Cinema Leblon, um “brainstorm” no escuro

  Cinema Leblon, Julho 2014 Foto: Urbe CaRioca Depois de CINEMA LEBLON, TOMARA QUE RESISTA, CINEMA LEBLON, NOVIDADES, Artigo: PERDAS CULTURAIS NO RIO: CINE ODEON, CINE LEBLON, RUA DA CARIOCA…, de Sonia Rabello, CINE LEBLON – MOCINHOS, VILÕES, CHANCHADAS, e INCERTEZA, AINDA O CINEMA LEBLON – MANIFESTAÇÕES, CARTAS E SUSPENSE NA URBE CARIOCA, CINEMA LEBLON – O PROJETO REJEITADO PELO PATRIMÔNIO CULTURAL, e CINEMA LEBLON REABERTO E O DEDO DO ESTADO, divirtam-se com a paródia, ao som de Rita Lee. NOTA: Reportagem no Jornal O Globo de ontem sobre o desaparecimento dos cinemas de rua mostra números impressionantes. Uma pena para a cidade, o desaparecimento é o caminho provável do Cinema Leblon. O Grupo Estação, por sua vez, está em busca de novo fôlego. O Dedo do Estadocertamente estará lá de forma indireta. Ao menos, sem revogar tombamentos e aprovar um(Leia mais)

PORTO MARAVILHA SEM PERIMETRAL/METRÔ/TÚNEIS/VLT e COM ENGARRAFAMENTO

Com documentários do Instituto FavelArte uol Do ponto de vista estético e de qualidade da paisagem carioca não há dúvidas de que o Elevado da Perimetral deveria ter sido demolido – até mesmo independentemente do projeto chamado Porto Maravilha. Entre outros aspectos como o possível prejuízo à mobilidade urbana, dúvidas quanto à absorção do tráfego, pelas demais vias, dos fluxos viários eliminados, as relações custo x benefício, ser ou não prioritário entre as muitas ações governamentais de que o Rio precisa envolveriam a análise técnica de especialistas e alguma subjetividade, este fator sempre presente em determinadas decisões políticas. Jornal do Brasil on lineSe era o momento adequado, será umaeterna indagação. Decidido está. A luz dosol retornará. Tomara que as árvoresvoltem. E cresçam rapidamente.Urbe CaRioca Vários desses aspectos foram questionados ao longo do processo que levou à demolição do viaduto, o que não mais cabe: o desaparecimento da(Leia mais)

BARRA DA TIJUCA 2013 E 2014: PARQUE E GOLFE, DEVASTAÇÃO OLÍMPICA

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Esta – tamanha é a interferência na urbe carioca justificada pelos Jogos Olímpicos 2016 – vale mais do que um milhão. Por isso uma postagem sem palavras, melhor, com quarenta: C40. Urbe CaRioca  BARRA DA TIJUCA 2013 E 2014: PARQUE  E GOLFE, DEVASTAÇÃO OLÍMPICAE VEM AÍ O PARQUE DAS BENESSES

Cinema Leblon – O projeto rejeitado pelo patrimônio cultural

  Os conceitos apresentados pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade – IRPH, conforme reportagem do jornal O Globo, demonstram respeito à cidade e ao patrimônio cultural carioca, sem descartar a possibilidade de que o Grupo Severiano Ribeiro apresente outro projeto, ou seja, aponta um caminho para que a atividade possa também ser mantida.   Assim, mesmo com o esforço dos vilões Desde Que e Flexibilidade, o mocinho Conselho Municipal de Patrimônio Cultural venceu o primeiro duelo no faroeste urbano-carioca. Mas, o filme ainda não acabou. Os proprietários anunciaram o encerramento das atividades para o dia 02/07/2014, na próxima semana.   Enquanto o debate prossegue e se amplia, o prefeito decidiu convocar o Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB para opinar a respeito.   Por sua vez, o presidente do IRPH, arquiteto Washington Fajardo, divulgou o projeto de arquitetura que(Leia mais)

CINE LEBLON – MOCINHOS, VILÕES, CHANCHADAS, e INCERTEZA

Urbe CaRioca O caso – e aparente ocaso – do Cinema Leblon continua a gerar discussões. Segundo os proprietários a atividade comercial da construção singela ‘art-decò’ inaugurada em 1951 fechará em breve por ser deficitária há dez anos: o espaço antes único, com balcão e 1294 lugares, hoje está dividido em duas salas com o total de 992 lugares. Em 2001 o prédio foi tombado pelo decreto que criou a Área de Proteção do Ambiente Cultural APAC-Leblon*. O assunto foi tratado aqui em CINEMA LEBLON, TOMARA QUE RESISTA, CINEMA LEBLON, NOVIDADES, e em Artigo: PERDAS CULTURAIS NO RIO: CINE ODEON, CINE LEBLON, RUA DA CARIOCA …, de Sonia Rabello. Após o anúncio do fechamento e possível aluguel para uma loja de roupas, os empreendedores do Grupo Severiano Ribeiro trazem uma solução salvadora: construir um edifício no terreno com escritórios, três cinemas(Leia mais)

Cinema Leblon, novidades

  Em CINEMA LEBLON, TOMARA QUE RESISTA comentamos o assunto depois de nota divulgada naquele mesmo jornal dando conta das negociações entre o Grupo Luiz Severiano Ribeiro e as Lojas Marisa sobre o aluguel do prédio.   Hoje há novidades, segundo uma reportagem no jornal O Globo, sobre o fechamento do cinema. O Globo   A idéia dos proprietários é construir um prédio comercial, também com cinemas. Foi o que fizeram no lugar do magnífico e finado Cinema São Luiz. O motivo alegado para a proposta: uma crise financeira que perdura há dez anos, afirmaram.       AO CINEMA DE RUA, SEM MEDO DA CHUVA Cinemagia     Questionam o tombamento do imóvel, o que, até aqui, preservou a arquitetura singela art-decò, e, não obstante as dificuldades mencionadas, manteve o cinema em funcionamento: não fosse tombado ali já haveria(Leia mais)

VENDO O RIO – TERCEIRA TEMPORADA – atualizado em 04/06/2014*

A venda de áreas públicas, praças, e de lotes doados especifica e obrigatoriamente para a construção de escolas e outros equipamentos urbanos públicos já foi analisada diversas vezes neste Urbe CaRioca. O longo artigo VENDO O RIO, NO ESTADO – ESTUDO DE CASO: BOTAFOGO, de julho/2012, explicou a intenção, na época, do governo estadual, de vender vários imóveis, dos quais o que causou maior reação da sociedade, contrária à decisão, foi o caso do terreno situado na Rua Evaristo da Veiga, Centro, onde funciona o Quartel-General da PM, que abriga dois séculos de História.A venda foi suspensa, mas não se deve baixar a guarda! Também explicamos a origem recente de alguns terrenos que passam da propriedade particular à pública (áreas públicas ou lotes que integram o patrimônio municipal) por força da legislação urbanística da Cidade do Rio de Janeiro, com(Leia mais)

SEMANA 26/05/2014 a 30/05/2014 – HOTÉIS, PARQUE DAS BENESSES, VARANDAS, OCUPAÇÃO DO JARDIM BOTÂNICO, MINISTÉRIO PÚBLICO x GOLFE NA RESERVA

“A Operação Urbana Consorciada prevista no que se tornou a Lei Complementar nº 133 de 30/12/2013* – e movimentou o mês de dezembro/2012 neste blog – não é de simples compreensão. O cupom premiado que será concedido a quem teve décadas para usufruir o potencial construtivo da sua propriedade e não o fez, foi regulamentado recentemente pelo Decreto nº 38646/2014**”.   Trecho de PARQUE DAS BENESSES NA REUNIÃO DO CONSELHO DE POLÍTICA URBANA – COMPUR   “This Land was Made for You and Me (But Mostly Me)”Tradução livre: Esta Terra foi Feita para Você e para Mim (Mas, Principalmente, para Mim)   Publicações da semana que passou e textos mais lidos Os posts imediatamente anteriores; mais sobre o embasamento nos hotéis olímpicos; o fechamento das varandas volta à pauta; prefeito defende ocupação irregular no Jardim Botânico; e Ministério Público atua a favor da Reserva(Leia mais)

HOTÉIS E BENESSES: CRESCE A POLÊMICA

Como divulgado aqui no último dia 07 em EXTRA! HOTÉIS: OUTRO PACOTE, NOVAS BENESSES, tramita na Câmara de Vereadores o Projeto de Lei Complementar nº 79/2014 que amplia ainda mais as vantagens concedidas para o mercado da construção civil e a indústria hoteleira na cidade do Rio de Janeiro pelo conjunto de leis que ficou conhecido por ‘Pacote Olímpico 1′, de 2010, quanto a aumento de área a construir e de gabaritos, além da redução de áreas livres nos terrenos e novas isenções fiscais. Uma semana depois reproduzimos o artigo da jurista Sonia Rabello que apontou outros aspectos, inclusive questionando a constitucionalidade da proposta, conforme a postagem Artigo – OLIMPÍADAS COMO PRETEXTO: VEREADORES DO RIO PROPÕEM LEI DE EXCEÇÃO PARA HOTÉIS, de Sonia Rabello. O assunto repercutiu nas redes sociais e foi duas vezes citado pela newslettwer Ex-Blog, na segunda(Leia mais)

Artigo – OLIMPÍADAS COMO PRETEXTO: VEREADORES DO RIO PROPÕEM LEI DE EXCEÇÃO PARA HOTÉIS, de Sonia Rabello

O Projeto de Lei Complementar nº 79/2014 foi analisado neste blog em EXTRA! HOTÉIS: OUTROPACOTE, NOVAS BENESSES no último dia 07. Na nossa visão à lei urbanística perniciosa que está a caminho cabe apenas a rejeição. Internet As consequências de sua aprovação seriam tão danosas que não se deve sequer considerar a possibilidade de modificar, adaptar ou reduzir as benesses do PLC, nem de aceitar contrapartidas e pagamentos de qualquer natureza pelos gabaritos, taxa de ocupação e áreas de construção que se pretende liberar. Ou teremos mais um vergonhoso PACOTE SEM O BODE igual à lei complementar sancionada em janeiro/2013 para doar áreas públicas, aumentar gabaritos, mudar o zoneamento ambiental e liberar um Campo de Golfe na reserva ecológica da Lagoa de Marapendi. No importante artigo, sobre o PLC nº 79/2014, transcrito a seguir* a jurista Sonia Rabello considera que “o referido projeto rompe com(Leia mais)