O RIO DE JANEIRO À BEIRA D’ÀGUA, de Andréa Redondo (versão em português)

O site The Nature of Cities promove mensalmente mesas redondas virtuais a partir de um tema previamente determinado. Em janeiro/2015 os participantes responderam à seguinte questão: GLOBAL ROUNDTABLE – Áreas urbanas situadas em frentes d’água são lugares tipicamente ocupados de modo intenso, e muitas vezes são locais poluídos ou privativos com acesso exclusivo. Mas, são áreas com potencial para gerar enormes benefícios. Como podemos liberar esses benefícios para todos? Existem compensações entre aspectos ecológicos, sociais e econômicos? O texto abaixo integra um conjunto de quinze artigos a respeito de cidades e suas frentes d’água publicados no referido site no dia 06/01. Para acessar todos os textos clique AQUI.Tendo em vista as recorrentes e recentes discussões sobre a impossibilidade termos a Baía de Guanabara despoluída, bem como a Lagoa Rodrigo de Freitas, as lagoas da Baixada de Jacarepaguá e tantas outras fontes(Leia mais)

ENTRE BANCOS, PLACAS, TRAMBOLHOS, UFAs E REMOÇÕES… DE PESSOAS

Divulgação – Prefeitura Divulgamos na Página Urbe CaRioca do Facebook a notícia de que a Prefeitura, dando sequência às comemorações pelos 450 anos de fundação da Cidade do Rio de Janeiro, encomendou 160 bancos de concreto no formato dos números seccionados que compõem a marca comemorativa daquela data e pretendem formar o perfil de um carioca. Segundo o jornal Extra no último dia 05 cada banco custará R$4.300,00. Não pretendíamos comentar o assunto no blog, mas devido ao número de visualizações na Página, muito acima da média, repetimos a pergunta: “O que acha o leitor do Urbe CaRioca?”. Charge de Aroeira Na mesma vertente estão as novas placas “olímpicas”, que ao custo de R$27.000,00 cada, “preparam a cidade para os turistas” conforme notícia publicada no jornal O Dia em 07/06/2015. Além das muitas diferenças entra a placa londrina e a(Leia mais)

Sérgio Magalhães – MINHA CASA, MINHA CIDADE

E palestra no IAB-RJ O artigo reproduzido a seguir foi publicado no jornal O Globo no dia 28/03/2015. O olhar crítico do autor vê problemas do modelo habitacional em que consiste o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e aponta alternativas. O editorial do mesmo jornal neste domingo “Minha Casa Minha Vida repete erros do passado” endossa as visões de Sérgio Magalhães e de Pedro da Luz Moreira, respectivamente presidentes do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB Nacional e do Rio de Janeiro, e pode ser conhecido neste link. O tema será debatido no Instituto de Arquitetos do Brasil – RJ, no próximo dia 14/04, às 18h30min. Mais informações aqui. Boa leitura. Urbe CaRioca   Arquitete suas Ideias – http://arquitetesuasideias.com/2012/10/01/urban-sketchers/ Minha casa, minha cidade* Sérgio Magalhães Recente reportagem do jornal “Extra” informa que os 64 conjuntos residenciais construídos pelo programa Minha(Leia mais)