Cinema Leblon – Fachada voltada para a Rua Carlos Góis Apenas recentemente um grupo de moradores e outras pessoas interessadas pelo Leblon – em especial pelo único cinema de rua que reatava no bairro – se deu conta de que o prédio que abrigava o Cinema Leblon estava sendo demolido. Em diálogos apaixonados travados em rede social, os defensores da memória urbana propunham-se a organizar protestos para salvar o cinema. Infelizmente não há o que resguardar. Este blog tratou do assunto desde os seus primórdios até o destombamento efetuado pelo então prefeito do Rio de Janeiro em 2014. Conforme afirmamos em ADEUS, CINEMA LEBLON! e em outros posts – “É verdade que tombamento e preservação não garantem a permanência de atividades comerciais. Mas também é inegável que a manutenção das edificações permite que outras medidas colaborem para(Leia mais)
Tag: Zona Sul
CICLOVIA DO RIO. SE FOI TRAGÉDIA ANUNCIADA, OS TÉCNICOS DIRÃO.
Atualização em 22/04/2016Durante a obra da ciclovia, logo no início estranhei os cortes na rocha cujo “entulho” resultante pode ser visto por quem anda a pé pela ciclovia compartilhada e mesmo pelo mirante da Niemeyer, no final do Leblon. Nada comentei no blog Urbe CaRioca por imaginar que as licenças, naturalmente, haviam sido liberadas pelos governos estadual e municipal, e era decisão tomada.Além do que consta na Resolução do INEA, a orla é APA tutelada pela Prefeitura.Independentemente do trágico desastre, alguns locais necessariamente deveriam ser interditados durante as ressacas: por exemplo, Pedra do Leme, Mirante da Niemeyer, Pista Claudio Coutinho e, agora sabemos, a nova ciclovia. Os aspectos paisagísticos que seriam comentados em outro Post, em elaboração, hoje se tornaram secundários. A publicação fica adiada.Andréa Albuquerque G. Redondo/ blog Urbe CaRioca Avenida Niemeyer, em frente à Gruta da Imprensa, 21/04/2016(Leia mais)
MAIS UM PACOTE DE LEIS URBANÍSTICAS PARA O RIO DE JANEIRO
Um novo pacote de leis urbanísticas está a caminho. Segundo reportagem de Selma Schmidt ontem no jornal O Globo, de sete projetos de leis complementares, quatro serão enviados pelo Executivo à Câmara de Vereadores e três são de 2012 (Prefeitura lança medidas para incentivar projetos em áreas ociosas – Centro do Rio tem mais de 600 lojas fechadas). É possível afirmar que as medidas, apresentadas como portadoras de melhorias gerais para a cidade e sua população, também levarão mais benesses para o mercado imobiliário: é o que se depreende do que o texto jornalístico apresenta, e que não surpreende, a considerar as propostas enviadas para os vereadores nos últimos anos – desde o Plano Diretor que deu origem à Lei Complementar nº 111/2011, a lei para Barra, Jacarepaguá, Recreio e região das Vargens, e para a Zona Portuária, até os(Leia mais)
