Estação Gávea – MPRJ é contrário ao uso de verbas públicas

Após o governador do Estado do Rio de Janeiro ter anunciado que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea seria aterrado, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) emitiu posicionamento sobre as obras da Linha 4 do metrô para conclusão da estação Gávea no qual defende a retomada das obras, porém sem o uso de verbas públicas, e que, com recursos próprios, a Concessionária Rio Barra S.A realize as obras brutas e arque com os custos.[...] Leia mais

Estação Gávea – Metrô ioiô

Após o governador do Estado do Rio de Janeiro ter anunciado que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea seria aterrado, e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ter entrado com uma ação civil pública para que as obras da Linha 4 do metrô fossem retomadas, um novo capítulo deste imbróglio.

No fim de setembro, o governador Wilson Witzel recuou e afirmou um dos principais entraves para a continuidade das obras — a falta de recursos — seria solucionado utilizando-se dinheiro recuperado da Lava-Jato e parte da arrecadação dos royalties do petróleo.[...] Leia mais

Metrô – MPRJ entra na Justiça para que o Estado retome obras da Estação Gávea

Após o governador do Estado do Rio de Janeiro ter anunciado no último dia 5 de setembro que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea seria aterrado, conforme notícia veiculada no Jornal “O Globo“,  temos a notícia de que o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou, nesta quarta-feira, dia 11, com uma ação civil pública para que governo do Estado retome as obras da Linha 4 do metrô.[...] Leia mais

Metrô Estação Gávea – PUC divulga nota

A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) divulgou nota a respeito da decisão do governador de aterrar o buraco onde funcionaria a estação de metrô da Gávea. Assinada pelo Vice-Reitor de Desenvolvimento da PUC-Rio, Sergio Bruni, a instituição diz que a proposta anunciada por Wilson Witzel “ignora completamente aspectos técnicos básicos”, acrescentando que, dependendo da forma como o aterramento for executado, “poderá até ampliar os riscos já existentes”.[...] Leia mais

ESTAÇÃO GÁVEA – ENTERRANDO DINHEIRO PÚBLICO

Este site urbano-carioca vem reproduzindo a ótima série sobre a história do Metrô – elaborada e publicada pela página “Metrô que o Rio Precisa” – que teve início com Pré História do Metrô do Rio e Início das obras e Inauguração do Metrô.

Curiosamente, o governador do Estado do Rio de Janeiro anunciou nesta quinta-feira, dia 5, que o buraco cavado para a construção da Estação Gávea será aterrado, conforme notícia veiculada no Jornal “O Globo“, já com grande repercussão.[...] Leia mais

Início das obras e inauguração do Metrô

Em continuidade à série de postagens sobre questões, curiosidades e o histórico do Metrô do Rio, publicadas pela página “Metrô que o Rio Precisa”, temos neste capítulo o início das obras e  a sua inauguração.

Parte I – Pré História do Metrô do Rio

Urbe CaRioca

Início das obras e inauguração do Metrô

Publicado originalmente na página “Metrô que o Rio Precisa”

A Linha Prioritária (Saens Peña – Nossa Senhora da Paz), segundo o Estudo de Viabilidade (1968), deveria estar concluída em 1975, mas, devido a dificuldades, a Companhia do Metropolitano – METRÔ, decidiu construir só o trecho central, ligando a Praça Onze até a Glória, com 4,5 km de extensão. A conclusão desse trecho visava a integração com os trens metropolitanos (hoje chamado de Supervia) e também a eliminação de milhares de ônibus que entupiam o Centro. Uma das preocupações do METRÔ era a integração dos passageiros da Rede Ferroviária para o restante da cidade. O METRÔ projetou, no traçado de 1968, pontos de integração do metrô com os trens metropolitanos (Central e Méier na Linha 1 e Pavuna, Triagem, Maracanã e São Cristóvão na Linha 2). A Linha 2 ainda se integraria nas Barcas, através da estação Castelo. Nessa época as barcas Rio x Niterói eram o maior sistema hidroviário do mundo, transportando cerca de 190 mil passageiros por dia (hoje levam menos de 90 mil por dia).[...] Leia mais

Pré História do Metrô do Rio

Muita gente às vezes pergunta por que o metrô anda tão cheio? Por que para no meio do caminho, por que não temos mais estações? O que aconteceu com a estação Cruz Vermelha? Por que a estação Carioca é tão grande? Por que duas estações General Osório? Por que temos que saltar em Botafogo para trocar de trem? Essas e outras questões e curiosidades serão respondidas em uma série de postagens pela página “Metrô que o Rio Precisa”, contando um histórico do metrô.[...] Leia mais

Ainda o Metrô: Estação Gávea

Dando continuidade à questão do Metrô do Rio, após a publicação recente dos artigos “Metrô: abaixo-assinado pela conclusão da Linha 2”, sobre o abaixo-assinado que circula na internet e pede a conclusão da Estação Praça da Cruz Vermelha – Linha 2 MetrôRio, e “Metrô – Linhas cruzadas”, sobre o destaque ao alardeado projeto da Linha 4,  as obras inacabadas da Estação da Gávea e a plataforma fantasma da Linha 2, desativada na Carioca, além de uma nova “gambiarra” à vista no “metrô tripa”, temos a publicação veiculada na Folha de São Paulo, trazendo à tona, mais uma vez, o cenário das obras da estação Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e que se arrasta há anos.[...] Leia mais

BOTAFOGO – MORADORES QUEREM RUA NELSON MANDELA COMPLETA. COM RAZÃO.

A Associação de Amigos e Moradores de Botafogo – AMAB organizou manifestação pela construção e abertura da continuação da Rua Nelson Mandela, trecho não executado que corresponde ao terreno onde funcionou um canteiro de obras da construtora Odebrecht. O evento está marcado para o próximo dia 10 de junho, às 11 horas, em frente ao terreno Rua Prof. Álvaro Rodrigues, ao lado do mercado Hortifruti.[...] Leia mais

METRÔ DO RIO – A LINHA TRIPA 1 + 2 + 4 e o Tolypeutes parado

=&0=& (Dicionário Houaiss, acepção 5) Regionalismo: Brasil – Uso: informal – O que apresenta formato alongado e estreito; tira. Ex.: uma t. de pano    

Segundo o blog Metrô do Rio (Não oficial) “A mudança no traçado, a necessidade da compra do tatuzão, entre outras lambanças nunca foram explicadas tecnicamente. Suas respostas começam a aparecer”. O texto está na postagem que tem título forte: Corrupção na Linha 4. A primeira parte do comentário refere-se à mudança no traçado original da Linha 4 – diversas vezes explicado neste blog – que ligaria o Centro à Barra da Tijuca via Botafogo/Humaitá/Jardim Botânico, dando-se início ao que poderia ser considerada uma pequena rede de metrô, trajeto trocado pela inexplicável extensão da Linha 1, da Estação General Osório (Ipanema) à Estação Jardim Oceânico (Barra da Tijuca). Da Linha 4 original foi construído apenas o trecho Gávea-Barra da Tijuca, ainda incompleto, pois a Estação Gávea teve as obras paralisadas.   A segunda parte refere-se às investigações da Operação Tolypeutes, um desdobramento, no Rio de Janeiro, da conhecidíssima operação Lava-Jato, que investiga fraudes em contratos da Linha 4 do Metrô do Rio, ou, a Linha 1 em Ipanema e Leblon, rebatizada de Linha 4 por motivos ainda misteriosos. O nome Tolypeutes é referência ao “Tatuzão”, apelido dado ao gigantesco equipamento importado que escava o solo abaixo do nível do terreno para a construção respectiva dos túneis do Metrô. Tolypeutes matacus é o nosso conhecido tatu-bola, nada mais nada menos do que o bicho escolhido para ser o mascote da Copa do Mundo, batizado com o horrível nome de Fuleco, ao invés de simplesmente Tatu-Bola ou Tatu-do-Bem, como sugerimos em 2012!   Pode haver algo em comum entre as obras da falsa Linha 4 do Metrô e as obras dos estádios da Copa do Mundo – com a destruição do Maracanã, que foi quase totalmente reconstruído – além de um simpático tatu, o bicho (OG, 14/4/2017). Porém, não é o que interessa, no momento, a este blog, mas, as más consequências para a cidade e sua população decorrentes do traçado equivocado, não prioritário em termos de mobilidade urbana e capacidade, e a descaracterização de um ícone carioca e brasileiro, o ‘Maraca’. Por isso, voltemos aos aspectos urbano-cariocas não policiais.   Mais uma vez, o atento blog Metrô do Rio confirma – como já havíamos comentado – que temos uma única linha de metrô: “A linha em tripa foi concluída no sábado, 25 de Março com o fim da baldeação na Estação General Osório. Agora, pode-se ir da Estação Uruguai ou da Estação Pavuna diretamente à Estação Jardim Oceânico. As Linhas 1, 2 e 4 se transformaram numa só”. Vale conhecer os demais comentários que “não saem na mídia” em Fim da Baldeação publicado no último dia 11 por Miguel Gonzalez.    
“Problemas e soluções do metrô”: discussão sobre a nova linha 1A do metrô
(v. fala aos 3 minutos de vídeo)
Youtube, 2010
Vale também recordar o que o engenheiro Fernando MacDowell dizia, em 2010, ao criticar o projeto do metrô: “Não vejo reação por parte do governo… O governo finge que não está ouvindo”; que, em 2012, o mesmo especialista analisou o projeto da Linha 4, criticando a mudança do traçado, a concepção operacional, e a construção da Estação General Osório em outro nível, então sem permitir a continuidade da Linha 1 (General Osório-Antero de Quental), entre outros aspectos, e afirmou: “o metrô tem que ter uma visão sistêmica”.   De nada adiantaram os pedidos dos participantes da Audiência Pública realizada em fev./2013 que apoiavam o traçado original para a Linha 4, também defendido pelo CREA-RJ, única instituição que pediu a manutenção do projeto, divulgada pela grande imprensa, além de alguns políticos da oposição e técnicos. A jornalista Julia Michels também fez memória daquela audiência relembrando sua postagem de 2012 Metrô Linha 4: audiência pública dura seis horas.   Fernando MacDowell critica Projeto da Linha 4 do Governo Youtube, 2012   A obra foi feita. Embora não adiante “chorar o concreto derramado”, é importante lembrar que o mesmo engenheiro especialista em transportes, que reafirmou a prioridade de se construir o trecho Estácio-Carioca, hoje, na qualidade de vice-prefeito e Secretário de Transportes do Município do Rio de Janeiro,

pretende aumentar ainda mais o metrô-tripa, estendendo-o até o Recreio dos Bandeirantes ou Jacarepaguá[...] Leia mais

METRÔ NO RIO EM 1948, ou UM PRIMEIRO DE ABRIL ANTECIPADO

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O americano Adam Lee, responsável pelo blog Deep Rio – Culture, History, Nature & News, estuda a cultura do Brasil há 1 década e meia, morou em vários bairros do Rio de Janeiro e em outras regiões brasileiras, e escreve sobre o nosso país desde 2008.[...] Leia mais