Associação de Moradores do Jardim Botânico contra a desordem no Parque Lage, de Vinícius Monte Custódio

Em 1957, o Parque Lage foi tombado pelo IPHAN e, em 1976, foi adquirido pela União mediante desapropriação. Pelo Dec. Federal s/n de 25/04/1991, a União autorizou a cessão de uso gratuito do bem ao Estado do Rio de Janeiro pelo prazo de dez anos, prazo prorrogado por sucessivos atos administrativos do Governo Federal, para ser utilizado como sede da Escola de Artes Visuais – EAV da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro.[...] Leia mais

JARDIM BOTÂNICO – NOTA OFICIAL SOBRE A REINTEGRAÇÃO DE POSSE

Com base em notícias publicadas pelo jornal O Globo durante e logo após a Semana Santa, na última segunda-feira, dia 28/03, postamos DESOCUPAÇÃO DO JARDIM BOTÂNICO – NOVOS CAPÍTULOS, informando sobre os acontecimentos em curso, inclusive as manifestações de moradores da chamada comunidade do Horto que obrigaram àquele espaço público fechar as portas durante três horas na manhã de domingo, e a informação do Ministério do Meio Ambiente sobre um recuo quanto à desocupação de uma casa que ocorreria naquele dia, e havia sido cancelada. =&0=&

ATRASO NA OBRA DA “LINHA 4” E BRT NO LUGAR DO METRÔ OLÍMPICO – UM FESTIVAL DE INCOMPETÊNCIAS, de Atilio Flegner.

Frase estampada no ônibus de 2 andares que operou 
em SP pela CMTC, hoje preservado no museu dos
 transportes públicos. Foto: Atilio Flegner

Segundo notícia publicada pelo O Globo on line em 20/0, na véspera o Prefeito do Rio pedira ao Comitê Olímpico Internacional – COI que considerasse um plano de contingência elaborado pelo Município – a criação de um corredor BRT provisório na Zona Sul da cidade – afirmando que existia um risco de as obras da hoje chamada Linha 4 do Metrô não serem concluídas a tempo para os Jogos Olímpicos (na verdade trata-se de prolongamento da Linha 1 pelos bairros de Ipanema e Leblon para unir-se à Linha 4 original no trecho Gávea-Barra da Tijuca, conforme explicado em diversas postagens neste blog).




No mesmo dia 20 o falante então Secretário Estadual de Transportes – hoje, dia 21, já demissionário – se contrapôs ao Prefeito ao dizer que a Linha 4 “funcionará durante os Jogos Olímpicos em agosto”. =&4=& =&1=&



Atílio Flegner comentou o assunto na página que administra – METRÔ QUE O RIO PRECISA – em artigo que reproduzimos a seguir. Esse sítio virtual e o Blog Metrô do Rio, de Miguel Gonzalez, são fontes reais de inúmeras informações e análises sobre os sistemas de transportes do Rio de Janeiro: Estado e Capital.


Nota: Outra notícia, também no dia 20/02, informa que a Prefeitura pretende dar prosseguimento à implantação do VLT em Botafogo: o trecho corresponde à Linha 4 original do Metrô, trocada pelo prolongamento da Linha 1 em Ipanema e no Leblon, como é de conhecimento geral! No mesmo tema sugerimos conhecer o artigo UM TRAÇADO CIRCULAR, de Hugo Repolho, publicado em 09/02/2016, também no jornal O Globo, texto no qual destaca a importância da ligação Gávea-Uruguai, sob o Maciço da Tijuca.
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CLUBE FLAMENGO – A ARENA DESTRAVADA

=&0=& (em 30/07/2015) – Seria interessante conhecer a opinião das entidades que compõem oConselho de Curadores do Desafio Ágora Rio: Mobilidade Urbana, sobre a construção do empreendimento no local e os decorrentes impactos sobre o tráfego nas vias e bairros que circundam o terreno do Clube Flamengo. Divulgamos a existência do segundo “desafio” em 22/04/2015 no post=&1=&. O Urbe CaRioca não enviou sugestões como fez no primeiro “desafio” com a proposta PRESERVAR O PARQUE MUNICIPAL ECOLÓGICO DE MARAPENDI ÍNTEGRO. As razões estão expostas nos muitos artigos deste blog, em especial  O ÁGORA, O PARQUE MARAPENDI, O GOLFE, E O MONÓLOGO DO PREFEITO DO RIO DE JANEIROMARAPENDI – O MONÓLOGO ENGANOSO E O CAMPO PESSOAL; e MARAPENDI E ÁGORA – O ESPERADO, A VERSÃO OFICIAL, O ENGODO, E A VERDADE. Embora a sensação de atraso em relação às inúmeras decisões já tomadas, e inoperância (Metrô não prioritário, rodoviária em São Cristóvão, modelo “rodoviarista” com BRT em vez de transporte de massa sobre trilhos), ao menos dessa vez constituiu-se um grupo com representantes de várias instituições. Tenhamos esperança!=&5=&

CLUBE FLAMENGO – UMA ARENA, UM NÓ DE TRÂNSITO, E UM BEM TOMBADO

Todescan Siciliano Soluções Integradas

ATUALIZAÇÃO EM 18/03/2015: Nota no Jornal O Globo (Coluna Ancelmo Gois) informa que o Clube construirá uma Arena para 40 mil pessoas.

URBE CARIOCA: O Clube e a Prefeitura poderão esclarecer qual é o projeto em andamento e aprovação na Secretaria de Urbanismo, no Conselho Municipal de Patrimônio Cultural, e no IPHAN. Há que pedir vistas ao processo de 1984!


SEGUNDA ATUALIZAÇÃO EM 18/03/2015: O Jornal O Globo noticiou que o Clube pretende erguer um estádio de médio porte, a princípio para 20 mil pessoas, na Gávea ou em outro lugar, que a iniciativa conta com o apoio do Governo Estadual, e que as estruturas podem ser provisórias. Ou não…

URBE CARIOCA: Nem 4 mil nem 40 mil. “A princípio” 20 mil (Mais de 20 mil, menos de 20 mil?). “Na Gávea ou em outro lugar” (Onde?). “Arquibancadas provisórias” ou não: Na cidade não faltam exemplos de construções provisórias que se tornaram permanentes. Possivelmente a nota divulgada no O Globo teve o objetivo de fazer governos estadual e municipal conhecerem a reação da sociedade. 


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Os dirigentes do Clube de Regatas do Flamengo – que fica na confluência entre os bairros Gávea, Leblon, Lagoa e Jardim Botânico – pretendem construir uma Arena Multiuso em parte do terreno cedido ao rubro-negro, na esquina das avenidas Borges de Medeiros e Mário Ribeiro, ao que consta com patrocínio da rede de hambúrgueres e sorvetes McDonalds, notícia que circulou na imprensa no ano passado.



O Globo, 01/10/2014: “O Flamengo aguarda apenas a liberação do prefeito Eduardo Paes, que deve sair em breve, para iniciar a construção de uma arena multiuso na área onde até há pouco funcionava um posto de gasolina em sua sede social, na Lagoa, Zona Sul do Rio. (…) Bancada pelo MacDonald’s, a arena receberá não apenas jogos de basquete e vôlei, mas outros esportes olímpicos. O projeto já está pronto e aprovado pelo comando do clube, que encomendou uma animação com detalhes da localização da arena na sede da Gávea e como ela será”.

O blog Ninho da Nação informou ontem que o processo de construção está em fase final de análise pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, segundo o qual há apenas uma pendência: “A assessoria de imprensa do IPHAN entrou em contato com o blog e informou que espera apenas que seja encaminhado pelo Flamengo a planta referente ao recuo que a construção terá em relação à Rua Mário Ribeiro”.

Por outro lado, quando o dirigente de outro clube de futebol pediu ao Prefeito do Rio que impedisse a construção da Arena do Flamengo, este declarou-se favorável à obra para ajudar o clube. O Urbe CaRioca entende que mudar o uso do solo e índices urbanísticos não salva clubes, e ainda pode destruir a cidade, mas, isso é assunto para outro post!

vimeo.com

As informações disponíveis no blog referido causam várias estranhezas, a começar pelo número do processo enviado pela Prefeitura ao IPHAN, iniciado em 14/09/1984, isto é, há 30 anos! Não é um engano, como comprovam a imagem abaixo e o informado no parecer nº 491/2014/COTEC/IPHAN/RJ DE 16/12/2014. Além disso, o objeto do processo é Construção da Sede Social do Clube de Regatas do Flamengo, denominação inespecífica quanto a Estádio ou Arena.




Em setembro/2013 o site Geração Rubro Negra noticiou estudos para construção de arena para 25 mil a 30 mil pessoas, ideia que não agradou ao então governador Sérgio Cabral: “Ele já vetara outro projeto de estádio na Gávea para 30 mil, e voltou a se mostrar desfavorável”.  Em junho/2014, segundo o blog O Meu Mengão, a Construtora Odebrecht esperava “definir Arena do Flamengo até janeiro” de 2015, para 25 mil a 30 mil pessoas sem, no entanto, mencionar o local.

“Alexandre Póvoa, vice-presidente de esportes olímpicos (…): Não estamos pedindo favor nenhum e ninguém para facilitar nada. Só queremos que os órgãos responsáveis resolvam os trâmites burocráticos e liberem a licença. Nosso projeto está todo financiado, com dinheiro 100% privado. Nenhum dinheiro estatal. Só dependemos da licença para começar a construção. Estamos a um ano e meio das Olimpíadas no Rio, temos um projeto pronto e o processo segue tramitando em órgãos públicos há um ano sem nenhuma solução. De lá para cá não tivemos nenhum avanço. Em qualquer lugar do mundo nós seríamos incentivados a construir um ginásio, menos aqui. O Flamengo tem o estacionamento dele, daqui a um ano vamos ter um metrô, não vejo mais porque não ser liberado. É um ginásio de 4 mil pessoas, não estamos falando de nada excepcional. Temos o Maracanãzinho e a Arena, mas que são inviáveis para os jogos do dia a dia”.

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PRÓXIMOS ASSUNTOS NO URBE CARIOCA


Com tantos assuntos urbano-cariocas em pauta e o Rio de Janeiro fervilhando, enquanto a bola rola preparamos uma lista com os temas a serem analisados nos próximos dias pelo Blog Urbe CaRioca, que inclui artigos enviados por colaboradores. Alguns já estão “no forno”, outros em fase de revisão ou de pesquisa.
Esperamos concluir todos. Sugestões e colaborações serão benvindas.

Para quem curte futebol, bom jogo, sem passar pelas peripécias de Mickey quando o Maraca ainda tinha a marquise estrutural de concreto, uma bela obra de Engenharia.


Urbe CaRioca

Internet


OK –A Pintura dos Arcos da Lapa > =&4=&
OK –A Torre no Sambódromo criticada por Ancelmo Gois =&6=&

SEMANA 26/05/2014 a 30/05/2014 – HOTÉIS, PARQUE DAS BENESSES, VARANDAS, OCUPAÇÃO DO JARDIM BOTÂNICO, MINISTÉRIO PÚBLICO x GOLFE NA RESERVA

A Operação Urbana Consorciada prevista no que se tornou aLei Complementar nº 133 de 30/12/2013* – e movimentou o mês de dezembro/2012 neste blog– não é de simples compreensão.

O cupom premiado que será concedido a quem teve décadas para usufruir o potencial construtivo da sua propriedade e não o fez, foiregulamentado recentemente pelo Decreto nº 38646/2014**”.

Trecho de

PARQUE DAS BENESSES NA REUNIÃO DO CONSELHO DE POLÍTICA URBANA – COMPUR[...] Leia mais

JARDIM BOTÂNICO, OCUPAÇÕES IRREGULARES e REPERCUSSÃO NA IMPRENSA

Instalada a polêmica sobre o regate e áreas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro após três décadas de discussões sobre ocupações irregulares, o assunto parecia decidido após sentença judicial a favor da reintegração de posse e saída de moradores que construíram casas – e até um clube – em áreas públicas preservadas e tombadas. =&0=&

ARTIGO: METRÔ GÁVEA-CARIOCA, de Miguel Gonzalez

Em 27/06/2012 publicamos aqui UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA O METRÔ DO RIO, artigo de Miguel Gonzalez, jornalista que é responsável pelo Blog Metrô do Rio (não oficial), fonte preciosa de informações, análises e memória sobre a história desse meio de transporte da Cidade do Rio de Janeiro. O Blog Urbe CaRioca havia sido criado apenas dois meses antes. Ao longo dos quase dois anos de existência deste espaço “urbano-carioca” o texto de Miguel esteve entre os mais lidos em praticamente todas as semanas. Além da importância do assunto em si e da clareza com que o autor expôs a questão, o fato demonstra o interesse de usuários e população do Rio em geral com os problemas que hoje vivemos função de uma demanda por transporte público crescente a cada dia, não atendida.
No último sábado o Blog Metrô do Rio publicou “GÁVEA – CARIOCA”, artigo esclarecedor sobre a decisão do Governo Estadual que pretende fazer a licitação para a construção da Linha 4 (Dessa vez a Linha 4  verdadeira, e não o prolongamento da Linha 1, ora em construção, conforme exaustivamente explicado em diversos posts!). =&2=&

UM CAMPO DE GOLFE ÀS MARGENS DA LAGOA RODRIGO DE FREITAS

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Imagem criada sobre foto do  Google Maps


Os projetos das avenidas que contornam a Lagoa Rodrigo de Freitas foram definidos nos anos 1920 pelo plano de “saneamento e embelezamento da Lagoa (…) construindo parte da Avenida Epitácio Pessoa e Canal de Visconde de Albuquerque, e Canal da Lagoa*”, na gestão do prefeito Carlos Sampaio**. A conformação atual é praticamente igual à dos desenhos de então. 
Os aterros que reduziram expressivamente o tamanho original do espelho d’água, as ruas que circundam o que hoje é um bem cultural tombado – um símbolo do Rio em forma de coração –, e outras vias do tecido urbano edificável dos bairros de Ipanema, Leblon, Lagoa e Jardim Botânico – foram executados ao longo de várias administrações. Quanto à Av. Epitácio Pessoa, “o início e o avanço da mesma foram de tal ordem que se impunha pelas administrações sucessivas”, como consta em O Rio de Janeiro e seus Prefeitos*. De fato, gestores que viriam a comandar a cidade completaram o projeto de 1922.




Mas, o aspecto presente da área marginal da lagoa não apenas deve-se aos aterros e urbanização. A paisagem desta parte da Zona Sul também era composta por várias favelas, removidas conforme políticas governamentais vigentes a partir da década de 1960. Catacumba e Praia do Pinto deram lugar a conjuntos de edifícios; no lugar da favela Macedo Sobrinho, casas e prédios; a Ilha das Dragas desapareceu com a ilha que lhe dava o nome: ficava ao lado do Clube Caiçaras; Piraquê, ao longo do terreno do Jockey Club, e Ilha do Guarda, idem.

Até o início dos anos 1970 não havia mais favelas na região.


A área pública da orla foi construída gradativamente por vários prefeitos. O último terreno incorporado a ela é o atual Parque dos Patins, espaço cedido a um parque de diversões durante mais de duas décadas, resgatado para a cidade em 1993. Com exceção dos trechos ocupados por uma academia de ginástica, áreas de uso governamental, e um questionável conjunto de cinemas, a orla da Lagoa Rodrigo de Freitas é de uso livre. É possível circundá-la pelas avenidas – com os devidos meios de transporte –– ou a pé e de bicicleta, pelo parque. Os espaços são de todos.

Poderia não ter sido assim.


Digamos que, em vez de executar os projetos estabelecidos em administrações anteriores, um gestor nomeado em meados dos anos 1960 houvesse criado condições especiais para a construção de um Campo de Golfe particular às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, Zona Sul do Rio, modificando o projeto do colega que comandou o então Distrito Federal, Carlos Sampaio; digamos que existisse um enorme terreno vazio entre as ruas Jardim Botânico, J. J. Seabra, General Garzon e a beira da Lagoa; que neste local Av. Borges de Medeiros fosse ainda projetada, isto é, que a avenida estivesse quase concluída, faltando construir apenas um trecho entre as ruas J. J. Seabra e General Garzon; e também que na parte do terreno mais próxima da água lagoa existisse uma faixa de manguezais protegidos pelas leis de meio ambiente destinados a integrar uma Área de Proteção Ambiental, onde era proibido construir.

Digamos ainda que o proprietário decidisse erguer um conjunto de 40 prédios de 5 andares na parte edificável do imóvel descrito, perto da rua Jardim Botânico. Em obediência às leis vigentes, o terreno correspondente à avenida e aos manguezais seria doado ao município, e a via construída pelo empreendedor. Somente nessas condições a obra dos edifícios seria licenciada.

Internet




Porém, o gestor quis mudar o projeto do colega que comandou o então Distrito Federal** para incentivar a construção de um campo de golfe dito benéfico para o Rio, cuja real necessidade jamais foi esclarecida. O proprietário, por sua vez, interessou-se pela ideia. Era um bom negócio, um jogo win-winMas, havia que afastar alguns empecilhos.[...] Leia mais

SEMANA 09/09/2013 a 13/09/2013 – O FIM DO VELÓDROMO, NOTÍCIAS DIVERSAS, GUARATIBA Parte 2

“…a lama levou outros olhares para Guaratiba. Foi quando O BRAINSTORM DO ALCAIDE resultou no anúncio da desapropriação para a construção de um bairro popular pela boca de ninguém menos do que o arcebispo do Rio. Há que tirar o chapéu”.

Trecho de GUARATIBA: RURAL, LAMA, E URBANA – Parte 2

Christophe Simon/AFP

Folha de São Paulo 20/11/2012


Publicações da semana que passou
e textos mais lidos.

Os posts imediatamente anteriores; o estranho caso do Velódromo do Rio tem mais um capítulo, pós-desmanche; notícias sobre Jardim Botânico, Paineiras, obras em Guaratiba e Jogos Olímpicos; e a Parte 2 do post sobre o Campus Fidei, no mesmo bairro de Guaratiba.

NOTA: Nos longos vídeos da ESPN é possível conhecer as imagens do Velódromo do Rio em processo de demolição, e seus restos. Ao blog interessa a parte 1. A parte 2 contém declarações sobre a impossibilidade de transportar e montar o que sobrou do Velódromo, em Goiânia, e aspectos diversos relacionados à atividade do ciclismo. Autoridades discordam das declarações do Arquiteto do Velódromo.[...] Leia mais