JARDIM BOTÂNICO: O IPHAN, O MINISTÉRIO, O TCU e A JUSTIÇA

Em 10/04/2013 publicamos o texto PATRIMÔNIO DO RIO: DECISÕES ALÉM DA COMPETÊNCIA, a respeito de duas manifestações recentes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN: sobre o projeto para ocupação da Marina da Glória com Centro de Convenções e Shopping, e sobre o caso do Jardim Botânico, onde as discussões que envolvem a permanência ou não de casas construídas irregularmente se arrastam há décadas. =&3=&

A SEMANA – 08/04/2013 a 12/04/2013: Artigo de L. F. Janot, Patrimônio Cultural, e as CrôniCaRioquinhas

“…cabe ao IPHAN opinar apenas se uma lei urbanística geral – zoneamento e índices urbanísticos de um bairro -, ao incidir sobre um bem tombado, na vizinhança deste, ou na sua área de influência, poderá causar interferências”.
Trecho de
PATRIMÔNIO DO RIO: DECISÕES ALÉM DA COMPETÊNCIA=&1=& =&2=& =&3=& =&3=& =&5=& =&6=& =&7=&

SEMANA SANTA, SEMPRE EM PETRÓPOLIS

                                                                                                                                                                                     CRÔNICARIOCA

Desde que me entendo por gente, na Semana Santa vou a Petrópolis, a cidade de Pedro, nosso imperador. Se fiquei no Rio de Janeiro três vezes, foi muito.

Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis.
Foto de Waldyr Neto no blog Visitar Petrópolis


No feriado religioso a subida da serra com a família era obrigatória para curtir a casinha, o ar puro, e cumprir o ritual da Sexta-Feira da Paixão: nada de carne vermelha, sempre bacalhoada no almoço – receita da Mãe CaRioca -, à tarde visitar o ‘Senhor Morto’ na Catedral de São Pedro de Alcântara, rezar um pouco e voltar para casa um pouco antes de sair a procissão que tinha até reis em potencial.

Lá aprendi o que era matraca, pensava que fosse só quem falasse demais… Gente, o som é ensurdecedor!




Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis.
Vista Interna, nave principal.
Blog Visitar Petrópolis




À noite, canjica com leite de coco e polvilhada com canela, nada de amendoim. Que delícia! Porque será que fazemos canjica só na Semana Santa e rabanadas só no Natal? Hummm… Vou instituir uma nova modalidade: pelo menos duas vezes por ano, cada uma das gostosuras!


Petrópolis só traz boas lembranças. Claro que existem as ruins, mas as primeiras superam em muito as segundas, ainda bem!

Pequenos, meu irmão e eu nos escondíamos embaixo da mesa, proteção contra os frequentes relâmpagos e trovões assustadores, em meio a chuvas torrenciais, tudo bem pior na região do Quitandinha, Cremerie, Independência e Taquara, onde ficava a casinha. Passada a tormenta, que alívio! A mesa cumprira o seu papel e estávamos a salvo!



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