PEU VARGENS NA REUNIÃO DO COMPUR, DIA 16/06


PEU VARGENS. A QUEM INTERESSAR. REUNIÃO DO COMPUR, AMANHÃ. =&2=&=&2=&Correspondência enviada aos conselheiros:
Nota: A reunião é aberta ao público.
———————————
Prezados Conselheiros,
De acordo com a orientação da Senhora Secretária Municipal de Urbanismo 

Maria Madalena Saint Martin de Astacio, Presidente do Conselho Municipal de  Leia mais

HOTÉIS – UM ESPIGÃO EM COPACABANA

Foto de leitor publicada na coluna Gente Boa do jornal O Globo em 20,/11/2015

As benesses urbanísticas e fiscais para o mercado imobiliário voltado para a construção de hotéis têm sido tratadas neste blog  desde setembro/2012, quando analisamos o caso do Hotel Nacional.  Em 03/12/2015 publicamos HOTÉIS “PRA OLIMPÍADA” – SEM SURPRESAS,post ilustrado com a foto de um edifício em construção adiantada – estrutura concluída e alvenaria em fase final. Tratava-se de um hotel, em Copacabana, mencionado em nota na coluna do jornalista Ancelmo Góis (O Globo, 20/11/2015). Como constou na abertura do post: “Quanto ao futuro das construções gravadas com o uso eterno de hotel, só o futuro dirá. Dizem que eterno só Deus. No Rio de Janeiro, Deus tem concorrentes: os hotéis erguidos com as benesses olímpicas” – Trecho de DEMOLIÇÕES4 – CASA DE PEDRA, PACOTE OLÍMPICO 1, HOTÉIS E BENESSES (30/10/2013)” =&2=&

PEU VARGENS – 3ª AUDIÊNCIA PÚBLICA

=&0=& =&1=& =&2=& Youtube Ontem, dia 01/02/2016, foi realizada a 3ª Audiência Pública sobre a proposta de nova lei urbanística para a chamada Região das Vargens (Vargem Grande, Vargem Pequena, Camorim e parte dos bairros do Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca e Jacarepaguá), na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, objeto do Projeto de Lei Complementar nº 140/2015, que modifica a lei aprovada em 2009 e institui uma Operação Urbana Consorciada – OUC, nos moldes da que foi aprovada para a Zona Portuária do Rio. =&3=&

O FANTASMA DO VELÓDROMO E OS LEGADOS OLÍMPICOS

Os tão anunciados legados, bons legados se provarão no futuro.   Por enquanto, na visão deste blog, legado, de fato, foram demolição do Elevado da Perimetral e a reconquista da orla antes empachada pelo monstrengo (observação: aqui não se entra no mérito de prioridades, discricionariedade, gastos, e questões técnicas sobre transportes, trânsito e mobilidade urbana). Com esses legados ganhamos um questionável projeto de urbanização na ‘retroárea’ do Porto do Rio baseado em leis que permitem torres de até 50 andares, não previram moradia, concederam isenções tributárias. Posteriormente, permitiu-se a construção de quitinetes sob a falsa premissa de incentivar a produção de habitação popular. Era necessário receber uma Olimpíada para demolir a Perimetral e urbanizar a orla? Claro que não. Bastariam um bom projeto de urbanização com reserva de terrenos para moradia, recursos, e que os governantes agissem como verdadeiros estadistas.   O Parque Olímpico, o das benesses nas alturas, certamente deixará algo de positivo para o Rio de Janeiro: ao menos espaços públicos e algumas arenas esportivas. Mas, o preço pode ter sido alto demais, e não se fala só de gastos com obras: junto a cidade receberá dezenas de novos condomínios em Jacarepaguá, parte de uma favela foi removida, perdemos o Autódromo do Rio, e, vizinha a ele, surgiu uma “ilha” que nem é ilha nem é pura, mas, apenas mais um conjunto de edifícios altos com gabaritos aumentados como “incentivo” ao construtor. Mais do mesmo. Necessário? Não.   O Campo de Golfe é hors-concours. Dispensa comentários. Jamais será legado – salvo , e sim um erro urbanístico e ambiental que entrará para a história da cidade do Rio de Janeiro. Com ou sem Olimpíada. Era necessário? Absolutamente, não.   Um dito legado dos Jogos Pan-Americanos 2007 foi destruído em tempo recorde: o Velódromo do Rio, também construído – com recursos públicos – em parte do terreno do antigo Autódromo que, no entanto, continuou a funcionar. Estranhamente, o novo Velódromo consiste na única obra atrasada segundo o cronograma da Prefeitura, informou, mais uma vez, o noticiário. Parece que o fantasma do Velódromo do Pan ronda o Parque Olímpico e assusta o seu sucessor/usurpador. Era necessário demolir o Velódromo de 2007? Por certo que não. Basta ouvir a entrevista do arquiteto que o projetou. Ou consultar engenheiros sobre soluções para retirar as famosas e culpadas pilastras que atrapalhariam os juízes!   Mas, nada disso importa mais e tudo cairá no esquecimento, como a Vila Olímpica do Pan, igualmente objeto de benesses urbanísticas que só não se apagam porque o terreno (mal) escolhido insiste em afundar.   E teremos belas Olimpíadas, na nossa cidade cuja parte no primeiro mundo – por exemplo, com a visão do VLT – permanece emaranhada com o último mundo, onde imperam a violência e a insegurança, e a mobilidade não existe. Infelizmente.   Curiosamente, legado também significava “na Roma antiga, funcionário que fiscalizava a administração das províncias” (Dicionário Houaiss).   Sejamos nós, os cariocas, o verdadeiro legado olímpico, atentos e em busca de um Rio de Janeiro melhor.   Que venham os Jogos!     =&0=&=&1=&
Ciclistas no Velódromo do Rio de Janeiro, construído para os Jogos Pan-Americanos 2007, e as pilastras da polêmica. Na parte interna, Centro de Treinamento de Ginástica Olímpica, logo desativado. Nada restou, só o fantasma de um equipamento construído há poucos anos, com recursos públicos. Foto: O Globo.
=&2=& =&3=&=&4=& Os acontecimentos diários que envolvem episódios violentos no Rio de Janeiro minam a alegria e a esperança dos cariocas. A cidade merece sempre ser defendida, exaltando-se os muitos aspectos positivos que existem para além da Natureza, esta que não é obra de sua população nem de governantes, salvo algumas medidas louváveis para proteção do meio ambiente natural. Se a realidade negativa não deve ser ignorada, precisa ser conhecida para ser combatida. É o que a grande imprensa tem feito e, mais recentemente, as redes sociais. Esta postagem não pretende de modo algum denegrir a imagem do Rio, nem criticar a realização dos Jogos Olímpicos, proposta que teve o apoio geral, impulsionado por massiva propaganda sobre os benefícios que deles resultariam. Ao contrário, o que se quer é alertar para o que não precisava ser feito em nome do evento, prioridades equivocadas, como o trajeto do Metrô com ampliação da Linha 1 para liga-la à Linha 4 a partir da Gávea, ou descartar a despoluição da Baía de Guanabara, ou seccionar um Parque Ecológico para construção de

empreendimentos imobiliários acoplados a um Campo de Golfe Leia mais

“PRODUÇÃO DE RESIDÊNCIAS”: PLC nº 123/2015, PANACEIA QUASE APROVADA

E OUTRAS LEIS URBANÍSTICAS DO PACOTE 2015

Atualização em 17/05/2016: Os prazos previstos nas Leis Complementares nº 160/2015 e nº 161/2015 foram prorrogados, conforme previsto. Sem entrar no mérito de sua adequação, diante da realidade urbano-carioca, cabe perguntar – leis de uso e ocupação do solo servem para quê?

Câmara de Vereadores da Cidade do Rio de Janeiro
Blog Alma Carioca
=&1=&

PEU VARGENS E PLC nº 140/2015 – AUDIÊNCIAS PÚBLICAS

Internet

O artigo O PLC nº 140/2015 – MAIS UM PEU PARA AS VARGENS, de Canagé Vilhena, publicada neste blog em 29 de janeiro passado voltou às postagens mais lidas nas últimas semanas. A primeira parte do texto afirma: =&1=& =&2=& A Prefeitura do Rio vai aprovar ao que tudo indica, por maioria absoluta, mais uma versão para o =&3=&, =&4=&

TERRA ENCANTADA E MISTERIOSA

A postagem AI! QUE TERRA ENCANTADA É O RIO!, de 21/02/2013, permanece, misteriosamente, entre os artigos mais lidos neste blog há muitos meses!

Foi publicado no tempo em que o empresário Eike Batista pretendia participar, junto com um grupo de fundos de pensão, do projeto de construção de um “novo bairro”  no enorme terreno onde funcionou o antigo parque de diversões Terra Encantada, situado na Barra da Tijuca.

O post gentilmente mostrou aos leitores que a lei urbanística vigente não permitia concretizar tal intento.

=&0=&

HOTÉIS – BENESSES URBANÍSTICAS E TRIBUTÁRIAS SERÃO RENOVADAS


…a mesma Prefeitura praticamente autorizou a demolição do Hotel Glória.

Foto de leitor publicada na coluna Gente Boa do jornal O Globo em 20/11/2015
HOTÉIS “PRA OLIMPÍADA” – SEM SURPRESAS

Evidentemente a Prefeitura não poderia mandar demolir os hotéis e congêneres beneficiados pelas leis que ficaram conhecidas por PACOTE OLÍMPICO 1 caso as construções não obtivessem habite-se até 31/12/2015. Tampouco poderia cobrar todos os impostos e taxas que foram dispensados à custa do contribuinte e da cidade. Evidentemente existia o risco de que muitas dessas obras não ficassem prontas até dezembro de 2015, conforme exigido na bondosa lei.

Por isso não é surpresa que estejam na ordem do dia na Câmara de Vereadores um projeto de lei complementar e um projeto de lei que resolverão qualquer situação constrangedora porventura decorrente da aplicação da fria letra da lei aprovada especialmente para o setor imobiliário nos idos de 2010.

Cabe indagar o que será feito em relação ao Hotel Nacional, detentor, na ocasião, de privilégio especialíssimo, muito maior do que os previstos para os demais hotéis: na torre cilíndrica projetada por Oscar Niemeyer as obras mal começaram. Leia mais

HOTEL NACIONAL – A OBRA POLÊMICA

Oscar Niemeyer na charge de Amarildo






Tendo em vista a notícia publicada hoje no Jornal O Globo on line

sobre a preocupação de moradores do bairro de São Conrado em relação às obras de ampliação do Hotel Nacional – prédio abandonado há anos e objeto de disputas judiciais – obras essas possíveis devido à leis urbanísticas específicas e especialmente benevolentes, dentro do escopo dos “Pacotes Olímpicos” em tempos de tudo ser justificado por ser “Pra Olimpíada”, mesmo sem justificativa verdadeira, entendemos ser necessário repetir postagens anteriores que esclarecem o assunto. O primeiro artigo fo Leia mais