Vende-se um morro – Pasmado anos 60, de André Decourt

Artigo sobre a História do Pasmado e a cobiça pelo morro, de André Decourt. Leitura imprescindível. Urbe CaRioca Vende-se um morro – Pasmado anos 60 por Andre Decourt – Publicado originalmente no blog foi um RIO que passou  O post de hoje é um resumo de recortes dos jornais Correio da Manhã, Diário de Notícias e Jornal do Brasil entre os anos de 1965 e 1971 acerca das várias tentativas, nem todas lícitas, de se vender o Morro do Pasmado para um grupo hoteleiro, mais especificamente o Hilton. Este estudo singelo me ajudou a proferir as breves palavras no sábado passado na manifestação contra a cessão ilegal do Mirante para uma nebulosa associação. No início dos anos 60 o Hilton tentou construir seu prédio na Chácara do Céu, possivelmente onde hoje está o Sheraton (aliás acredito o projeto ser o mesmo)(Leia mais)

Morro do Pasmado: Manifestação pela proteção do Parque Público

O Mirante do Pasmado precisa de policiamento, apenas. Não de um museu, jamais de uma construção, nunca um obelisco sobre a Enseada de Botafogo. Os que defendem a obra não querem o Museu do Holocausto, mas, visibilidade. Ou, o Museu seria bem-vindo em outro local, adequado à paisagem urbana e natural, dentro da área aedificandi da Cidade, não em um Parque Público conquistado pela sociedade há mais de meio século, classificado como área non-aedificandi. Neste sábado, dia 16 de março, houve um grande ato de protesto, organizado pela Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (AMAB), contra a possível e inadequada construção de um Museu do Holocausto no local, escolhido pelo prefeito do Rio para a homenagem, composto por um obelisco com cerca de 20 metros de altura sobre larga base na qual estariam auditório e café/restaurante, além de jardins no seu entorno.(Leia mais)

Não é a primeira vez que querem ocupar o Morro do Pasmado

A imagem acima mostra o projeto de urbanização da área e indica a criação do parque público, todo classificado como área não edificante. No blog Foi um Rio que passou , André Decourt descreve um histórico das tentativas de construção, até mesmo de um hotel, no alto do Morro do Pasmado. As mesmas não foram adiante devido às manifestações contrárias da população, razão pela qual o parque foi mantido por tantas décadas. E agora, mais uma vez, com o apoio do prefeito da Cidade, o Morro do Pasmado corre o risco de ser ocupado, sem ser apenas por um parque, que foi o seu destino. Em tempo, a AMAB – ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE BOTAFOGO criou um abaixo-assinado para quem quiser se manifestar contrariamente à decisão do alcaide, com foco exclusivo na defesa da paisagem. Já conta com mais de 9 mil assinaturas. Abaixo-assinado(Leia mais)

“Por que o Rio de Janeiro pode perder o título de Patrimônio Mundial ?”, de Rafael Winter Ribeiro

Dando continuidade ao debate sobre a possível e inadequada construção de um Museu do Holocausto no Morro do Pasmado, local escolhido pelo prefeito do Rio para a homenagem, composto por um obelisco com cerca de 20 metros de altura sobre larga base na qual estariam auditório e café/restaurante, além de jardins no seu entorno, publicamos o artigo do geógrafo Rafael Winter Ribeiro. Rafael destaca que, para o ICOMOS, Conselho Internacional de Monumentos e Sítios, órgão que assessora a UNESCO, além do alto impacto provável desta intervenção, as medidas tomadas para liberação da obra chamam atenção. “São agravantes o fato de estudo técnico de impacto ao patrimônio mundial não ter sido realizado, apesar das constantes solicitações do ICOMOS-Brasil, além de a população em momento algum ter sido ouvida sobre o assunto”, afirma. Leitura essencial para o entendimento do caso. Urbe CaRioca Por que o Rio de Janeiro(Leia mais)

Comentários na mídia e nas redes sociais sobre o Museu do Holocausto

Conforme já foi ratificado em posts anteriores, este blog é favorável a que a cidade receba a construção de um Museu do Holocausto. Entretanto, mantém a opinião de que o Morro do Pasmado, local escolhido pelo prefeito do Rio para a homenagem, é completamente inadequado. Dando continuidade ao debate sobre a questão, reproduzimos abaixo algumas opiniões publicadas na mídia impressa e nas redes sociais, nos últimos dias, sobre o Museu do Holocausto. Urbe CaRioca Na mídia: (Clique sobre a imagem para ampliar) Nas redes sociais: Eduardo Kozlowski: “Pra que mais um museu, pessoal?” Pra nada não … Cultura pra quê?” Sandra Dantas: “Então podemos entregar as praças e ruas para a iniciativa privada, já que toda a cidade está mal cuidada por esse negligente prefeito ? O certo não seria cobrar a conservação do patrimônio público ? O parque não é do(Leia mais)

ANIVERSÁRIO DO RIO, PEDIDO AO PREFEITO: SIM AO MUSEU DO HOLOCAUSTO, NÃO NO MORRO DO PASMADO

MIRANTE – Dicionário Houaiss substantivo masculino 1 local elevado de onde se descortina um panorama 1.1 pequena construção isolada num jardim ou parque de onde se descortina um panorama 1.2 pequena construção ger. sobre um edifício de onde se goza a vista em redor “A questão é gravíssima. Merece alerta vermelho para os que são os gestores superiores, os fiscalizadores, e os controladores dos atos administrativos“ Sonia Rabello em Rio: Mirante do Pasmado – um totem de irregularidades… Parte 1: no IPHAN    Parabéns ao querido Rio de Janeiro, que hoje completa 454 anos de sua fundação por Estácio de Sá, e faz jus a ter sido chamada Mui leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro! É puro heroísmo insistir em tanta beleza e carioquice, diante dos desmandos de alguns gestores púbicos e erros crassos do ponto(Leia mais)

SIM AO MUSEU DO HOLOCAUSTO, NÃO NO MORRO DO PASMADO

  Este blog é favorável a que a cidade receba a construção de um Museu do Holocausto, ao tempo que mantém a opinião de que o local escolhido pelo Prefeito do Rio para a homenagem é completamente inadequado: O Morro do Pasmado, local que já foi ocupado por uma favela e hoje abriga um parque e um mirante, de onde se desfrutam as mais belas paisagens cariocas (v. links para os demais artigos sobre o assunto no final desta postagem). Conforme noticiado pela grande imprensa, começaram as providências para o início das obras, inclusive com a marcação das árvores que serão cortadas. A AMAB – ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE BOTAFOGO, que tem a mesma visão, criou um abaixo-assinado para quem quiser se manifestar contrariamente à decisão do alcaide, com foco exclusivo na defesa da paisagem. A seguir, o texto e(Leia mais)

Cobal Humaitá e Leblon: Há que esclarecer.

Vendo o Rio, 2019 Depois de algum tempo esquecidos, era de se esperar que os imóveis da Cobal voltassem à berlinda na atual gestão da cidade. COBAL – Assim são chamados os antigos mercados de hortifrutigranjeiros situados nos bairros do Leblon e Humaitá, locais que, embora hoje esvaziados e algo decadentes, paradoxalmente, ainda são de grande utilidade para a população vizinha: houve a transformação das atividades de vários espaços que, reutilizados, garantem movimento e animação ao entorno, em especial no bairro do Humaitá. Notícia de 19/02 no site G1 informa que o Prefeito do Rio “foi a Brasília apresentar projeto para modernizar a Cobal do Humaitá e a do Leblon”. Mudanças dependem de autorização da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab. Segundo a nota, “O projeto apresentado por Crivella prevê parceria público-privada com validade de 50 anos. Os croquis mostram(Leia mais)

Pedregulho, Um ícone da Arquitetura Brasileira – Documentário original do Canal GloboNews

“A Arquitetura é ideologia, também”. Sérgio Ferraz Magalhães, arquiteto   O documentário abaixo foi elaborado pelo Canal de TV GloboNews e exibido sábado, dia 12, deste mês de janeiro/2019. Ontem, dia 20/01, foi o Dia de São Sebastião do Rio de Janeiro, data em que se homenageia o santo padroeiro da nossa cidade. Boa época para celebrar o que ainda há de bom na urbe carioca – e não é  pouco – comemorar o título recém-conquistado, concedido pela UNESCO, de Capital Mundial da Arquitetura, e buscar as muitas construções que contam a nossa história, entre elas o instigante conjunto habitacional popular e modernista chamado Pedregulho, projeto de Afonso Eduardo Reidy, obra de muitos sonhos, memórias, e acertos – grandes ou menores. Urbe CaRioca

Os Cinemas de Rua e o Calendário da Prefeitura

Calendário 2019 do AGCRJ contempla cinemas de rua do Rio de Janeiro* “Pelo quinto ano consecutivo o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro publica o seu já tradicional calendário que, em 2019, contemplará os cinemas da Cidade do Rio de Janeiro. Trazendo fotografias, programas e plantas das fachadas, a cada mês um antigo cinema será retratado, buscando rememorar esse antigo costume carioca, eternizado nas fotos do acervo. Num panorama de sustentabilidade, este ano nosso calendário é unicamente online. Para baixar em seu computador ou imprimi-lo, clique aqui. *Fonte: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Nota do Blog: Como bem sabe o carioca, cinemas de rua no Rio de Janeiro são espécies em extinção. Este blog defendeu a permanência do Cinema Leblon com as suas características originais, e algumas alterações compatíveis com o que era um bem tombado desde 2001 de(Leia mais)