Rua Maria Eugênia esquina com Rua Humaitá, BotafogoFoto: Urbe CaRioca Os caros leitores do blog conhecem a série “Trambolhos”, onde mostramos construções permanentes e temporárias que, em geral, obstruem áreas públicas seja impedindo a livre circulação de pedestres, causando impacto negativo sobre a paisagem urbana do Rio de Janeiro, além dos que chamamos de ‘provisório-permanente’, isto é, estruturas que deveriam permanecer no local durante curto espaço de tempo e que acabam por tornarem-se definitivas, tanto pela perenidade quanto pelas idas e vindas que caracterizam sua continuidade. Foto: SAC – AMIGOS DE COPACABANA, jan. 2015 Nas imagens alguns exemplos: bancas de jornal que impedem a passagem nas calçadas, extensão de quiosques na orla marítima, cobertura de lona no Estádio de Remo da Lagoa, cobertura no Forte de Copacabana, na Avenida Atlântica … Há pouco a Prefeitura anunciou a intenção de instalar contêineres(Leia mais)
Tag: Calçadas
VIADUTO ENGENHEIRO FREYSSINET, NO RIO COMPRIDO – PELA DEMOLIÇÃO, OU…
UM BAIRRO, UMA AVENIDA, UM VIADUTO. NA URBE CARIOCA. Blog Rio Antigo Fotos A AVENIDA PAULO DE FRONTIN já foi um lugar aprazível. É o que mostram as fotografias de um Rio de Janeiro que não existe mais pelo menos desde os anos 1970, quando foi construído sobre ela o Viaduto Engenheiro Freyssinet, o popular Elevado da Paulo de Frontin. Um de seus pares, o Elevado da Perimetral, também não mais existe. Foi demolido como parte das obras de reurbanização da Zona Portuária do Rio de Janeiro, no escopo do projeto chamado Porto Maravilha. … A grande diferença entre a Perimetral e muitos outros elevados espalhados pela cidade é que aquele viadutopassava principalmente por locais de uso predominantemente industrial, transportes e serviços – fábricas, armazenagem e linhas férreas para distribuição de cargas na retroárea do Porto do Rio -, e comercial ao(Leia mais)
É UMA PEDRA PORTUGUESA, COM CERTEZA!
Dri Everywhere Pedras Cariocas são Pedras Portuguesas. Aqui, nos últimos anos as calçadas assim revestidas têm sido alvo de polêmicas.Para justificar pedras soltas, buracos e desníveis os mosaicos recebem culpas que não lhes cabem. Em vez de atribuir os problemas ao mau assentamento e à péssima conservação – às vezes ausente -, muitos que, infelizmente, se machucam, ou têm dificuldade de locomoção pensam que as pedrinhas são as culpadas de tudo e esquecem a situação idêntica que vivemos no caso de calçadas mal feitas mesmo que empregados outros materiais. Hoje a polêmica sobre o calçamento está onde ele nasceu, em Portugal. A reportagem ‘O chão de pedras pretas e brancas nasceu há 172 anos’ do Jornal Público explica que “De superfície lisa e brilhante, a pedra torna-se mais cintilante em dias de chuva, e por vezes escorregadia (…) característica que não(Leia mais)
TRAMBOLHOS, MENOS UM: O “CROISSANT” DE IPANEMA
O FINADO ‘LE CROISSANT D’IPANEMÁ’Panoramio – Foto: Marcelo Carneiro Dando prosseguimento à série TRAMBOLHOS, reunimos algumas imagens enviadas por leitores do blog desde que publicamos O TRAMBOLHO NA LAGOAe O TRAMBOLHO DA ENSEADA: A CRÔNICARIOCA DA POITA, ambos já retirados! Hoje, uma surpresa: o “Croissant d’Ipanemá”, um dos campeões da feiura apontados pelos cariocas e mostrado em NO MEIO DO CAMINHO TINHA UM TRAMBOLHO, também está sendo retirado, como informou a Coluna Gente Boa no jornal O Globo de hoje. A retirada do CroissantFoto publicada no FB em 16/08/2013 No lugar do do CroissantImagem publicada no O Globo em 12/07/2013 Para encorajar nossos gestores a prosseguir, o post de hoje dispensa mais palavras. Bastam os ‘trambolhos’!NOTA: Novas imagens acrescentadas em 17/08/2013. URBE CARIOCA Banca de Jornal – Rua Maria Eugênia esquina com Rua Humaitá Banca de Jornal – Centro Banca de Jornal(Leia mais)
PEDRAS PORTUGUESAS E CARIOCAS
UtilitáRio Calçada da Avenida Atlântica, Leme e Copacabana, Rio de JaneiroPicasa Web Albuns Falar sobre pedras portuguesas no Rio de Janeiro é atrair polêmica, na certa. Há quem as odeie e quem as defenda. O Urbe CaRioca está no segundo grupo: é apaixonado pelas calçadas do Rio revestidas de pedras portuguesas, sejam lisas ou formando lindos desenhos. São herança da terrinha, de lá onde estão as nossas raízes lusitanas. Vieram depois do calçamento pé-de-moleque e do calçamento português constituído de pedras gigantescas de granito rejuntadas com pedras menores, que ainda existem em alguns bairros. Antiga Rua da Ajuda, início do século XX. Proximidadesdo Teatro Municipal, Centro, Rio de JaneiroÉ possível observar as calçadas revestidas com grandes pedras de granito Há muitas vantagens no calçamento de pedras portuguesas. Entre elas, o fato de ser revestimento permeável, qualidade necessária para a absorção parcial das águas(Leia mais)
