MENSAGEM DO MOVIMENTO OCUPA GOLFE

Depois da remoção das barracas de lona pela Prefeitura, no início da semana, a criatividade do carioca ressurgiu na forma de
Segundo os organizadores, a ocupação pacífica em questão tem amparo constitucional e não infringe nenhuma outra lei.
Foto: Golfe para Quem?


Na madrugada de 18/12 a Guarda Municipal providenciou a desocupação do canteiro lateral da Avenida das Américas onde um grupo defensor da Reserva Ambiental de Marapendi estava acampado e divulgava o escandaloso caso da obra que retirou 45 hectares do Parque Municipal Ecológico Marapendi. O movimento Ocupa Golfe convida para nova manifestação no local, conforme mensagem abaixo divulgada nas redes sociais.[...] Leia mais

Artigo – A QUE SERVE O BRT?, de Ex-Blog





A análise abaixo foi publicada originalmente na Newsletter Ex-Blog  de 17/12/2014.


O tema Mobilidade Urbana tem estado presente há tempos em discussões de especialistas, seminários, nas páginas da mídia impressa e virtual, mas, principalmente, ao vivo, todos os dias e todas as horas na Cidade do Rio de Janeiro, problema sentido pela população indistintamente, seja na que usa o transporte público – ônibus, trens, Metrô – ou na que se locomove de carro – particular, táxis, vans – com evidente desvantagem para o primeiro grupo.

No artigo, considerações sobre a opção adotada recentemente na urbe carioca, que descartou, por exemplo, a Linha 6 Metrô, conforme projetos antigos para esse modal.

Boa leitura.

Urbe CaRioca

A QUE SERVE O BRT?


Ex- Blog do Cesar Maia

          
1. O governo federal tem priorizado e se associado aos investimentos de prefeituras nos BRTs – ônibus articulados correndo em canaletas/corredor. Belo Horizonte, Recife e Rio são exemplos. É um projeto polêmico, pois as estações não têm conexão com outras linhas, como ocorre no “ligeirinho” de Curitiba. São corredores lineares, sem conexão que atravessam bairros.
          
2. A travessia dos bairros divide os mesmos ao meio, repetindo os problemas históricos dos trens suburbanos no Rio de Janeiro. Isso afeta o comércio, desintegra as relações de vicindade e gera riscos de acidentes nas travessias. No Rio já são contados às dezenas estes acidentes, com outros veículos e com pessoas.
          
3. Além disso, o corte das linhas de ônibus interbairros para garantir um alto IPK (índice de passageiros por km) e a ausência de integração para grande parte dos bairros gera um custo adicional para a conexão. E o tempo economizado durante o transporte linear é superado, em muito, pelas necessidades de conexões. Agregue-se os problemas que acarretam para os que vivem na periferia dos bairros, seja pela necessidade de conexão, seja pelo deslocamento a pé.
          
4. O projeto do BRT foi apresentado pela Federação de Transportes do Rio há mais de dez anos, no boletim semanal ou quinzenal que divulgava como publicidade nos jornais. O projeto, na época, não caminhou porque as empresas não deram solução para as conexões e para o acesso dos passageiros que moram afastados do corredor do BRT. O custo para as pessoas aumentava, assim como o tempo de deslocamento quando exigida conexão.
          
5. A questão que envolve essa decisão das empresas de ônibus leva em conta a insustentabilidade de um sistema que, só no Rio-capital, funciona com 9 mil ônibus. Os conflitos com os usuários, os problemas de trânsito, o transporte público como foco da imprensa e reclamação das pessoas, as pressões dos políticos, as convergências/divergência, com os três poderes…, levaram consultores das empresas de ônibus a projetar uma curva negativa crítica já em médio prazo.
         
6. Dessa forma, a proposta foi reduzir drasticamente o número de ônibus em circulação, minimizando as tradicionais relações políticas e aliviando as pressões sociais. Para isso, havia dois caminhos: o sistema se associar ao transporte sobre trilhos, ou criar um novo sistema em base às experiências de outras cidades. Dada a impossibilidade de associação ao Metrô/Trens pelos os investimentos requeridos e o funcionamento sob regime de concessão, adaptou-se a visão de Lerner. que chamou de Metrô Sobre Rodas.
          
7. Mas essa adaptação ocorreu com simplificação drástica e redução de investimentos. Daí saiu o BRT – um corredor linear desconectado. Com a redução do número de linhas de ônibus, o IPK cresceu imediatamente e assim o retorno do investimento. Na medida em que o sistema BRT é de controle eletrônico facilitado, as desconfianças sobre sonegação de informações e -por isso- também de tributos, simultaneamente, reduz a dependência anterior das empresas de ônibus aos políticos e aos poderes.
         

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BRAVA GENTE BRASILEIRA OCUPA GOLFE

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OUTRA AÇÃO, OUTROS TEMPOS. OUTROS VALORES. EM 2005.



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Protesto pacífico em defesa da Cidade do Rio de Janeiro e do Meio Ambiente, contra a devastação da reserva e a eliminação de 45 hectares do Parque Municipal Ecológico Marapendi, na Barra da Tijuca.

A duração domovimentoOcupa Golfe é indeterminada. Corre nas redes sociais abaixo-assinado divulgado pelo site Panela de Pressão que pede o apoio dos vereadores para instalação de CPI sobre a obra do campo. Assinar é bem simples. O link está AQUI


Ocupa Golfe – Filmado em 16/12/2014

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MARAPENDI E ÁGORA – O ESPERADO, A VERSÃO OFICIAL, O ENGODO, E A VERDADE

Depois de MARAPENDI – O MONÓLOGO ENGANOSO E O CAMPO PESSOAL, de RESERVA, GOLFE, PARQUES E FAVELAS – MPRJ, VÍDEO E NOTÍCIAS e de

POR 45 HECTARES – MANIFESTAÇÃO CONTRA A OBRA DO GOLFE ÀS 15H[...] Leia mais

RESERVA, GOLFE, PARQUES E FAVELAS – MPRJ, VÍDEO E NOTÍCIAS

APA Marapendi – Rico Surf / P-Reserva

NOTA DE ABERTURA


Operação flagra desmatamento e loteamentos irregulares em parque urbano” (RJTV 09/12/2014)

Não se trata do desmatamento realizado pela prefeitura para a construção de um do campo de golfe. Segundo o repórter a área desmatada no parque da Pedra Branca equivale a 10 campos de futebol. O ato no maciço da Pedra Branca é crime ambiental. O lugar poderá abrigar mais uma favela. O poder público interveio para impedir. Na reserva ambiental de Marapendi o desmatamento é ato oficial : devasta 45 hectares. Abrigará um campo de golfe dito olímpico. O poder público interveio e mudou a lei para permitir. Não se trata aqui de defender o desmatamento na Pedra Branca e a possível ocupação irregular com moradia: apenas mostrar dois pesos e duas medidas para situação similar na Urbe CaRioca.

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No post do último dia 09, MARAPENDI – O MONÓLOGO ENGANOSO E O CAMPO PESSOAL, comentamos uma série de inverdades apresentadas pelo prefeito do Rio de Janeiro sobre a proposta do blog levada ao projeto Ágora, um chamado do Chefe do Executivo para ouvir a sociedade, que sugeriria ideias de ações públicas para melhorar a cidade e a vida dos cariocas. Embora tratadas como possíveis legados dos Jogos Olímpicos, as sugestões trazem assuntos gerais sobre vários campos de atuação do poder público, a maioria muito interessantes. Poderiam ser implementadas a qualquer tempo, sem relação com os JO 2016.


PRESERVAR O PARQUE MUNICIPAL ECOLÓGICO MARAPENDI ÍNTEGRO, no entanto, não pode esperar. A devastação da área de reserva executada deliberada e conscientemente pela prefeitura abrange um conjunto de aspectos prejudiciais ao Rio de Janeiro, apenas para mencionarmos questões afetas ao meio ambiente, urbanísticas, da mobilidade urbana, lazer e desrespeito ao interesse público, sem entrarmos no mérito de aspectos éticos e uso do chamado poder discricionário, nemr questões que contém alguma carga de subjetividade.


Conforme já se sabe, o juiz da 7ª Vara de Fazenda Pública não acolheu o pedido de suspensão do licenciamento ambiental feito pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Segundo o noticiário na grande imprensa e outras em plataformas virtuais o MPRJ recorrerá dessa decisão.


Enquanto isso, um grupo de defensores do parque Marapendi e da Reserva Ambiental de mesmo nome deu início a um novo movimento, o Ocupa Golfe, previsto para se estender até 31/12/2014: consiste em um ‘acampamento’ no canteiro da Avenida das Américas em frente ao terreno onde o campo de golfe está sendo construído. A instalação de faixas alusivas que chama a atenção de passantes e motoristas dará conhecimento mais amplo do assunto. Afinal, o próprio prefeito afirmou que a desinformação é geral. É necessário explicar a verdade à população!

Quanto a esse aspecto, o post citado acima – MARAPENDI – O MONÓLOGO ENGANOSO E O CAMPO PESSOAL, esclareceu vários pontos e desmentiu as afirmações. O vídeo do Monólogo do Prefeito foi divulgado e pode ser conhecido a seguir. A fala que pretensamente pretende defender a obra executada sobre a reserva ambiental com um discurso confuso que desvia a atenção do assunto começa a partir dos 6 minutos. O tempo é de 6 minutos e 26 segundos.


O tema tem sido difundido.  Além de MP-RJ recorrerá para embargar obra no campo de golfe em área de reserva, do G1, e de Movimento”Golfe pra quem?” acampa em frente ao Campo de Golfe Olímpico, do Jornal do Brasil, mais uma vez sites internacionais divulgam o assunto, como em Manifestantesprotestam contra campo de golfe olímpico, do SAPODESPORTO.

Outras afirmações no vídeo ainda serão comentadas. Abaixo, mapas esclarecedores.

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Artigo – A ELITIZAÇÃO DA PAISAGEM PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE, de Antonio Guedes

Sobre a Marina da Glória, equipamento urbano público da Cidade do Rio de Janeiro localizado no Parque do Flamengo, publicamos em 14/08/2014, também de Antonio Carlos Cardoso Guedes* o artigo MARINA DA GLÓRIA, SANEAMENTO E OLIMPÍADAS – CARTA AO PREFEITO E OUTRAS AUTORIDADES.



Além das inúmeras outras postagens sobre o tema na ocasião em que se pretendia construir um complexo comercial de grande porte na área – uma das “pontas” do triângulo da EBX – em 01/10 divulgamos MARINA DA GLÓRIA, O RETORNO – CARTA DA ASSUMA PARA O IPHAN AGOSTO/2014e, mais recentemente, MARINA VOLTOU. A DA ENSEADA. DA GLÓRIA. NO RIO. DE JANEIRO, em 04/12/2014.=&2=&=&3=& =&4=&


A Elitização da Paisagem Patrimônio da Humanidade
Antonio Guedes
Pensar que por ser a Cidade do Rio de Janeiro candidata a Paisagem Patrimônio da Humanidade teremos de fato o Respeito Mundial pode ser simples ilusão.

Num Mundo que repensa seus princípios de produção, dentro de um panorama de distúrbios ambientais de proporção planetária, o Parque do Flamengo, sítio integrante da candidatura, ao meu ver, é aviltado, por iniciativa da própria prefeitura da Cidade, diminuído o seu alto Caráter Social em prol do vil metal.

Não idealizado como Palco de Grandes Shows e Eventos, está sendo agora assim transformado.

Mas não é ele que é o Show?!!! Seu projeto foi tão bem elaborado que já contempla local adequado para tal, casa de espetáculos hoje  administrada pela Vivo Rio.

É apresentado agora um novo projeto para a Marina da Glória, sem a participação comunitária, sem Audiências Públicas, apenas “formulado” pela Prefeitura, pelo IPHAN, pelo IAB e, estranhamente, pela própria administradora da área pública Público, que tem sua presença ai questionada na Justiça, entre tantas outras Ações.

Esta parte integrante do Parque sendo levada à sua exploração comercial máxima, justo o que sua idealizadora, Lota de Macedo Soares, não queria e o que levou-a à iniciativa de seu Tombamento.

Além da nova proposta de utilização do Parque, o que é previsto para a Marina fará aumentarem não só os valores para náutica ali cobrados, mas o de outras marinas e clubes, quiçá apenas do Rio de Janeiro; será uma marina para Cidadão Comum ficar à ver, o que desrespeita os objetivos fundamentais do Projeto Social Parque do Flamengo.
 
A proposta aprovada pelo IPHAN, na minha opinião, é senão o Destombamento do Parque do Flamengo, justamente quando se comemorarão, agora em 2015, seus 50 anos de existência! É “Homenagem” que desmerece, sendo o parque parte integrante da candidatura da Cidade do Rio de Janeiro a Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO.

Ora, se o próprio Presidente do IRPH – Instituto Rio Patrimônio da Humanidade – RJ capitaneia a desvirtuação de um Projeto Arquitetônico da importância do Parque do Flamengo, o que mais poderá ser feito no Rio de Janeiro em Futuro Próximo?

Elitizar a Paisagem da Cidade do Rio de Janeiro é dividi-la ainda mais!

É, de fato, a fonte do desequilíbrio que vivemos na Cidade e nos empurra aos seus verdadeiros combates belicosos diuturnos.

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*Antonio Guedes é Engenheiro de Operação


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MARAPENDI – O MONÓLOGO ENGANOSO E O CAMPO PESSOAL


Outros tempos na Urbe CaRioca, quando proteger o “verde” interessava politicamente.
Foto: Internet


Na última quinta-feira o Prefeito do Rio comentou as 25 ideias classificadas e incluídas no relatório do Projeto Ágora elaborado pelos organizadores, propostas essas apresentadas pelos cariocas que atenderam ao convite da Prefeitura e apresentaram sugestões de ações públicas a serem adotadas pela administração. Entre elas estava a ideia do blog Urbe CaRioca – PRESERVAR O PARQUE MUNICIPAL ECOLÓGICO MARAPENDI ÍNTEGRO– que foi a mais comentada e a segunda mais votada entre 378 itens.

Transmitida ao vivo pela internet, a resposta relativa à ideia deste blog foi incrível, pois nela é impossível acreditar. O conjunto de afirmações inverídicas é de tal ordem que superou as nossas expectativas: foi muito pior do que o imaginado. O Chefe do Executivo misturou alhos com bugalhos para desviar a atenção do cerne do assunto, a eliminação de parte de um Parque Municipal Ecológico, com especial destaque para sua iniciativa de projetar o Parque Nelson Mandela (medida midiática quebeneficia o mercado imobiliário e sobre a qual não há garantia de efetivação), insistindo em vinculá-lo como uma compensação à perda de 58.000,00 m² causada pela construção do Campo de Golfe, o que foi apenas um dos sofismas usados (v. postagem de 23/11/2012 –PACOTE OLÍMPICO 2 – APA MARAPENDI: O “PARQUE” E AS BENESSES URBANÍSTICAS).




Abaixo, análise de alguns pontos abordados na apresentação do alcaide, que, embora capciosa, foi bravamente conduzida por Luti Guedes, coordenador e um dos organizadores do Desafio Ágora junto com Bernardo Ainbinder, Mariana Motta e Francielly Baliana, jovens atenciosos que não mediram esforços para esclarecer as muitas dúvidas levantadas pelos apoiadores da ideia ‘Preservar o Parque…’ recebidas pelo Blog Urbe CaRioca e encaminhadas ao grupo.[...] Leia mais

SEMANA 01/12/2014 a 06/12/2014 – O BAIRRO REJEITADO, A MARINA VOLTA, O MONÓLOGO, E MENOS 45 HECTARES EM MARAPENDI

“Quanto ao Parque Marapendi eliminado para a construção do campo, entretanto, não fará diferença. Sendo o monólogo que se anuncia ou mesmo caso o Sr. Prefeito respondesse a perguntas, sabe-se que virá o conhecido conjunto de falácias ouvidas há mais de dois anos em relação ao esporte que retornou aos JO depois de 1 século.”

Trecho de O ÁGORA, O PARQUE MARAPENDI, O GOLFE, E O MONÓLOGO DO PREFEITO DO RIO DE JANEIRO

 

O chefe do Executivo afirma que retirou 58.000,00 m² do parque.
A área eliminada é de mais de 450.000,00 m², conforme polígono indicado.
A compensação alegada é falaciosa, além do que tal perda não poderia
ser compensada em nenhuma hipótese (v. Parque das Benesses).

Indicação sobre imagem do Google Maps.

 

Publicações da semana anterior e textos mais lidos

Postagens imediatamente anteriores; moradores da Barra da Tijuca, de Jacarepaguá, e de Camorim não querem que seus bairros mudem de nome; IPHAN aprova novo projeto para a Marina da Glória; prefeito do rio comenta as ideias classificadas no projeto Ágora, das quais PRESERVAR O PARQUE MUNICIPAL ECOLÓGICO DE MARAPENDI ÍNTEGRO apresentada por este blog foi a mais comentada e a segunda mais votada entre 378 propostas; e nova manifestação contra a obra do campo de golfe sobre a reserva ambiental.

NOTAS:

1.    Sobre os mascotes dos Jogos Olímpicos – que não são o Macaco nem a Arara – batizados pelos cariocas com nomes curiosos, uma declaração do presidente do COI deixou a todos espantados. A as justificativas apresentadas na entrevista causam vergonha.

2.    “Caso o Prefeito do Rio, presidente do C40, queira ouvir a voz da sociedade civil carioca, respeitar o Parque Ecológico Marapendi, e garantir a construção da Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso, que protege a reserva, nada o impedirá. É a oportunidade que tem para apresentar-se como um verdadeiro estadista”. O Chefe do Executivo não ouviu. Em breve, comentários sobre o Monólogo do Prefeito que discorreu sobre o resultado do Desafio Ágora, convite feito aos cariocas para sugerirem ações a serem incluídas no chamado “legado olímpico”. O link para o vídeo ainda não está disponível.

3.    O movimento Ocupa Golfe está previsto para continuar até o dia 31/12. Corre nas redes sociais abaixo-assinado divulgado pelo site Panela de Pressão que pede o apoio dos vereadores para instalação de CPI sobre a obra do campo. Assinar é bem simples. O link está AQUI.

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Foto: Golfe para Quem?

 

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POR 45 HECTARES – MANIFESTAÇÃO CONTRA A OBRA DO GOLFE ÀS 15H

Prefeito retirou 45 hectares do Parque Ecológico Marapendi.
O chefe do Executivo afirma que retirou 58.000,00 m² do parque.
A área eliminada é de mais de 450.000,00 m², conforme polígono indicado. A compensação alegada é falaciosa. Ainda assim, tal perda não se compensaria em nenhuma hipótese.

Indicação sobre imagem do Google Maps.

Hoje, às 15h, haverá nova manifestação da sociedade civil contra a construção do campo de golfe que retira parte do PARQUE MUNICIPAL ECOLÓGICO DE MARAPENDI.
Ao movimento Golfe para Quem? juntou-se o grupo Golfe não, preservação sim que criou o evento GOLFE AQUI NÃO! SALVE A RESERVA AMBIENTAL DE MARAPENDI. DATA – 06/12/2014 =&5=&

O ÁGORA, O PARQUE MARAPENDI, O GOLFE, E O MONÓLOGO DO PREFEITO DO RIO DE JANEIRO

Conforme divulgado nos últimos dois meses o Desafio Ágora da Prefeitura consistiu em convidar a população para dar ideias à administração municipal sobre legados para a cidade fruto dos Jogos Olímpicos e outras sugestões para melhorar o Rio de Janeiro. Dividido nas várias fases Proposição, Discussão, Avaliação Cidadã, Documento, Análise da Prefeitura, e “Hangout”, a proposta deste blog – =&0=& – passou à quarta etapa sendo a MAIS COMENTADA e SEGUNDA IDEIA MAIS VOTADA entre 358 sugestões enviadas pelos cariocas. Os antecedentes e os percalços da trajetória estão explicados em muitos posts no Urbe CaRioca, bem como foram divulgados nas redes sociais pelos apoiadores da proposta, em especial arquitetos, urbanistas, advogados, biólogos, ambientalistas, e grupos que se mobilizaram em defesa do Parque, em especial o Grupo Rio Antigo, o NIMA-Jur e o Movimento Social Golfe para Quem?. Hoje, às 20h, acontecerá o Hangout via internet. Ao contrário do que esperávamos, não se tratará de um diálogo ou debate ao vivo, durante o qual o chefe do Executivo responderia a perguntas dos participantes do Ágora e dos cariocas em geral. Apenas Prefeito e o coordenador do projeto falarão. Nem ao menos responderão a perguntas feitas por escrito. O Prefeito comentará as 25 propostas finalistas compiladas no Relatório Final, baseando-se nas informações deste. É pena. Quanto ao Parque Marapendi eliminado para a construção do campo, entretanto, não fará diferença. Sendo o monólogo que se anuncia ou mesmo caso o Sr. Prefeito respondesse a perguntas, sabe-se que virá o conhecido conjunto de falácias ouvidas há mais de dois anos em relação ao esporte que retornou aos JO depois de 1 século: “será ótimo; preservará o Meio Ambiente, fauna e flora; a área estava degradada; recuperamos a área; o Rio precisa de um campo de golfe; não gastamos dinheiro público; houve compensações; o campo será público, etc. etc.”, tudo justificado pelos bem conhecidos sofismas que defendem o indefensável e o injustificável.
Internet
Segundo esclareceram os organizadores a transmissão deve estender-se por cerca de 1h30min porque são muitas propostas – 25 e, se cada uma fosse aberta para perguntas o tempo dobraria: “A ideia da compilação do documento colaborativamente com os usuários é exatamente que eles se sintam 100% confortáveis com o texto que foi entregue ao prefeito!”. =&1=&