Áreas verdes na Zona Norte – Abaixo-assinado

Circula na internet abaixo-assinado idealizado pelo geógrafo Hugo Costa, que  já foi chamado de ‘A voz do subúrbio’. De fato, o autor não mede esforços para apontar as deficiências e carências da Zona Norte do Rio de Janeiro, em especial quanto à Zona da Leopoldina.

A justificativa do abaixo assinado, cujo link está a seguir, ressalta a destruição de áreas verdes e de lazer provocadas pela construção do BRT, cujo entorno não foi recomposto adequadamente.[...] Leia mais

PARTE 2 – APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO – PARTE 2

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Foto: Urbe CaRioca, nov. 2015

ONTEM publicamos APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO: PROVENTOS INTEGRAIS EM RISCO, postagem que teve grande repercussão. HOJE uma notícia na grande imprensa informou que em novembro passado o Tribunal de Contas do Município exigira a aplicação do desconto, bem como determinara “a mudança na aposentadoria, que deixaria de ser integral e passaria a ser calculada com base na média dos maiores salários do período trabalhado (80% dos vencimentos mais altos)”, e o “fim do abono de permanência – que beneficia os servidores que continuam na ativa mesmo com tempo para se aposentar e, por isso, não pagam contribuição previdenciária”. =&3=& TAMBÉM HOJE a Newsletter Ex-Blog publicou análise sobre o tema, que considera o desconto um “absurdo arrocho… sem base e sem cálculo sério”, conforme texto transcrito abaixo, onde aponta caminhos possíveis para reduzir o déficit previdenciário, comenta os dados numéricos, e afirma que há uma leitura equivocada do balancete parcial passado à imprensa. Por outro lado, a Câmara de Vereadores convida para o Debate Público da Frente Parlamentar em Defesa da Previdência Municipal quem será realizado em 22/03/2017, às 10h, no Plenário daquela Casa de Leis. Enquanto a polêmica prossegue, circula nas redes sociais um abaixo-assinado dirigido ao Prefeito da cidade com o título – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro: Sr. PREFEITO. NÃO QUEREMOS a taxação 11% sobre os proventos dos aposentados (=&5=&). =&6=&    =&7=&

VLT DO RIO ATROPELA A LEI E O PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIDADE, de Sonia Rabello

A inaceitável destruição do calçamento “pé-de-moleque” encontrado na Rua da Constituição, feita sorrateiramente durante o fim-de-semana – divulgada pelo grupo S.O.S. Patrimônio e por este blog na segunda-feira – ainda repercute através da grande imprensa e em sites importantes, como é o caso de =&0=&. =&1=&

PÉ-DE-MOLEQUE – MOBILIZAÇÃO COMEÇA A SURTIR EFEITO

Rua da Constituição, Centro, Rio de Janeiro, out/2015.
Foto: Marconi Andrade



É o que diz a notícia publicada no O Globo on line:


Parabéns ao grupo S. O. S. Patrimôno!

Muito obrigada a todos que participaram do abaixo-assinado e compartilharam o pedido do grupo e deste blog.
Aguardemos o projeto.

Urbe CaRioca




CONSTITUIÇÃO, A DOS PÉS-DE-MOLEQUE, EM ‘PROSPECÇÕES CASUAIS’ de Eduardo Cotrim

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Rua da Constituição, Centro, Rio de Janeiro, out/2015.
Foto: Marconi Andrade


PROSPECÇÕES CASUAIS

Eduardo Cotrim
Em a Mão e a Luva, logo no início, Machado de Assis conta que um dos três pretendentes da jovem Guiomar, o Luís Alves, mais ambicioso, morava na Rua da Constituição…
“(…) que então se chamava dos Ciganos, – então, isto é, em 1853, uma bagatela de vinte anos lá se vão (…)”.
No final da história, Luís Alves e Guiomar dialogam. O bruxo do Cosme Velho não diz onde, mas provavelmente no sobrado da Constituição.  Já estavam casados há um mês.
“(…) E com um modo gracioso continuou:
– Mas que me dá você em paga? Um lugar na câmara? Uma pasta de ministro?
– O lustre do meu nome, respondeu ele.
Guiomar, que estava de pé defronte dele, com as mãos presas nas suas, deixou-se cair lentamente sobre os joelhos do marido, e as duas ambições trocaram o ósculo fraternal.
Ajustavam-se ambas, como se aquela luva tivesse sido feita para aquela mão.”
Enfim, ainda que Guiomar não tenha ganhado um lugar na câmara nem pasta de ministro, não fosse o VLT, não enxergaríamos os pés-de-moleque a um metro das calçadas, coisa que Luís Alves em 1874 também não via mais. Por outro lado, ironicamente, nada sobrou das casas em que Machado viveu.
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Eduardo Cotrim é arquiteto
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MENOS UM PARA CONTAR HISTÓRIA! A FREGUESIA PERDE MAIS UM DOS SEUS CASARÕES, de Gisela Santana

Nesta semana foi demolida mais uma casa situada na Freguesia, em Jacarepaguá, construção conhecida como ‘Casarão da Bananal’ por ficar na estrada de mesmo nome.  Os moradores lutaram sem descanso pela sua preservação e futura transformação em um marco cultural da região, o que, infelizmente não acontecerá. Da autora já publicamos vários artigos, reflexões e propostas em defesa do bairro e da vizinhança, com olhar que busca o equilíbrio entre o meio ambiente urbano e o natural. Boa leitura. =&0=& =&1=&
O Casarão da Bananal
Foto disponível em: https://picasaweb.google.com/svillasboas/CasaraoDaBananal
=&1=& =&3=& =&4=& Gisela Santana* Lamentável o que ocorreu na tarde do dia 13 de julho de 2015 na Freguesia. Como se não bastassem os inúmeros casarões históricos demolidos nas últimas décadas, um resistente, que representava a memória social e cultural do bairro foi abaixo, aos solavancos de uma “super” escavadeira! Assista ao vídeo. =&5=&

BRAVA GENTE BRASILEIRA OCUPA GOLFE

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OUTRA AÇÃO, OUTROS TEMPOS. OUTROS VALORES. EM 2005.



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Protesto pacífico em defesa da Cidade do Rio de Janeiro e do Meio Ambiente, contra a devastação da reserva e a eliminação de 45 hectares do Parque Municipal Ecológico Marapendi, na Barra da Tijuca.

A duração domovimentoOcupa Golfe é indeterminada. Corre nas redes sociais abaixo-assinado divulgado pelo site Panela de Pressão que pede o apoio dos vereadores para instalação de CPI sobre a obra do campo. Assinar é bem simples. O link está AQUI


Ocupa Golfe – Filmado em 16/12/2014

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