SEMANA SANTA, SEMPRE EM PETRÓPOLIS

                                                                                                                                                                                     CRÔNICARIOCA

Desde que me entendo por gente, na Semana Santa vou a Petrópolis, a cidade de Pedro, nosso imperador. Se fiquei no Rio de Janeiro três vezes, foi muito.

Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis.
Foto de Waldyr Neto no blog Visitar Petrópolis


No feriado religioso a subida da serra com a família era obrigatória para curtir a casinha, o ar puro, e cumprir o ritual da Sexta-Feira da Paixão: nada de carne vermelha, sempre bacalhoada no almoço – receita da Mãe CaRioca -, à tarde visitar o ‘Senhor Morto’ na Catedral de São Pedro de Alcântara, rezar um pouco e voltar para casa um pouco antes de sair a procissão que tinha até reis em potencial.

Lá aprendi o que era matraca, pensava que fosse só quem falasse demais… Gente, o som é ensurdecedor!




Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis.
Vista Interna, nave principal.
Blog Visitar Petrópolis




À noite, canjica com leite de coco e polvilhada com canela, nada de amendoim. Que delícia! Porque será que fazemos canjica só na Semana Santa e rabanadas só no Natal? Hummm… Vou instituir uma nova modalidade: pelo menos duas vezes por ano, cada uma das gostosuras!


Petrópolis só traz boas lembranças. Claro que existem as ruins, mas as primeiras superam em muito as segundas, ainda bem!

Pequenos, meu irmão e eu nos escondíamos embaixo da mesa, proteção contra os frequentes relâmpagos e trovões assustadores, em meio a chuvas torrenciais, tudo bem pior na região do Quitandinha, Cremerie, Independência e Taquara, onde ficava a casinha. Passada a tormenta, que alívio! A mesa cumprira o seu papel e estávamos a salvo!



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