EXTRA, EXTRA! ITENS 34 e 35 das NOVAS PROMESSAS!

redebrasileira.com
Porque o Rio de Janeiro é a prioridade o Blog Urbe CaRioca, preparou um post para desejar boa sorte ao prefeito reeleito. No texto – agora adiado – planejava pedir que o prefeito não alimentasse tanto o blog com mais de + 20 Leis Urbanísticas nos próximos quatro anos.

Absolutamente estarrecido, este espaço vê-se na obrigação de reproduzir os itens 34 e 35 das novas promessas urbano-cariocas do Executivo – publicadas no Jornal O Globo de hoje, que só podem ser recebidas como uma enorme ironia:


34. NÃO ALTERAR OS PARÂMETROS URBANÍSTICOS DA CIDADE
35. NÃO PERMITIR AUMENTO DE GABARITO E CONSTRUÇÃO DE APART-HOTÉIS=&4=&
Se fosse verdade, significaria que nos últimos quatro anos o tema esgotou-se. Ou que mudará uma das suas principais linhas de atuação. Improvável.

Internet

Se for verdade, a primeira lei a ser rejeitada deve ser a Benesse Urbanística, aquela que beneficia um só contribuinte.


Se for verdade, a torre para o BNDES na antiga área non-aedificandi no que sobrou do Morro de Santo Antônio também desaparece; não aprovará os edifícios para militares no Forte do Leme.



Se for verdade, não criará gabaritos e usos novos em GUARATIBA!

Se for verdade, não criará gabaritos para as áreas dos quartéis que o governo do estado vai vender . Bem, para os próprios municipais, ruas, canteiros centrais e praças, já criou.

Se for verdade, poderá rever algumas das muitas leis que aprovou e revogá-las.

Se for verdade…


O blog deseja que todos os eleitos façam o melhor pelo bem do Rio e de sua população. Boa sorte!


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A SEMANA – 01/10/2012 a 05/10/2012

Publicações da semana que passou, =&1=& =&2=&=&3=& =&4=& Os posts imediatamente anteriores, uma Praça cancelada antes de existir, a Estação Carioca do Metrô, no Centro da Cidade, até hoje inconclusa, uma crônica séria sobre o julgamento do Mensalão, e a CrôniCarioca – um diálogo sobre a eleição carioca para prefeito e vereadores. =&5=& =&6=& =&7=& =&8=& =&9=&

[A CIDADE CRESCE PARA… GUARATIBA]

[ARTIGOS: CRESCER PARA DENTRO, por Sérgio F. Magalhães e RIO EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES, por Luiz Fernando Janot]

[AO FUTURO PREFEITO DA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO]

=&6=& =&11=&

BOTAFOGO: A PRAÇA CEIFADA ANTES DE NASCER

Ou… BOTAFOGO: A PRAÇA E A RESOLUÇÃO

=&6=&=&13=& =&6=& =&15=& =&8=& =&6=&=&18=&

BARBOSA ATACA OUTRA VEZ

=&6=&=&6=&=&21=&

ELOGILDA, RECLAMILDA E A ELEIÇÃO CARIOCA

                                                                 CrôniCaRioca, por Andréa Redondo

=&22=&=&23=&=&24=&=&25=&=&26=&=&27=&

ELOGILDA, RECLAMILDA, E A ELEIÇÃO CARIOCA

CrôniCaRioca

Andréa Redondo
Imagem: mazelasdojudiciario.blogspot.com
As amigasse encontraram no Metrô. Lotado. “Oi, que saudade!”, dois beijinhos cariocas, e um só assunto: a eleição.

ELOGILDA – Mais uma vez o dever cívico nos chama, que felicidade! Até já separei o título!


RECLAMILDA – Felicidade porque a cidade fica engarrafada e precisa enfrentar fila, justo para votar em um desses aí? [...] Leia mais

ARTIGO: ENTENDENDO A ESTAÇÃO CARIOCA – PARTE I, por Miguel Gonzalez

Os posts O Metrô e a Praça e a série Mais Metrô – de 2 a 10 – trataram de diversos aspectos que envolvem os importantes trilhos cariocas e, em especial, questionaram a prioridade do governo estadual que preferiu construir o prolongamento da Linha 1, chamando-a enganosamente de Linha 4, ao invés de concluir a Linha 2 ou executar a Linha 4 verdadeira. =&2=&

BOTAFOGO: A PRAÇA CEIFADA ANTES DE NASCER

ou… BOTAFOGO: A PRAÇA E A RESOLUÇÃO
PROJETO APROVADO DE ALINHAMENTO
Rua São Clemente, Botafogo
Site Prefeitura

Em 03/7/2012 este Blog publicou VENDO O RIO, NO ESTADO – ESTUDO DE CASO: BOTAFOGO. O texto maior do que padrão usado neste tipo de espaço deveu-se às explicações sobre a origem das praças na cidade, várias nascidas de imposições legais ao construtor de conjuntos de edifícios ou loteamentos –  a divisão de um terreno grande em lotes menores.

As informações foram necessárias para facilitar o entendimento das decisões dos governos estadual e municipal, que, nos últimos quatro anos, colocaram à venda diversos terrenos, de sua propriedade – Próprios Estaduais e Municipais –  e logradouros púbicos – áreas de praças, canteiros de ruas, etc.


Depois das explicações técnicas, o texto analisou a situação do bairro de Botafogo, carente de espaços livres e praças, diante da possibilidade de venda do terreno que fica na esquina das ruas São Clemente e Real Grandeza, onde funciona um dos batalhões da PM. Propôs que a área fosse transformada em uma praça e mencionou dois outros terrenos também de esquina que poderiam ter o mesmo destino: neles funcionam um estacionamento particular – Ruas Voluntários da Pátria / Rua Conde de Irajá -, e um posto de gasolina*– Rua São Clemente / Rua da Matriz.



Praça Corumbá, em frente ao Morro Dona Marta,
vista do posto de gasolina que fica na
Rua São Clemente nº 307, Botafogo

Imagem: panoramio.com
Praça Corumbá, em frente ao Morro Dona Marta,
lado direito da Rua São Clemente
Imagem: panoramio.com

Mas, em 10/9/2012 o desenho da rua foi modificado, e eliminada a previsão de uma praça para o terreno do posto de gasolina.

A Resolução SMU 1057/2012** informa que o terreno é particular e, entre outras justificativas para a decisão, considera ‘a ausência de previsão de ações do poder público no sentido da aquisição das áreas necessárias à execução das praças projetadas’ e ‘a necessidade de revisão dos PAAs 8.157…diante das condições locais mostradas na planta aerofotogramétrica’, o que não justifica nem explica coisa alguma.


A construção da praça ter sido ignorada durante quatro décadas, não legitima o descarte dessa possibilidade: não em um dos lugares onde Botafogo respira, cercado de imóveis que integram o patrimônio cultural do Rio de Janeiro e, agora, ao que tudo indica, sem violência.


As Linhas Vermelha e Amarela foram construídas aproximadamente quatro décadas depois de propostas no Plano Doxiadis, década de 1960… Ainda bem que nenhum Secretário ou Prefeito cancelou os desenhos…

Por outro lado, dois imóveis – a Antiga Fábrica de Chocolates Bhering e o sobrado onde funciona a Gafieira Estudantina-, ambos com dívidas tributárias e também propriedades particulares, há pouco tempo foram  declarados de utilidade pública para fins de desapropriação, isto é, a Prefeitura pretende comprá-los.


É difícil compreender por que o terreno em frente à Favela Santa Marta deixa de receber a mesma consideração. A não ser que esteja a caminho o fechamento de mais um posto de gasolina que fica na Zona Sul da Cidade,  em área de grandes proporções. Ou, talvez seja fácil, se fizermos uma analogia com o terreno do Batalhão vizinho que, segundo consta, será vendido para a construção civil.



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A SEMANA – 24/9/2012 a 28/9/2012

Museu da República, Antigo Palácio do Catete
flickr.com

Postagens da semana que passou,
com links, e textos mais lidos.



Segunda, 24/9/2102

A SEMANA – 17/9/2012 a 21/9/2012

No link acima, os posts imediatamente anteriores, que foram: =&1=& [Postagens de 10/9/2012 a 15/9/2012][OUTRAS CIDADES DA MÚSICA] [VENDO O RIO, 3 – POEMINHA DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA] [O TATU-BOLA TEM BULA] [OS CANDIDATOS E A URBE CARIOCA]

Sidney Opera House, Australia



Terça, 25/9/2012

A CIDADE CRESCE PARA… GUARATIBA

Analogia entre a expansão urbana do Rio de Janeiro na década de 1970 para a Zona Oeste – via Zona Sul – com o Plano Piloto de Lucio Costa para a Baixada de Jacarepaguá, e o que o futuro reserva à cidade em relação à região de Guaratiba, com a abertura do túnel da Grota Funda e mais uma lei urbanística a caminho.

A CIDADE CRESCE PARA A BARRA – 1970
Totem Filmes
Direção: Paulo Roberto Martins
Texto Original: Lucio Costa


Quinta, 27/9/2012

ARTIGOS: CRESCER PARA DENTRO, por Sérgio F. Magalhães e RIO EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES, por Luiz Fernando Janot

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AO FUTURO PREFEITO DA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO

CrôniCaRioca Prezados candidatos,
Os senhores e a senhora devem ter notado, pois o nome revela: este espaço dedica-se essencialmente aos assuntos urbano-cariocas, tema que, de fato, porta certa universalidade. Afinal, vida citadina e urbe são uma coisa só. Tudo o que diz respeito à cidade interessa ao seu morador. E vice-versa.

LEITE
Internet



Por isso não se falará aqui de Educação e Saúde, temas fundamentais sem os quais o resto ou não existe ou é precário. Outros blogs e outras cartas que tratem disso há de haver! Alguém deve cuidar do leite das crianças…






Predominam as questões sobre o uso do solo e as normas que o regem – leis, decretos, etc. – porque se pretende entender o resultado prático dessas sobre a paisagem e o cotidiano, ou seja, a produção dos espaços públicos e privados, e o seu uso, o que engloba desde a conservação das ruas e calçadas, até transporte e mobilidade, por exemplo.


Nos últimos quatro anos houve uma explosão de novas normas urbanísticas, tema exaustivamente tratado por este Blog. Todas aumentaram as áreas e o número de andares que podem ser construídos, em vários bairros e regiões. Todas. A consequência não é imediata. Aparecerá primeiro na Zona Oeste – Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Vargem Grande – e na Zona Portuária, função dos eventos internacionais a caminho. O resto, nos próximos anos ou décadas. Urbanistas e sociólogos farão críticas ou elogios sobre o boom imobiliário do século XXI mais adiante, talvez daqui a meio século. Foi assim com Brasília e com a citada Barra da Tijuca.



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ARTIGOS: CRESCER PARA DENTRO, por Sérgio F. Magalhães e RIO EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES, por Luiz Fernando Janot




Em 25/9/2012, foi publicado neste espaço o texto A CIDADE CRESCE PARA… GUARATIBA, relato sobre a expansão urbana do Rio de Janeiro a partir da década de 1970 em direção à Zona Oeste, pela Barra da Tijuca. A análise fez analogia com as prováveis consequências de leis urbanísticas incentivadoras da ocupação do solo – via aumento do potencial construtivo dos terrenos -, somadas à facilidade de acesso à região com a abertura do Túnel da Grota Funda, que estão a caminho. 

Na sequência, hoje o Urbe CaRioca reproduz artigos dos importantes arquitetos, urbanistas e professores Sérgio Ferraz Magalhães e Luiz Fernando Janot, publicados originalmente no jornal O Globo de 08/09/2012 e em 15/9/2012, respectivamente.


Entre outros ensinamentos, o primeiro, também divulgado no Blog Cidade Inteira – cidadeinteira.blogspot.com.br – nos diz que “É ilusório achar que se constrói o futuro quando simultaneamente se permite a perda de densidade demográfica nas cidades.

Na visão acurada do autor, o segundo artigo nos demonstra a importância de inúmeros aspectos da vida cotidiana da cidade que precisam ser corrigidos e cuidados coordenada e permanentemente, para que a urbanidade seja alcançada, e o Rio se torne humano e acolhedor.

Boa leitura!
CRESCER PARA DENTRO
Sérgio Ferraz Magalhães
A formação clássica da família,‘casal com filhos’, deixou de ser maioria no Brasil, segundo o IBGE. Hoje, outros tipos de família formam a maioria. São famílias pequenas: casais sem filhos, um genitor e filhos, ou unipessoais.
Qual a influência dessa nova constituição familiar em nossas cidades?
blog espaçoeducar-liza


Na década de 1930, Frank Lloyd Wright, notável arquiteto americano (autor do projeto do Museu Guggenheim, em Nova York), que considerava a vida gregária como escravizadora, concebeu um modelo de cidade onde cada família teria um grande lote, quase meio hectare, para “a formação de uma nação de homens livres e independentes”. Tal “urbanismo naturalista” estimulou o subúrbio norte-americano, de baixa densidade, homogêneo e monofuncional, moldado pelo automóvel – de fato, a anti-cidade. O modelo teve larga repercussão, e também é matriz do hoje conhecido condomínio fechado.

Mas, neste século 21, as cidades se consolidam como lugar do desenvolvimento, do conhecimento e da inovação. A mudança na constituição familiar reflete os avanços sociais, sanitários, culturais, políticos e econômicos que têm a cidade como fonte. Para a nova família, a conexão com os equipamentos e serviços urbanos precisa estar à disposição com maior presteza e intensidade do que se fazia necessário quando a família era extensa. A casa será menor, mas mais equipada, mais bem inserida no contexto urbano. Moradia e cidade formam um só corpo.

Em simultâneo, embora os sistemas eletrônicos absorvam grande parte da comunicação interpessoal, paradoxalmente, o deslocamento físico sofreu grande impulso. A mobilidade tem aumentado no tempo e em proporção ao tamanho das cidades. São mais oportunidades de convívio, mais interesses dispersos, que produzem uma interação mais rica –e que exigem mais deslocamentos. Não apenas casa-trabalho, mas em múltiplas direções; não em linha, mas em rede –tal como nas comunicações eletrônicas. Isto é, um tecido urbano mais complexo.

sapo.pt

Com a família menor, a cidade com diversidade urbanística e arquitetônica é ainda mais desejável. A família pequena precisa do apoio das disponibilidades coletivas, para ela torna-se essencial uma cidade bem mantida, bem conservada. Uma cidade mais densa, um espaço público com vitalidade.

A cidade extensa, com território infinito, não se sustenta nesse novo panorama. É ilusório achar que se constrói o futuro quando simultaneamente se permite a perda de densidade demográfica nas cidades. Não se conseguirá dotar esse futuro com os requisitos da sua contemporaneidade. Novos bairros, grandes conjuntos, grandes condomínios, homogêneos socialmente e monofuncionais como os subúrbios de Wright, mesmo que verticalizados, se isolados da cidade, já nascem obsoletos.
Como afirma Renzo Piano, grande arquiteto italiano (co-autor do projeto do Centro Pompidou, em Paris): “Uma cidade não acontece construindo mais e mais na periferia. Se você tiver de crescer, cresça dentro.”
A família contemporânea, pequena, deseja ainda mais cidade.

***
RIO EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES

Luiz Fernando Janot

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O TATU-BOLA TEM BULA

=&0=& Antes de tudo temos que dizer: escolher o tatu-bola para o mascote da Copa foi o máximo! Uma ideia feliz! Que boa lembrança, chamar a atenção para a necessária preservação da espécie ameaçada, e salvar o bichinho que se transforma literalmente em uma bola quando precisa se proteger… de ameaças. Perfeito!
OHIM – Divulgação



Mas, como dizem por aí, alegria de pobre dura pouco: estragaram tudo com os apelidos que querem dar à figurinha simpática criada para simbolizar o evento de 2014. Só mesmo uma bula para explicar de onde saíram Amijubi, Fuleco e Zuzeco!


Sabiamente batizado à sua imagem e semelhança, o pobre do bicho será rebatizado com um desses nomes impossíveis! Vá lá, apelido é apelido e pode ser inventado… Mas, não foi uma invenção qualquer. Segundo as notícias tudo tem explicação, é ler para crer.

Sigam a bula que está na internet.

AMIJUBI
Amijubi é a união das palavras “amizade” e “júbilo”, duas características marcantes da personalidade do nosso mascote e que refletem a maneira de ser dos brasileiros. Além disso, esse nome tão original está ligado ao tupi guarani, em que a palavra “juba” quer dizer amarelo – a cor predominante no mascote!

Lanternas japonesas
Blog Prazer de Morar

Esse ficaria bom para uma bola japonesa, né? Amijubi-san. Amizade com júbilo? Pelo amor de Deus! Jubi é amarelo, quem sabe disso? Um Júbilo Amarelado? Triste… Amarela a CaramBola também é e nem por isso escolheram o nome – também perfeito, modéstia do Blog à parte – para a pelota!

O narrador japonês dirá ‘Amijubi-san entla no campo com Blazuca no mano, né?’
Socorro, Prof. Pasquale! Como se pronuncia isso? Amíjubi, Amijúbi ou Amijubí? Até lembrei de um caso que me contaram. Uma vez uma mulher teve trigêmeas. Batizou as meninas de Maria, Mária e Mariá. Prático, não? Nada a convenceu de que criaria uma confusão! Por falar em professor, ao Pasquale ou ao Prof. Sérgio Nogueira, uma pergunta: é tatu bola, tatubola ou tatu-bola?
FULECO
Fuleco é a mistura das palavras “futebol” e “ecologia”, dois componentes fundamentais da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. O nome do nosso mascote mostra como essas duas palavras combinam perfeitamente e ainda incentivam as pessoas a ter mais cuidado com o meio ambiente.

Tatu-bola – globoesporte.com

Ora, pipocas, com futebol + ecologia deveria ser futeco. Bom, ia parecer futuca… Mas, se tatu futuca o chão, por que não? E se tatu é bicho cavador, quem sabe inspira os jogadores a cavarem muitos gols? Tomara que não seja um time fuleiro.
De qualquer jeito, acho que esse vai ganhar, igualzinho a eleição que só tem candidatos ruins. Acaba que a gente escolhe o “meno male” porque pior é anular o voto…

ZUZECO
Zuzeco foi formado dos elementos principais de “azul” e “ecologia”. Azul é a cor dos mares da maravilhosa costa brasileira, dos rios que cruzam o país e do nosso lindo céu. E é também, claro, a cor da carapaça especial do mascote. Ele sabe que pertence a uma espécie vulnerável e por isso, também sabe o quanto é importante divulgar e incentivar a conscientização ecológica entre seus amigos do mundo inteiro.

Portal do Professor

Os criativos marqueteiros vão me desculpar, mas ‘zuz’ não lembra azul de jeito nenhum! Está mais para SUS, essa coisa brasileira que não funciona e mata. Ou um zumbido. De abelha, porque tatu não zumbe. Aliás, não sei que som faz o tatu. No Houaiss não tem. Nem o Google, que tudo resolve, sabe o que faz o tatu. Parece que é mudo. Se for, não faz mal. A torcida brasileira gritará pelo tatu-bola: GOOOOOOL!
Zuzeco… Não bastou o nome da bola nada a ver? Ah! Já sei, é para combinar com o horrível Brazuca: os dois têm Z de Brazil. O narrador argentino dirá ‘Ssasuca adentra el campo de fútbol con la Brassuca en las manos!
Blog Aquimero

Muito curiosa essa preocupação em pôr o ‘eco’ da Ecologia no nome do tatu, enquanto derrubam o Maracanã e constroem milhões de estádios por aí. Haja compensação ecológica!
Por falar em nomes, está lá no BOLO DE FUTEBOL: como foi dito, o Blog sugeriu Carambola para o nome da bola e é claro que não deu em nada. Nem outra sugestão para o nome do tatu-bola será aceita.


Bem, não custa tentar…

Que apelido o querido leitor daria para o tatu-bola mascote da Copa? Com que justificativa, que não seja um nome hermético que precise de bula, ok?
Se os leitores do Blog se animarem a mandar sugestões, as respostas serão transformadas na CrôniCaRioca da próxima semana!

E se eles não quiserem nossas ideias, paciência, tá tudo bem… Ôpa! Olha aí a primeira sugestão: TATU-DO-BEM! Que tal?
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OUTRAS CIDADES DA MÚSICA

=&0=&



Citè de la Musique, Paris




The Country Music Hall of Fame and Museum,
Nashville, Tennessee



Sidney Opera House, Australia

 

Walt Disney Hall – Los Angeles, Estados Unidos



Esplanade – Theatres on the Bay, Cingapura





KyotoConcert Hall, Japão

Cité de la Musique et de la Danse, Strasbourg



Auditório de Santa Cruz de Tenerife, Ilhas Canárias



National Grand Theater of China, Beijing
=&1=&      =&2=&

 Theater Architecture: 10 Modern Music Hall Masterpieces  Concert Hall Architecture – SelectionWeb Urbanist




ECÁ…

Abandonado, Rio de Janeiro

NOTA Todas as imagens foram obtidas em sites de turismo e em páginas sobre arquitetura, na internet.


OS CANDIDATOS E A URBE CARIOCA

O Blog divulga alguns pontos abordados pelos candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro em entrevistas concedidas ao jornal O Globo de 10/9 a 14/9/2012. Embora absolutamente tudo diga respeito à cidade e ao cidadão, os itens reproduzidos referem-se a aspectos urbanísticos específicos que já foram tratados neste espaço, tais como transporte público e o uso do solo. A ordem dos pretendentes é cronológica, igual à das publicações.  
Site Property in Rio
    =&0=& (Sobre as diferenças em relação ao prefeito)O prefeito vive sob a égide da trilogia asfalto, tijolo e cimento. E, para mim, as pessoas estão em primeiro lugar. Ele está preocupado com o asfalto liso, em fazer UPAs e clínicas da família, sem a responsabilidade de ter a segurança de que os equipamentos vão funcionar para valer. É impressionante, aonde eu vou, as pessoas dizem: “É de fachada.” (Sobre os transportes) O trânsito no Rio “apaulistizou-se” muito. Seria um absurdo advogar neste momento o rodízio, para ser São Paulo plenamente. A saída está no transporte de massa, de trilho. Em vez do BRT, em que se pretende gastar R$ 1,2 bilhão segregando pista na Avenida Brasil e fortunas em desapropriação, eu gastaria em aquisição de trens em parceria com a SuperVia, em parceria com o Metrô, para permitir uma mobilidade urbana muito melhor. Acho que as vans têm que ser incorporadas, mediante um processo licitatório individual, cada uma com seu roteiro, de fácil fiscalização por conta do GPS, e incorporadas ao Bilhete Único. =&4=&em relação à infraestrutura urbana, alguns pontos merecem alguma alteração. No bojo desse processo, também tem a recuperação da Zona Portuária, de que sou completamente a favor, mas, do ponto de vista de preocupação com o trânsito, sou completamente contra a derrubada da Perimetral. A solução viária proposta é inconsistente do ponto de vista da demanda presente e da demanda futura. Vai se construir muito e adensar aquela região, o que gera um trânsito permanente e regular que vai diminuir a velocidade média. Enfim, acho uma insensatez, até porque isso implica em R$ 1,5 bilhão que poderiam ser aplicados de outra forma na cidade.
Aspásia Camargo (on line 11/9)
(Sobre o principal problema ambiental da cidade) O saneamento ambiental como um todo. É o problema da coleta e do tratamento de esgoto e do lixo. (Sobre os transportes) Como a questão da saúde, que está invertida, o problema no transporte talvez seja ainda mais grave. A rede de transporte de metrô que existe em Paris, Londres e Nova York foi montada em 1905. Em Nova York, levou cinco anos para fazer metrô. Claro que essa rede se expandiu, mas o centro dessa rede foi montado naquela época e cem anos depois funciona normalmente. O que fazem no Rio é construir uma rede errada, torta, estranha e muito tímida. O número de quilômetros de metrô, é até vergonhoso dizer, não chega a 30 e poucos quilômetros, 50 quilômetros. É uma coisa insignificante. No que o prefeito pode ajudar? É aí que a questão está invertida. Temos 1,5 milhão de carros, 2,5 milhões de pessoas andando de ônibus e, depois, 500 mil no trem e 600 mil no metrô. E detalhe, as vans. Claro, a estrutura não atende as pessoas, ainda mais nessa cidade menos compacta. Pessoas vêm de longe e não têm como se conectar com uma rede tronco. Primeira questão, padecemos de falta de trilho. E a sustentabilidade que defendo tem que ter investimento ousado em trilho. Para ter grandes troncos receptores de outros meios de transporte. (Sobre remoções) Remoção como política, de jeito nenhum. Só podemos remover de área de risco e situação de inconveniência, e fazer a urbanização de maneira negociada. Quando urbanizar uma favela, tem que criar e abrir vias de acesso. Isso implica, sim, remoções, mas remoções pagas, indenizando os trabalhadores. Mais de 1 milhão de pessoas estão nessa situação. // Sempre protegi o Jardim Botânico dessa loucura. É uma área de preservação ambiental. A diferença é que o Cantagalo nunca foi uma área de preservação ambiental. O Jardim Botânico é três ou quatro vezes protegido, com tombamento, unidade de conservação, patrimônio. Sou a favor de remoções apenas nas áreas de risco e de proteção ambiental.
Rodrigo Maia (on line 12/9)
(Sobre as administrações de Cesar Maia) Não vou negar o meu passado e aquilo que o Cesar Maia acertou e aquilo que acreditamos. Que um legado importante foi abandonado pelo Eduardo, vamos tratar disso. (Sobre a aprovação automática) Olha, vamos deixar uma questão clara sobre a aprovação automática: a aprovação automática no Rio não acabou. Vou mostrar para vocês como ela não acabou nem no segundo, nem no primeiro ciclo. // Eles mandam uma determinação para os professores que só podem reprovar 8% no primeiro segmento e 16% no segundo. =&12=&=&13=& Primeiro, pegaria o dinheiro da Transbrasil e colocaria no trem e no metrô. // A prefeitura de São Paulo colocou. Pegaria esse dinheiro e colocaria parte no trem e parte no metrô. Acredito que, se a gente quer fazer uma cidade grande, de primeiro mundo, não é através de ônibus.  =&14=&

UM OLHAR CARIOCA SOBRE FILIPÉIA

CrôniCaRioca por Ailton Mascarenhasem 01 de setembro de 2012   
À direita, o HOTEL GLOBO
   Do Rio de Janeiro, atrás de dois amores, mulher e filha, vim parar em João Pessoa, na Paraíba, matrona de 427 anos nascida no Rio Sanhauá, um dia nomeada Filipéia, coisa de portugueses e, acreditem, também Frederica, coisa de holandeses.
PONTO DE CEM RÉIS




Mosteiro de São Francisco

CENTRO HISTÓRICO
Este é o Centro Histórico tombado, tem cidade alta e baixa, muita coisa bonita. Só depois com o saneamento da área da Lagoa a cidade foi se esticando para o mar. Há ricas igrejas, prédios institucionais, o Hotel Globo, praças e outros espaços, o casario colorido.       
LAGOA – Parque Solon de Lucena
É um refrão conhecido, tudo em João Pessoa começa com “a cidade mais oriental das Américas”. Lembram-se do ensino primário, “A ponta do Seixas”? Tinha também o Arroio Chuí, no Sul do Brasil, no Rio Grande…






PONTA SEIXAS
Farol do Cabo Branco

Aqui o sol nasce primeiro. Tem um farol de base triangular muito famoso e com vista belíssima para o mar. Tem também água de côco gelada.     Por perto as falésias estão se desintegrando, pouco a pouco, rumo ao mar. A Natureza, em todo lugar que vou, tem encantos e manias de mulher, vive mudando sua aparência, a erosão, ou tendo aquelas quenturas, o efeito estufa… Um vento constante – minha filha me fala quando reclamo disso, pai, tira o vento para você ver! -, a areia belisca a pele, enche os olhos, a calçada e a rua, – mas graças! -, ameniza a temperatura, que o sol é de rachar. Aqui também chove e para de repente, como nas cantigas das quadrilhas das festas Juninas: “…olha a chuva…”, a gente vai,”… é mentira…”, a gente volta. 
PRAIA DO BESSA

O povo não curte as praias como no Rio de Janeiro, onde nasci. Não tem a rapaziada, nem a simpatia e cultura de um dos melhores programas do Rio: “Vamos a praia?” A água é verde-marrom, às vezes verde cristalina, um espetáculo!


Intermares, Bessa, Manaíra, Tambaú, Cabo Branco, uma praia após a outra, é um horizonte só. Não tem ilhas ou montanhas para barrar a vista, mas tem a vegetação das areias, protegidas, muitos coqueiros e amendoeiras.[...] Leia mais