OBRA DO METRÔ: 21 VEZES MAIS CARA EM RELAÇÃO AO PROJETO ORIGINAL DE 1998, de Atilio Flegner

=&0=& Após notícias recentes na grande imprensa sobre o aumento no custo das obras do Metrô, em curso na Cidade do Rio de Janeiro, Atílio Flegner, é administrador do Movimento O METRÔ QUE O RIO PRECISA, faz novas considerações sobre as mudanças de traçados e decisões que prejudicaram o atendimento da população que usa esse meio de transporte, inclusive acarretando superlotação e atrasos, além de alguns motivos que causaram o aumento de despesas. =&1=&

METRÔ, TRENS, BRT, VLT, BARCAS E CICLOVIAS – “RESUMÃO” SOBRE A MOBILIDADE URBANA NO RIO, de Atilio Flegner

=&0=&=&1=&=&0=&A grande imprensa noticiou que a União autorizou o repasse de R$2,9 bilhões ao Estado do Rio de Janeiro, destinados a despesas exclusivamente com segurança pública para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos na capital do Estado, a Cidade do Rio de Janeiro.

Portanto, a esperada verba para a conclusão da obra do Metrô virá de forma indireta se o governo estadual fizer remanejamento de recursos que seja do seu interesse, por exemplo, para a chamada Linha 4.

PARA LER A NOTÍCIA NA ÍNTEGRA 

“Primeiro VLT do Rio de Janeiro, nos anos 1980. O pré metrô da Linha 2. Hoje os carros estão apodrecendo bem em frente a prefeitura do Rio.” – Atilio Flegner
Nas últimas semanas os problemas com a chamada Linha 4 do Metrô (em verdade um prolongamento da Linha 1 até a Gávea e, apenas a partir daquela Estação, cuja obra está paralisada, respeita o traçado da Linha 4 verdadeira) têm sido divulgados diariamente pela imprensa, seja em relação a atrasos, não conclusão até os Jogos Olímpicos, funcionamento parcial durante o evento ou até mesmo o não funcionamento (já se cogitou até criar um BRT na Zona Sul!). A decretação do ‘estado de Calamidade Pública Financeira’, no Estado do Rio de Janeiro, teve como mote, mais uma vez, garantir a realização dos Jogos a contento, alegando-se que “O RJ está à beira de colapso em segurança, saúde, educação e mobilidade”, conforme noticiário em 18/06. A mesma reportagem explica que “O decreto é para obter, o mais rápido possível, recursos do governo federal”. Parte desses recursos irão para a obra da falsa Linha 4, que seria aberta apenas para  chamada Família Olímpica e aos que têm ingresso para assistir às competições, uma verdadeira ofensa ao carioca! Enquanto o Prefeito do Rio, por sua vez, afirma que “ascontas da cidade vão bem, a crise não afeta os Jogos”, a Newsletter Ex-Blog apresenta outra visão sobre o tema. =&3=&

LINHA 4 – BLOG METRÔ DO RIO ENTREVISTOU ATILIO FLEGNER

Desde que o blog Urbe CaRioca foi criado, repetimos à exaustão que o alardeado projeto da Linha 4 do Metrô – obra apresentada também como ‘legado olímpico’ – é, na verdade, a extensão da Linha 1 pelos bairros de Ipanema e Leblon até a Gávea. Na verdade, a Linha 4 deveria ligar o Centro à Gávea via Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Gávea, e, a partir da Estação Gávea, seguir em direção à Barra da Tijuca, conforme o traçado da Linha 4 verdadeira, o que teria trazido inúmeros benefícios para a mobilidade urbana da Cidade do Rio de Janeiro, compreendendo um legado real para os cariocas. =&0=&

ATRASO NA OBRA DA “LINHA 4” E BRT NO LUGAR DO METRÔ OLÍMPICO – UM FESTIVAL DE INCOMPETÊNCIAS, de Atilio Flegner.

Frase estampada no ônibus de 2 andares que operou 
em SP pela CMTC, hoje preservado no museu dos
 transportes públicos. Foto: Atilio Flegner

Segundo notícia publicada pelo O Globo on line em 20/0, na véspera o Prefeito do Rio pedira ao Comitê Olímpico Internacional – COI que considerasse um plano de contingência elaborado pelo Município – a criação de um corredor BRT provisório na Zona Sul da cidade – afirmando que existia um risco de as obras da hoje chamada Linha 4 do Metrô não serem concluídas a tempo para os Jogos Olímpicos (na verdade trata-se de prolongamento da Linha 1 pelos bairros de Ipanema e Leblon para unir-se à Linha 4 original no trecho Gávea-Barra da Tijuca, conforme explicado em diversas postagens neste blog).




No mesmo dia 20 o falante então Secretário Estadual de Transportes – hoje, dia 21, já demissionário – se contrapôs ao Prefeito ao dizer que a Linha 4 “funcionará durante os Jogos Olímpicos em agosto”. =&4=& =&1=&



Atílio Flegner comentou o assunto na página que administra – METRÔ QUE O RIO PRECISA – em artigo que reproduzimos a seguir. Esse sítio virtual e o Blog Metrô do Rio, de Miguel Gonzalez, são fontes reais de inúmeras informações e análises sobre os sistemas de transportes do Rio de Janeiro: Estado e Capital.


Nota: Outra notícia, também no dia 20/02, informa que a Prefeitura pretende dar prosseguimento à implantação do VLT em Botafogo: o trecho corresponde à Linha 4 original do Metrô, trocada pelo prolongamento da Linha 1 em Ipanema e no Leblon, como é de conhecimento geral! No mesmo tema sugerimos conhecer o artigo UM TRAÇADO CIRCULAR, de Hugo Repolho, publicado em 09/02/2016, também no jornal O Globo, texto no qual destaca a importância da ligação Gávea-Uruguai, sob o Maciço da Tijuca.
Leia mais

O METRÔ QUE O RIO PRECISA – O QUE ESPERAR APÓS AS OLIMPÍADAS

O movimento O METRÔ QUE O RIO PRECISA defendeu a construção da Linha 4 original com trajeto pelos bairros de Laranjeiras, Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Gávea, e, a partir desta estação em direção à Barra da Tijuca, ao invés da simples extensão da Linha 1, ou, a “falsa Linha 4” como divulgamos em diversas postagens neste blog. =&0=&=&1=& =&2=& =&3=&=&3=& =&5=&=&1=&
Metrô que o Rio Precisa
=&7=&

AGUARDANDO LIBERAÇÃO DO TRÁFEGO À FRENTE – METRÔ RIO

 “… O Secretário Osório anuncia que o BRT que ele pretende implantar terá o dobro do percurso do Metrô pela metade do preço atendendo mais gente. Então ele tem que mostrar isso, que estudo é esse que leva a essa situação, de um Metrô transportar menos passageiros do que um BRT? … Será um estudo que vai interessar ao mundo todo! Porque o mundo todo sabe que o Metrô transporta muito mais passageiros do que o BRT … Se o Secretário tem informações diferentes dessa, vamos apresentá-las!” =&0=&

RECLAMILDA E SÃO SEBASTIÃO – O METRÔ, A IMOBILIDADE, E A BARCA DA CANTAREIRA

=&0=&=&1=&
Vinte de janeiro, Dia de São Sebastião,santo padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro.


São Sebastião, por Marco Palmezzano.
Wikipedia
Estou eu aqui de novo nesse Metrô, perdida em pensamentos enquanto o trem não anda… Sim, trem de Metrô, não trem daquele que já foi do D. Pedro e da Imperatriz Leopoldina, anda nos trilhos em cima da terra. Estou no outro, o vagão que anda por baixo da cidade igual minhoca, dizem que é “transporte de massa”. Deve ser mesmo porque estou aqui toda amassada, o ar-condicionado quebrou e a minhoca não anda. Ai, que calor! E nem encontro Elogilda para papear e me distrair as ideias!
Pois é, está paradinho aqui no túnel, não é na estação, não! O alto-falante avisou que tem que esperar desafogar o trânsito lá na frente… Não, não é ônibus, meu São Sebastião, é trem mesmo, mas de Metrô, no seu tempo não tinha nem um nem outro, aliás, nem tinha bonde…
Tá difícil ficar neste sufoco, viu? Tá bem, concordo, levar flechada no peito é pior, mas, sei não, isso aqui também é um sofrimento! Eu que desmaio à toa com falta de ar, que martírio! Hummm… Pensar em outra coisa? Tem que ser boa?
Ah! O trem andou!
Cadê Elô? Deve estar lá no vagão das mulheres, todo rosa, que vergonha… Um vagão “feminino” porque os homens não se comportam bem, onde já viu, padroeiro? Parece a piada de tirar o sofá da sala. Não sabe? Claro, me desculpe, esqueci que o senhor é santo, depois eu conto…
Quando eu era garota e os ônibus ficavam lotados, o trocador dizia “Um passinho à frente aí, por favor!”, o pessoal se espremia pra perto do motorista, a roleta rolava, e entrava mais gente no lotação, no ônibus, no ‘chifrudo’… Pois é, agora nem querem pagar passagem, querem de graça, “passe-livre”, fazem manifestação na rua… Bem que a passagem podia baixar de preço! Aqui nesse buraco de tatu sem trocador nem passinho à frente, uns homens empurram o povo vagão adentro, igual no Japão, e cabe mais gente.
Já viu sardinha em lata?
Pensar em coisa boa… Já sei! Elogilda que contou. Aquele pessoal da prefeitura, lembra, São Sebastião, que quer proteger o Rio mais do que o senhor – vê se pode? – convidou para outro “desafio”, justamente sobre Mobilidade Urbana! Parece bom, né meu santo? O povo dá ideia, o alcaide ouve, atende… Ora, pipocas, depois do fiasco que foi o do “legado olímpico” – desculpe a intimidade, chamar o senhor assim – mas será que é bom mesmo, SanSebá? A tal “mobilidade”, virou palavra da moda, na época da Copa só se falava nisso, e aqui o trem parou de novo, é só imobilidade!


Se a prefeitura quisesse ajudar mesmo não ficava fazendo brincadeirinha na internet, conversava com o pessoal do Estado e mandava completar a Linha 2 do Metrô até a Carioca e fazer a Linha 4 de verdade até à Gávea, pelo Humaitá e Jardim Botânico. Afinal, quem é que manda na Cidade?
Soube das novidades? Juntaram as Linhas 1 e  2, por isso estamos nesse sufoco aqui, tudo lotado! Tem mais, estão espichando a Linha 1 pra juntar com o pedaço da 4 da Gávea em diante, e a Linha 4 original foi rebatizada de Linha 5!
Isso não é rede, é nó górdio! Agora querem fazer a 3, até São Gonçalo, será que sai?
Não entendeu? Complicado? Depois mando uns mapinhas pro senhor aí no céu, vai ajudar!




Tem mais ainda.
A Estação Gávea só vai ficar pronta depois da Olímpiada. Por quê? Ora, só pode ser para facilitar a vida de quem for à Barra para os Jogos, os visitantes! Ao morador, nada! Não duvido que tenha bilhete especial e horário fixado para pegar o Metrô, muita segurança, tudo civilizado ‘pra inglês ver’.

Guaratiba, Campo da Fé, Julho 2013.
Imagem: Conexão Jornalismo

Não vão deixar acontecer de novo a confusão que aconteceu na Jornada Mundial da Juventude. O Metrô não deu vazão, os jovens desesperados na rua, lembra, meu Sebá? Quando o representante do seu chefe esteve por aqui, o Papa Francisco, naquele mês de julho em que choveu à beça, foi lama pra todo lado?!

Bom, olha a tal Mobilidade funcionando, ó, o trem andou, já quase chegando na Estação Carioca!



Por falar em carioca, o carioca é crédulo mesmo, veja a Elogilda, tão boa, mas tão ingênua, achando que esse metrô-tripa é para a população, que todos os ônibus vão ter ar-condicionado, que esse BRT resolve… Pode ter resolvido lá nas cidades pequenas, mas aqui? Faça-me o favor! Isso é i-m-e-d-i-a-t-i-s-m-o, fazer obra rápida e dizer que é eficiente! Ora, Transporte é coisa séria, é assunto de Estado, não pode ser projeto só de um governo…
E o povo acredita!
Hummmmm… Será que é por isso que o símbolo dos 450 anos é daquele jeito? Cá pra nós, não espalha pra ninguém, que cara de bocó!

Ai, desculpe! Era para pensar em coisa boa… Não há de ser nada, tudo vai melhorar, com muita fé a gente chega lá, veja que pensamento bom, SanSebá! Leia mais

Artigo: NOVA LICITAÇÃO PARA O QUE JÁ EXISTE, de Miguel Gonzalez




O artigo de Miguel Gonzalez escrito para este Urbe CaRioca em junho/2012 – UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA O METRÔ DO RIO – sempre esteve entre os mais lidos do blog desde então.

Estudioso do sistema metroviário do Rio de Janeiro e Região Metropolitana e responsável pelo Blog Metrô do Rio, diante do lançamento pelo Governo Estadual de licitação com vistas à elaboração de projeto para expansão da rede nos próximos 30 anos, no último dia 08 Miguel publicou em seu blog texto onde considera que “os projetos originais elaborados pela Rio Trilhos nos anos 80 ainda são os melhores”.

O interessante post está reproduzido abaixo. Enquanto isso, a Linha 4 falsa – construída “Pra Olimpíada” – prossegue conforme projeto do Metrô-Tripa e o METRÔ DOS SONHOS fica mais distante…

Boa Leitura.
Urbe CaRioca



Nova Licitação para o que Já Existe

Miguel Gonzalez


No começo de Julho, a Secretaria Estadual de Transportes publicou, no Diário Oficial, o edital de licitação para escolher a empresa que vai elaborar o projeto para a expansão da rede do metrô para os próximos 30 anos. A ganhadora terá um ano para apresentar os estudos de uso do solo, demanda e viabilidade para implantação de novas linhas no sistema de transporte subterrâneo no Rio de Janeiro. O custo para fazer este levantamento está estimado em R$ 4,1 milhões. O dinheiro será financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

JOÃO UBALDO E A “PATRULHA DA CIDADE”

Uma CrôniCaRioca Politicamente Correta



Ontem teríamos uma crônica sobre futebol, rebarba da Copa e de lembranças que a bola rolando fez aflorar. Mas, com o último artigo de João Ubaldo Ribeiro, usualmente publicado aos domingos e antecipado pelo jornal O Globo para sábado devido ao súbito e precoce desaparecimento do escritor, programação do blog também mudou.

Quem diria! Com O CORRETO USO DO PAPEL HIGIÊNICO, ao chamar a atenção, ainda daqui desta terra, para o “patrulhamento sociológico”, já lá do Céu de Itaparica o ‘baiano-leblonense’ nos animou a contar uma história passada há pouco no mesmo bairro carioca que ele escolheu para viver. =&1=&

ARTIGO: METRÔ GÁVEA-CARIOCA, de Miguel Gonzalez

Em 27/06/2012 publicamos aqui UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA O METRÔ DO RIO, artigo de Miguel Gonzalez, jornalista que é responsável pelo Blog Metrô do Rio (não oficial), fonte preciosa de informações, análises e memória sobre a história desse meio de transporte da Cidade do Rio de Janeiro. O Blog Urbe CaRioca havia sido criado apenas dois meses antes. Ao longo dos quase dois anos de existência deste espaço “urbano-carioca” o texto de Miguel esteve entre os mais lidos em praticamente todas as semanas. Além da importância do assunto em si e da clareza com que o autor expôs a questão, o fato demonstra o interesse de usuários e população do Rio em geral com os problemas que hoje vivemos função de uma demanda por transporte público crescente a cada dia, não atendida.
No último sábado o Blog Metrô do Rio publicou “GÁVEA – CARIOCA”, artigo esclarecedor sobre a decisão do Governo Estadual que pretende fazer a licitação para a construção da Linha 4 (Dessa vez a Linha 4  verdadeira, e não o prolongamento da Linha 1, ora em construção, conforme exaustivamente explicado em diversos posts!). =&2=&

POR QUE MAIS UM BLOG?

CrôniCaRioca de um blog que quase não existiu… … e chegou às 100 mil visualizações!




Foi difícil, confesso.

Incentivada pela mentora do Urbe CaRioca, a amiga e jornalista Marilia Martins – que insistia “o assunto é bom, há espaço para opinar” -, eu relutava.


“Por que mais um blog?”, pensava. Ninguém se interessaria por um tema tão árido e complexo como a legislação urbanística do Rio de Janeiroe suas consequências para a cidade – diante do dia-a-dia que massacra o carioca entre engarrafamentos, violência e poluição dos mais diversos tipos, momentos intercalados, é verdade pelo sentimento de prazer ao desfrutar a Cidade Maravilhosa, um privilégio.


Enquanto relutava conheci o ‘Bloguinho’, o cachorro de um amigo. Ao perguntar o porquê do nome ouvi em um tom carregado de obviedade: “Ora, porque todo mundo tem um blog!” – e o Urbe CaRioca ficou mais longe de nascer… Em seguida veio o comentário de uma amiga, ávida leitora e estudiosa, dizendo: “Não tenho tempo para ler tanta coisa, livros, jornais, textos na internet, e agora cada amigo que se aposenta faz um blog!”. Desânimo total!


Que diferença faria preservar e adaptar galpões antigos da Região Portuária como se faz mundo afora ou substituí-los, indiscriminadamente, para criar torres gigantes de 30, 40 e 50 andares e descartar prédios para habitação; demolir ou não demolir a via elevada chamada Perimetral; ocupar a Marina da Glória – no Parque do Flamengo – e a Floresta Nacional da Tijuca com um Centro de Convenções e estacionamentos para centenas de veículos; construir milhares de apartamentos no lamaçal deGuaratiba; beneficiar de forma desenfreada e perniciosa a indústria hoteleira; criar índices urbanísticos especiais para a Barra da Tijuca e a Região das Vargens; eliminar parte de uma Área de Proteção Ambiental para ao mesmo tempo construir um Campo de Golfe desnecessário e beneficiar o mercado imobiliário; ou questionar as prioridades dos governos do Estado e do Município quanto aos modais de transporte público e a escolha de trajetos?

Afinal, a falsa Linha 4 do Metrô está aí, e construções prontas são um ‘ponto final’, com raras exceções. Mesmo diante da renovação urbana constante no Rio, fruto do crescimento da metrópole natural ou estimulado, prédios de grande porte permanecerão por várias gerações.


Por outro lado, o desaparecimento da paisagem urbana mais humanizada e de marcos históricos e culturais acaba por ser assimilado, esquecido, ou lamentado, restando belas imagens e saudade até pelos que não viveram a época anterior.


Leia mais