menos, foi concluída. O buraco da Estação Cruz Vermelha teve pior sorte, tanto quanto os cariocas que a(Leia mais)

Início das obras e inauguração do Metrô

Em continuidade à série de postagens sobre questões, curiosidades e o histórico do Metrô do Rio, publicadas pela página “Metrô que o Rio Precisa”, temos neste capítulo o início das obras e  a sua inauguração. Parte I – Pré História do Metrô do Rio Urbe CaRioca Início das obras e inauguração do Metrô Publicado originalmente na página “Metrô que o Rio Precisa” A Linha Prioritária (Saens Peña – Nossa Senhora da Paz), segundo o Estudo de Viabilidade (1968), deveria estar concluída em 1975, mas, devido a dificuldades, a Companhia do Metropolitano – METRÔ, decidiu construir só o trecho central, ligando a Praça Onze até a Glória, com 4,5 km de extensão. A conclusão desse trecho visava a integração com os trens metropolitanos (hoje chamado de Supervia) e também a eliminação de milhares de ônibus que entupiam o Centro. Uma das preocupações do METRÔ era(Leia mais)

Pré História do Metrô do Rio

Muita gente às vezes pergunta por que o metrô anda tão cheio? Por que para no meio do caminho, por que não temos mais estações? O que aconteceu com a estação Cruz Vermelha? Por que a estação Carioca é tão grande? Por que duas estações General Osório? Por que temos que saltar em Botafogo para trocar de trem? Essas e outras questões e curiosidades serão respondidas em uma série de postagens pela página “Metrô que o Rio Precisa”, contando um histórico do metrô. Urbe CaRioca Pré História do Metrô do Rio Publicado originalmente na página “Metrô que o Rio Precisa” Apesar de ter sido inaugurado em março de 1979, o metrô possui uma espécie de “pré-história” pouco conhecida. Uma pequena legenda antes para entender certos termos usados no texto: – Metrô: modal de trem urbano que trafega no tecido da metrópole – METRÔ(Leia mais)

Ainda o Metrô: Estação Gávea

Dando continuidade à questão do Metrô do Rio, após a publicação recente dos artigos “Metrô: abaixo-assinado pela conclusão da Linha 2”, sobre o abaixo-assinado que circula na internet e pede a conclusão da Estação Praça da Cruz Vermelha – Linha 2 MetrôRio, e “Metrô – Linhas cruzadas”, sobre o destaque ao alardeado projeto da Linha 4,  as obras inacabadas da Estação da Gávea e a plataforma fantasma da Linha 2, desativada na Carioca, além de uma nova “gambiarra” à vista no “metrô tripa”, temos a publicação veiculada na Folha de São Paulo, trazendo à tona, mais uma vez, o cenário das obras da estação Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e que se arrasta há anos. “Os dois buracos estão cobertos, os funcionários não circulam mais, e já não se ouve o barulho das máquinas. Esse é o cenário das(Leia mais)

Metrô: Abaixo-assinado pela conclusão da Linha 2

Circula na internet abaixo-assinado que pede a conclusão da Estação Praça da Cruz Vermelha – Linha 2 MetrôRio. Este site considera a conclusão da Linha de enorme importância para o sistema viário da cidade. A construção do trecho Estação Praça da Cruz Vermelha, Estação Carioca e Estação Praça XV será de grande valia para a população carioca, levando mais conforto e rapidez durante os deslocamentos, em especial para os moradores da Zona Norte. Para assinar, clique aqui.

Metrô: Linhas Cruzadas

Há algum tempo, este Urbe CaRioca não traz à tona novas questões relativas ao metrô do Rio, aquele que chamamos de “metrô tripa”. Em muitas ocasiões, nosso site repetiu à exaustão que o alardeado projeto da Linha 4 do Metrô – obra apresentada também como ‘legado olímpico’ – é, na verdade, a extensão da Linha 1 pelos bairros de Ipanema e Leblon até a Gávea. Na verdade, a Linha 4 deveria ligar o Centro à Gávea via Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Gávea e, a partir da Estação Gávea, seguir em direção à Barra da Tijuca, conforme o traçado da Linha 4 verdadeira, o que teria trazido inúmeros benefícios para a mobilidade urbana da Cidade do Rio de Janeiro, compreendendo um legado real para os cariocas. Hoje, entretanto, temos a situação da Estação Gávea sem conclusão – com as obras paradas desde(Leia mais)

“O caos no transporte urbano !”, por Luiz Antonio Cosenza e Miguel Bahury

Neste artigo, publicado originalmente no Jornal do Brasil,  Luiz Antonio Cosenza, Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) e Miguel Bahury, Conselheiro do CREA-RJ, ex-Secretário Municipal de Transportes, ex-Presidente do Metrô e da CET-RIO, destacam a situação caótica na qual chegou o transporte público no Rio de Janeiro, marcada pela” falta de planejamento, a desorganização tarifária, a ausência de controle e de fiscalização”. Vale a pena a leitura. Urbe CaRioca O CAOS NO TRANSPORTE URBANO! O sistema de transportes no Rio de Janeiro atingiu o caos. A mobilidade urbana está à beira do colapso. A falta de planejamento, a desorganização tarifária, a ausência de controle e de fiscalização deixam os usuários entregues à própria sorte. Veículos com idade média superior a quatro anos circulam em condições precárias, muitos com chassis inadequados e com degraus altos,(Leia mais)

Vendo o Rio, 2018 – o terreno da antiga Cia. Ferro-Carril Jardim Botânico

Enquanto este Urbe CaRioca preparava um post com o título As Cidades Precisam Respirar, surge uma notícia desalentadora. O Governo Estadual vendeu um terreno situado no bairro do Flamengo, limítrofe com o Catete, que receberá um empreendimento residencial. A surpresa não foi tão grande, considerando decisão do então governador Sérgio Cabral em 2012 de colocar vários imóveis Próprios Estaduais à venda – o governo precisava fazer caixa – medida que comentamos em algumas das nossas postagens mais lidas (Vendo o Rio no Estado – Estudo de Caso – Botafogo, Quartel da PM, a Enorme Pequenez, e Adeus, Terreno do Batalhão, Adeus, Praças em Botafogo). Mas, o enorme terreno no Flamengo não estava na primeira listagem, e torcíamos para o assunto ser esquecido! Trata-se do imóvel onde existiu a garagem de bondes da região, que mais tarde, se a memória não falha, abrigaria(Leia mais)

ENTERRANDO AS CICATRIZES CARIOCAS, de Hugo Costa

O geógrafo Hugo Costa analisou a proposta da Prefeitura do Rio que pretende permitir construções sobre as linhas férreas do Rio de Janeiro, com o intuito de integrar partes de bairros que são ou foram separadas por aquelas intervenções, ideia que também se aplicará a um trecho da Avenida Presidente Vargas. O autor apresenta um breve histórico sobre a formação dessas áreas e questiona alguns aspectos relacionados. Boa leitura. Urbe CaRioca    ENTERRANDO AS CICATRIZES CARIOCAS Qual o objetivo da desobstrução dos bairros cariocas causada pelos trilhos do transporte público. Criar Áreas Verdes e Parques Públicos, ou mais uma vez a Prefeitura atenderá ao capital especulativo na cidade do Rio de Janeiro? Recentemente veio a público, outra vez, a ideia de reconectar dois lados de vários bairros cariocas historicamente cortados por linhas férreas. A divisão derivou-se basicamente de dois modelos:(Leia mais)