“…vale relembrar o que está no título deste post: os pareceres dos órgãos de patrimônio cultural podem sugerir índices construtivos iguais aos vigentes, ou menores. Maiores, jamais!”. Trecho de MARINA DA GLÓRIA x IPHAN: ÍNDICES IGUAIS OU MENORES. MAIORES, JAMAIS! Conselho de Arquitetura e Urbanismo Publicações da semana que passou e textos mais lidos. Os posts imediatamente anteriores; o artigo de Sonia Rabello revela aspectos jurídicos e fundiários sobre o caso da Marina da Glória; mais uma decisão judicial trava a pretensão da Prefeitura/EBX-REX de construir complexo comercial no Parque; o depoimento do arquiteto que projetou e construiu o Velódromo do Rio para os Jogos Pan-Americanos 2007; e o Píer da Zona Portuária ganhou mais um capítulo. A CrôniCaRioca foi novamente comida pelo T-REX, o predador do Parque do Flamengo / Marina da Glória. Consta que o projeto será apreciado pelo IPHAN na(Leia mais)
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O PÍER: NEM O ‘Y’ CÁ NEM O ‘E’ LÁ
collectionphotos.com Nem ‘Y’ nem ‘E’. Esse píer parece mais um ‘V’. O ‘V’ de Vai e Volta, o ‘V’ de um bumerangue. Ontem à tarde, na Câmara de Vereadores, o presidente de Docas afirmou que só modificaria o projeto mediante ordem federal. Poucas horas depois a Ministra da Casa Civil decidiu apoiar o pedido do Prefeito do Rio – sim, o alcaide que não podia fazer mais nada, fez, então! Pediu para que o píer novo fosse afastado da área onde ficam os museus administrados pela Fundação Roberto Marinho. E parece que conseguiu! Post.Zitivo! Mas a polêmica que gerou o artigo ZONA PORTUÁRIA: O ALFABETO DO PÍER está longe de acabar. Tudo indica que o ‘Y’ vai continuar, empurrado “mais prá lá”. Mais importante do que os possíveis impactos visuais causados pelos navios – de qual ponto de vista, mesmo?(Leia mais)
SEMANA 20/05/2013 a 24/05/2013
“Os mistérios do tal píer ninguém sabe, nem contou. Só se sabe que o alcaide, outra vez, já recuou”. Trecho de O MISTÉRIO DO PÍER, NEM EM PROSA NEM EM VERSO Publicações da semana que passou e textos mais lidos. Os posts imediatamente anteriores, o artigo sobre a proteção do patrimônio cultural do Rio e mudanças recentes, mais um capítulo na luta para salvar o prédio de 200 anos – o QG da PM -, e várias novidades em ‘Diversos’, inclusive sobre a SMU. A CrôniCaRioca tenta desvendar os mistérios do Píer, nem em prosa nem em verso. Boa leitura. Blog Urbe CaRioca Segunda, 20/05/2013 SEMANA 13/05/2013 a 17/05/2013 PUBLICAÇÕES 06/05/2013 a 10/05/2013 QUARTEL DA PM: HISTÓRICO, ABAIXO-ASSINADO E PEDIDO DE DEMOLIÇÃO Artigo: LICENÇA PARA DESTRUIR: PARQUE MARAPENDI (I), por Sonia Rabello ZONA PORTUÁRIA: o ALFABETO do PÍER ELOGILDA, RECLAMILDA(Leia mais)
O MISTÉRIO DO PÍER, NEM EM PROSA, NEM EM VERSO
CrôniCaRioca Andréa A. G. Redondo es.123rf.com Era uma vez um píer. Funcionava na Mauá, uma praça importante, que tem nome de barão, sua estátua está lá. Esse píer ainda existe, mas não serve prá navio. É no Centro, ele é nosso, é do mar, mas é do Rio. Era uma vez um porto. Fez 100 anos faz bem pouco. Centenário, mas sem píer, só beirada prá atracar. Os navios, sempre em fila, ficam um atrás do outro. O coitado do turista sofre tanto ao chegar. Cá em terra tudo novo, muitas torres chegarão. Mas os barcos são tão grandes, atrapalham a visão. Em silêncio na surdina, inventaram um tal de “Y”, resolveram a questão. Quando o Píer veio à tona, começou a confusão. Esqueceram os museus e o Mosteiro, e criaram um paredão. “Também quero ver a vista!”, reclamou a(Leia mais)
SEMANA 13/05/2013 a 17/05/2013
“A sequência de informações traz várias estranhezas, em especial o fato de projeto de tal porte ter vindo a público dois anos após sua concepção, como se fosse independente da proposta de revitalização da Zona Portuária, responsabilidade da Prefeitura”. Trecho de ZONA PORTUÁRIA: O ALFABETO DO PÍER O Globo Publicações da semana que passou e textos mais lidos. Os posts imediatamente anteriores, o abaixo-assinado contra a demolição do Quartel da PM no Centro – com histórico e notícias sobre o processo administrativo que pede o “bota abaixo” –, o artigo da professora Sonia Rabello questiona, mais uma vez, a licença para o Gampo de Golfe que mutila a APA Marapendi, e o artigo de nossa autoria sobre a polêmica do Píer para transatlânticos que a Companhia Docas pretente construir na Zona Portuária. Na CrôniCaRioca Elogildae Reclamilda conversam sobre a ideia(Leia mais)
ZONA PORTUÁRIA: o ALFABETO do PÍER
Blog Prof. Evangelista O artigo abaixo foi publicado ontem no Portal Vitruvius de Arquitetura e Urbanismo – seção Minha Cidade: trata da polêmica sobre a construção de um píer para a atracação de navios no Centro do Rio de Janeiro. No mesmo dia o jornal O Globo publicou a matéria ‘Contra tudo e contra todos‘ na qual o Prefeito da Cidade afirma que não tem o poder de decidir – deixando, portanto, que a Companhia Docas do Rio de Janeiro estabeleça os critérios de intervenção urbanística significativa. Infelizmente, a afirmação é inverídica. As decisões sobre o uso do solo cabem ao gestor municipal. Trata-se de mais um caso de subserviência às outras esferas de governo em detrimento da cidade, como aconteceu com a autorização para a demolição do antigo Museu do Índio, e o silêncio sobre a destruição do Quartel da(Leia mais)
MUITAS NOTÍCIAS URBANO-CARIOCAS EM 30 DE ABRIL DE 2013
O PIER EM ‘E’ – Projeto: João Pedro BackheuserImagem: CBN Infelizmente a pior delas foi a morte do triatleta, cedo demais para um jovem. Mais uma perda provocada pela violência no trânsito do Rio de Janeiro que parece infindável. Irresponsabilidade, falta de treinamento, de qualificação, de humanidade, de civilidade, uma dessas hipóteses ou o seu somatório. Diz-se que houve avanço de sinal. Assim, não foi acidente nem fatalidade: todo o dia se vê avanços de sinal por ônibus, carros de passeio, motociclistas e até bicicletas, na bela Cidade do Rio de Janeiro. Hoje, dia 1º de maio, faz um ano que quase fui atropelada por uma moto da Prefeitura que avançou o sinal quando eu atravessava a rua na faixa de pedestres, sinal livre para mim. Foi na parte da manhã. Anotei local e horário. No final da tarde fui à(Leia mais)
Artigo: A CIDADE SE TRANSFORMA, por Luiz Fernando Janot
ENSEADA DE BOTAFOGO, MORRO DA VIÚVA E PÃO DE AÇÚCARO Morro da Viúva foi cercado por prédios que o fizeram desaparecer da paisagem. As pedreiras – como a que se vê no Morro da Urca e em tantos outros, cicatrizes no nosso maior bem, o perfil natural do Rio, foram proibidas. A igreja da Imaculada Conceição – igual à maioria – perdeu a relevância. Outro exemplo: Santa Terezinha, ao lado do Rio-Sul.Internet através da página Observatório Astronômico Alpheratz Em seu artigo publicado em 16/02/2013 no jornal O Globo o arquiteto e professor Janot analisa as transformações estruturais e localizadas a que as cidades estão sujeitas e, especificamente no caso do Rio de Janeiro, aponta a repercussão dos grandes projetos quando divulgados na mídia – que precede o seu desaparecimento dos noticiários. O texto, que reproduzimos a seguir, menciona e critica(Leia mais)
A CURIOSA PROMESSA E O VEÍCULO LEVE SOBRE TRILHOS – VLT
SÓ FALTOU DIZEREM QUE O VLT VAI REDUZIR AS BALAS PERDIDAS. Blog Resuminho Básico ERAM duas mulheres conversando, meio gordinhas. Uma disse à outra: “Se eu conseguir… (não importa o quê), prometo que vou ficar um ano sem comer doces”. Ainda adolescente, de imediato pensei que algo não se encaixava naquela história. A senhora queria emagrecer, era evidente. Obtendo a outra coisa que também desejava faria o sacrifício de abolir os doces e… Emagreceria! Cumpriria a promessa depois de alcançada a graça – sem obrigações anteriores, portanto – e o “sacrifício” reverteria em seu próprio favor. Fiesta Hotel A jovem ‘encucada’ – gíria da época -, se perguntava ‘Por que não fazer doações a um orfanato, visitar asilos, ler para cegos?’. Não conhecia tal tipo de promessa. Achei que seria o mesmo que prometer ficar sem comprar roupas e pôr o(Leia mais)
O FUROR URBANO-LEGISLATIVO-CARIOCA
Internet O Blog foi criadohá oito meses. O foco – a Cidade do Riode Janeiro do pontode vista urbanístico -, beira a redundância: na cidade tudo é ‘urbano’. Por isso o recorte é a legislação querege o uso do solo, o uso das terras cariocas, a norma quedetermina como será o dito “tecido urbano construído” e seus vazios, istoé, o que deve permanecer livre. Por exemplo, as nossas praias e as Áreasde Proteção Ambiental, lugares onde nadapode ser erguido. São as leis cuja aplicação, respeito, desrespeito, ausência, omissões ou exageros, acertos ou equívocos, abrangência ou casuísmo, interesse coletivo ou particulare, naturalmente, decisões políticas, definiram o que somos hoje e dizem como será o Futuro do Rio. Sim, porque o que a Mãode Deus fez – ou a Mãe Natureza, comopreferirem – foi perfeito. O restocoube e cabe a nós decidir.(Leia mais)
