Vagão de Dom Pedro II: a disputa entre Rio e Petrópolis e o desafio de preservar a história

A proposta de transferir para Petrópolis o Carro Imperial, vagão construído em 1886 para transportar Dom Pedro II e sua família, reacendeu o debate sobre a preservação do patrimônio histórico brasileiro e o acesso público a esse legado. Enquanto um abaixo-assinado defende a transferência da peça para o Museu Imperial, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) rejeita a mudança e promete restaurar o Museu do Trem, no Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio de Janeiro, fechado à visitação desde 2019. Mais do que decidir em qual cidade o vagão original deve ficar, o essencial é garantir sua preservação e a reabertura do Museu do Trem. Onde quer que a peça histórica permaneça, a outra cidade poderia receber uma réplica, permitindo valorizar a memória imperial sem comprometer o acesso da população a esse patrimônio. Urbe CaRioca(Leia mais)

Do patrimônio ao “balcão” de vendas: o abandono que ameaça um chafariz de 209 anos no Rio

Um patrimônio de 209 anos, testemunha de diferentes momentos da história do Rio de Janeiro, deveria ser tratado como parte viva da memória da cidade. No entanto, o Chafariz da Rua Riachuelo, tombado pelo Iphan desde a década de 1930, hoje expõe não apenas as marcas do abandono, mas também uma inversão preocupante de sua função: a estrutura histórica passou a servir como balcão improvisado para a venda de mercadorias por camelôs, enquanto pichações e sinais de deterioração avançam sobre um monumento que deveria estar sob proteção permanente do poder público. Urbe CaRioca Chafariz de 209 anos no Centro do Rio vira ‘balcão’ de vendas para camelôs Monumento construído em 1817, na Rua Riachuelo, está em péssimo estado de conservação, apesar de ser tombado pelo Iphan há quase nove décadas Por Victor Serra – Diário do Rio Link original Um(Leia mais)

Agressão ao Rio – alvo: Parque do Flamengo

Divulgamos na Página Urbe CaRioca do Facebook a informação apresentada por Leonel Kaz sobre uma construção em andamento em área pública situada na orla marítima entre os bairros de Botafogo e Flamengo. O local é  o canteiro central que separa as pistas, para automóveis, do Parque do Flamengo, e fica na confluência das Avenidas das Nações Unidas e Rui Barbosa, proximidades da Praça Canoinhas. Abaixo, novos esclarecimentos trazidos também por Leonel Kaz e igualmente divulgados naquela rede social. Nada haverá que justifique tal desfaçatez da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, mais uma na política de urbanismo desastrosa nas últimas gestões municipais, que este site urbano-carioca acompanha com desgosto. É importante lembrar que a área tombada do Aterro do Flamengo — oficialmente denominado Parque Brigadeiro Eduardo Gomes — compreende aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados de paisagem construída pelo(Leia mais)