Além dos “studios”

O Centro do Rio respira arte novamente — e isso pode ser o começo de uma transformação histórica. Uma ótima notícia publicada no jornal O Globo revela como o Edifício Veimar, antes abandonado, virou um polo criativo com 28 ateliês ocupados por artistas independentes. O movimento já é comparado à icônica “Nova Bhering” — e reacende o debate sobre cultura como motor de revitalização urbana. Entre salas que antes abrigavam escritórios e hoje pulsam criatividade, nasce um novo capítulo para a cidade: mais diverso, acessível e vivo. Arte, ocupação e futuro: o Centro do Rio pode estar reencontrando seu caminho. Urbe CaRioca República de Veimar: prédio no Centro do Rio passa a abrigar artistas independentes e ganha fama como ‘Nova Bhering’ Com 28 ateliês e lista de espera, edifício localizado na Rua Mexico era ocupado por escritórios de advocacia até(Leia mais)

Reviver Centro: o que poderia ter sido

A Prefeitura do Rio lançou nesta terça-feira, editais para leiloar 15 prédios e um terreno no Centro Histórico, dentro do programa Reviver Centro Patrimônio Pró-Apac, com o objetivo de recuperar imóveis antigos e ampliar a moradia na região. Muitos desses edifícios estão deteriorados ou fechados, e quem os adquirir poderá receber subsídio de até R$ 3.212,00 por metro quadrado restaurado, condicionado ao avanço das obras. A expectativa é que, ao serem restauradas e convertidas principalmente em residências, essas unidades cumpram sua função social e contribuam para reativar cultural e economicamente áreas próximas a importantes marcos da Cidade, como a Praça Tiradentes, o Teatro João Caetano e o Real Gabinete Português de Leitura. A inicitaiva parece interessante, obviamente. Mas seria esse o caminhou ou haveria alternativas ? A Prefeitura concede bônus generosos para a indústria da construção civil e o mercado(Leia mais)

Resgate da história: Casarão do século XIX ganha nova vida no Centro do Rio

Uma louvável iniciativa que conseguiu unir com força simbólica e beleza concreta o passado e o futuro de uma cidade. Assim pode ser definida a restauração do casarão histórico número 28 da Rua do Ouvidor, no Centro do Rio. Trata-se de um verdadeiro espetáculo de cultura, arte e cidadania na região, reflexo da dedicação das equipes de restauradores, arquitetos e operários, que diariamente enfrentam o tempo e a história armados com bisturis, pincéis e moldes; um exemplo raro de respeito à memória urbana e ao patrimônio coletivo. A iniciativa — impulsionada pelo programa Proapac Patrimônio da Prefeitura e abraçada com coragem por investidores privados — transcende o simples ato de recuperar uma edificação. Ela revela um compromisso com a identidade carioca, valorizando uma arquitetura riquíssima que resiste ao tempo e à negligência. A cada ornamento reconstruído, a cada camada de(Leia mais)

Rua da Carioca, futuro reduto de cariocas cervejeiros

Salvar o Centro passa pela intensificação de atividades culturais. Uma rua inteira só de cervejarias é questionável. . Diversidade, para usar a palavra da moda, seria melhor, atrairia diversos públicos. Infelizmente não temos mais o Bar Luiz, os instrumentos musicais, os guarda-chuvas, as fantásticas lojas de ferramentas, os antigos e belíssimos cinemas, e os secos e molhados. Bem, melhor cerveja do que nada. É bom a Comlurb ficar de prontidão para lavar a rua, caso as lojas não tenham banheiros suficientes para os fregueses. Urbe CaRioca Rua da Cerveja, no Centro do Rio, abrirá seu primeiro estabelecimento nesta quinta-feira Por Altair Alves – Diário do Rio Link original Acontece nesta quinta-feira (26/09), a inauguração da primeira casa da Rua da Cerveja, projeto que vai revitalizar a Rua da Carioca, transformando prédios históricos do famoso endereço do Centro do Rio em(Leia mais)

Presidente Vargas : por uma avenida humanizada

Durante a Era Vargas, o país atravessou um processo de mudanças, incluindo sobretudo, entre as suas pautas, incentivos à “modernização”. E, nesse contexto, levanta-se a ideia de criação da Avenida Presidente Vargas, no intuito de se promover o “progresso”, exigindo, porém, a demolição do ícones do patrimônio cultural então existente. Entre esses, diversas construções coloniais, a exemplo da Igreja São Pedro dos Clérigos, um dos primeiros prédios tombados do Rio. Na época, houve uma proposta de substituição da parte inferior das paredes da igreja por concreto e a utilização de rolos para deslocá-la para o outro lado da avenida, processo que já era feito de forma semelhante no continente europeu com rolos de aço. A sugestão, porém, não foi adiante devido à impossibilidade técnica de realização. Hoje a Avenida Presidente Vargas serve como via de passagem para milhares de veículos(Leia mais)