POLUIÇÃO, JACARÉS E O CAMPO DE GOLFE: O QUE OS UNE?

Resposta: o Urbanismo, o Meio Ambiente, os Jogos Olímpicos, e o Ministério Público. Explica-se.

Ontem publicamos CAMPO DE GOLFE DITO ‘OLÍMPICO’ – NOVA DISPUTA, em referência a um litígio sobre a propriedade do terreno noticiado pela grande imprensa. Cabe lembrar que as análises deste site sobre a construção do campo de golfe em área de reserva ambiental estão disponíveis para busca com os marcadores ‘Campo de Golfe’, ‘Gabaritos’, ‘Mercado Imobiliário’ e ‘Jogos Olímpicos’, entre outros: o foco esteve nas questões do uso do solo, do sistema viário, e do meio ambiente.[...] Leia mais

CAMPO DE GOLFE: ALÉM DA BENESSE IMOBILIÁRIA SOBRE USO DO SOLO


E, PEDIDO AO PREFEITO ELEITO 4 – QUE A AVENIDA E O PARQUE VOLTEM INTEGRALMENTE.

Área eliminada do Parque Municipal Ecológico Marapendi, cerca de 450 hectares. A linha amarela indica o local onde deveria ter sido construída a Avenida Prefeito Dulcício Cardoso, às expensas do proprietário/construtor do emprrendimento imobiliário, mesmo que de acordo com os gabaritos de altura anteriores.
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MOBILIDADE URBANA – PMUS: OUTRO PLANO SUSTENTÁVEL

www.mobilize.org.br


A Prefeitura do Rio lançou o segundo Desafio Ágora, sobre Mobilidade Urbana. Abaixo, explicação sobre o que é o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável conforme site da Prefeitura.

    O que é o PMUS?

O Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, desenvolvido pela Prefeitura do Rio por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), vai orientar os investimentos públicos em infraestruturas de transportes da cidade por dez anos, a partir de 2016. O PMUS deverá integrar modais motorizados e não motorizados em um sistema coeso e sustentável, priorizando o transporte público, o deslocamento a pé e por bicicleta e considerando emissões de gases do efeito estufa.
O trabalho utiliza os dados do Plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana (PDTU-2013), com foco na cidade do Rio de Janeiro. Ao final de dez meses, será elaborado um documento com as principais conclusões e propostas do estudo para os cenários de 2021 e 2026 (com diferentes graus de investimento). Todas as medidas estarão em acordo com as recomendações do Plano Diretor da Cidade do Rio de Janeiro (Lei Complementar 111/11), da Política Municipal de Mudanças Climáticas (Lei 5.248/11) e da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12).


Considerando o engodo em que se constituiu o primeiro ‘desafio’ com seu estranho processo de votação – do que têm conhecimento todos os que acompanharam os posts deste blog de outubro a dezembro, culminando com a falácia do alcaide exposta em vídeo e desmontada ponto por ponto em MARAPENDI E ÁGORA – O ESPERADO, A VERSÃO OFICIAL, O ENGODO, E A VERDADE, o Urbe CaRioca não enviou ‘ideias’ para a Prefeitura.

Infelizmente a elaboração de um Plano de Mobilidade Urbana surge só após a tomada de decisões do Governo Estadual em relação ao Metrô (descartada a conclusão da Linha 2 e a construção da verdadeira Linha 4, gambiarras criadas com a união das Linhas 1 e 2, mudanças na estação General Osório, projeto para um VLT fantástico na Zona Portuária e Centro em vez de Metrô – embora cavada para a instalação de túneis -, ausência da Linha 6 ou mesmo previsão para sua construção) sob o olhar complacente do Governo Municipal.

Este, por sua vez, ainda fez a opção generalizada pelos BRT, solução “mais rápida e mais barata” que, até aqui, tem apresentado problemas e não atende à demanda. E, é claro, não se pode esquecer o caso do famigerado Campo de Golfe que, entre tantos prejuízos causados ao Rio, eliminou a possibilidade de se concluir uma importante avenida do sistema viário a Barra da Tijuca!

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CAMPO DE GOLFE – VÍDEOS: PROPAGANDA E REALIDADE


Sábado é dia de ir ao cinema.


A marca de relógios Omega lançou na TV internacional um filme-propaganda belíssimo em que anuncia a volta da modalidade Golfe aos Jogos Olímpicos depois de 112 anos de ausência, esporte, aliás, que esteve presente em apenas dois eventos olímpicos.

Sem diálogos, o vídeo só mostra imagens de uma tacada espetacular que faz a bola dar a volta ao mundo.

O mundo que assiste à viagem da bolinha não pode imaginar o desastre que a obra para construção do campo de golfe desnecessário (existem vários na cidade e arredores) representa para a cidade do Rio de Janeiro em termos de prejuízos urbanísticos a ambientais, sem entrar no mérito de questionamentos jurídicos e outros aspectos problemáticos, tais como mudanças de leis de zoneamento e de parâmetros construtivos, e a supressão de um parque ecológico e de uma avenida, por exemplo.

Em contraponto a essa propaganda e a outras falácias oficiais, selecionamos alguns vídeos postados no Youtube que formam conjunto curioso onde a realidadese contrapõe ao fantástico mundo da propaganda, do mesmo modo que o artigo de Jean Carlos Novaes – DESMASCARANDO O DOSSIÊ DAS FALÁCIAS  – contrapôs-se à tentativa de justificar a obra em reunião para a imprensa convocada pelo sr. Prefeito do Rio.

Como já foi comentado neste blog, o Golfe dito Olímpico tem muitas faces , algumas discretas.
Bom filme!

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CAMPO DE GOLFE: UM DOSSIÊ CARREGADO DE INVERDADES E A PALAVRA DO MOVIMENTO GOLFE PARA QUEM

Hoje, em visita ao às obras do injustificávelescandaloso Campo de Golfe dito Olímpico o prefeito do Rio foi recebido por manifestantes contrários à mutilação do Parque Municipal Ecológico Marapendi, entre outras decisões questionáveis da municipalidade – Executivo e Legislativo – adotadas para permitir a construção em local onde não era vedado por leis urbanísticas e ambientais vigentes há décadas.
Na ocasião o alcaide lançou um dossiê sobre o caso, segundo o site G1 “para tentar explicar as obras em curso da megaconstrução esportiva na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio”. =&3=&