ILHA DO RAIMUNDO, de Cleydson Garcia

Neste artigo, publicado na página do Instituto Histórico e Geográfico Baixada de Irajá e de autoria do estudante de Arquitetura e Urbanismo Cleydson Garcia, um pesquisador apaixonado pela história do Rio de Janeiro, detalhes interessantes sobre a Ilha do Raimundo. “Reza a lenda, que os carmelitas ou jesuítas compraram a ilha e fizeram nela um seminário ou casa de moradia. Os frades podem ter feitos túneis na ilha ligando-a à ilha vizinha de Forra Semanas (Santa Rosa), dando origem a “Lenda do tesouro na Ilha do Raimundo”, cita o autor.[...] Leia mais

Terreno no Flamengo: Aproveitamento – Parte 3

As figuras abaixo mostram o terreno do Flamengo – Próprio Estadual vendido pelo governo em processo iniciado há quase dez anos para “gerar caixa”; as limitações administrativas impostas pelo PAL 12773 / PAA 18791; a proposta do proprietário de construir dois prédios afastados das divisas no centro da quadra; e as possibilidades de ocupação conforme normas vigentes, em desenho esquemático.[...] Leia mais

Criação do Prêmio Medalha do Mérito Cultural

A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, recentemente, criou o Prêmio Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carioca, a ser concedido a personalidades, órgãos, coletivos culturais e instituições públicas ou privadas que no Município do Rio se distinguem por contribuição relevante à cultura.O autor da proposta, o arqueólogo e historiador Cláudio Prado de Mello, explica a criação do prêmio, através de carta reproduzida abaixo.[...] Leia mais

PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DO RIO DE JANEIRO EM SITUAÇÃO DE RISCO

O grupo S.O.S. Patrimônio, sempre atuante em defesa dos bens culturais construídos no Estado e no Município do Rio de Janeiro divulgou lista dos imóveis e mobiliário urbano que estão em situação de risco, que será entregue pelo Fórum Faz Cultura ao Ministro da Cultura no próximo mês de março.

O trabalho, em fase final de elaboração, é fruto de das denúncias e enquetes realizadas pelo grupo desde 2014. Nas próximas semanas a lista será atualizada pelo S.O.S. Patrimônio definindo-se a ordem de prioridade para o restauro ou providência cabível ao bom funcionamento e preservação dos bens relacionados, e novamente divulgada por este site.[...] Leia mais

Sobre os rumos do Patrimônio Histórico da Cidade, de Cláudio Prado de Mello

No último dia 25 de outubro foi realizada uma reunião para discutir os rumos do Patrimônio Histórico da Cidade no Conselho Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, tendo em vista a situação do patrimônio material da Cidade.

Nesta carta, o relato do arqueólogo Cláudio Prado de Mello sobre o encontro.

Urbe CaRioca

“Na data de 25 de outubro de 2017 realizou-se a Reunião do Conselho Municipal de Cultura convocada para o propósito de se discutir uma recomendação realizada por nós à Secretaria Municipal de Cultura. Essa recomendação apontava a situação delicada do Patrimônio material e edificado da Cidade, e sua sensibilidade frente ao tempo, às intempéries e, principalmente, a fragilidade frente aos danos causados em decorrência de grandes eventos em locais de alto significado histórico e arqueológico.[...] Leia mais

MEC x MINC x PATRIMÔNIO CULTURAL

ATUALIZAÇÃO EM 27/05/2016:
A lista inicial já está na página Urbe CaRioca do Facebook, na forma de enquete. É possível votar, conforme preferências, em vários bens culturais. A página é pública e divulga as postagens do blog, que podem ser acompanhadas também por aquela rede social.

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
Wikimedia
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O “NÃO-LEGADO” DO ESTÁDIO DE REMO DA LAGOA RODRIGO DE FREITAS

As polêmicas que envolvem o Estádio de Remo da Lagoa já duram algumas décadas. A mais recente surgiu após a divulgação de um projeto para construir arquibancadas flutuantes sobre o espelho d’água da Lagoa Rodrigo de Freitas – Bem Cultural Tombado – diante de necessidade alegada devido às competições durante a realização dos Jogos Olímpicos. A proposta foi descartada, ao que consta, por falta de recursos.
Agradecemos a Alessandro Zelesco – ex-presidente da Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro – FRERJ (2007-2009) – pelo envio do artigo e das respectivas ilustrações, que relatam a história do Estádio de Remo e das modificações na destinação principal daquele equipamento esportivo ao longo do tempo.

Neste link pode ser conhecido o Projeto de Revitalização do Estádio de Remo da Lagoa elaborado pela FRERJ como contribuição ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, em 2009. Aqui estão links para outros artigos deste blog sobre a estrutura dita provisória construída sobre a segunda arquibancada há cerca de três anos, e que continua lá. =&3=&

No dia 22 de março passado, “Dia Mundial da Água”, o Movimento SOS_EstadiodeRemo participou do Debate Público promovido pelo vereador Renato Cinco sobre a ausência do prometido legado ambiental dos Jogos Olímpicos de 2016.

No caso do Estádio de Remo da Lagoa, o legado – ou “não-legado” – ambiental, esportivo e arquitetônico-paisagístico se confundem. Há uma necessidade premente de resgatar todos estes aspectos para que efetivamente haja ali um legado de valor. Trata-se de um equipamento esportivo público que desde sua inauguração vem sofrendo sucessivos ataques de quem mais deveria cuida-lo: o próprio poder público. O processo culminou com sua privatização em 1997 e consequente descaracterização arquitetônica, um verdadeiro crime de lesa-patrimônio.

O melhor legado para o Estádio seria a correção dos sucessivos erros históricos cometidos pelos gestores públicos. Por incrível que possa parecer, o futuro do Estádio de Remo está no resgate de seu passado.  

O equipamento foi projetado como um Centro Náutico, para uso diário em prol do desenvolvimento do remo e não apenas esporádico, ou mensal, para assistência de regatas – arquibancada. Durante sua construção, foi promulgada a Lei 905/1957, ainda em vigor, que destina o Estádio para uso da Federação de Remo. Portanto, é uma área pública afetada ao esporte, e nunca poderia ter sido privatizada para outros fins.

O projeto original do Estádio, de 1954, previa 14 boxes ou garagens de remo, que nunca foram construídas na sua totalidade. Após 20 anos sem garagem alguma, em 1974 foram construídas as oito garagens existentes, que há muito se mostram insuficientes para comportar a expansão do remo no local.[...] Leia mais

JARDIM BOTÂNICO – NOTA OFICIAL SOBRE A REINTEGRAÇÃO DE POSSE

Com base em notícias publicadas pelo jornal O Globo durante e logo após a Semana Santa, na última segunda-feira, dia 28/03, postamos DESOCUPAÇÃO DO JARDIM BOTÂNICO – NOVOS CAPÍTULOS, informando sobre os acontecimentos em curso, inclusive as manifestações de moradores da chamada comunidade do Horto que obrigaram àquele espaço público fechar as portas durante três horas na manhã de domingo, e a informação do Ministério do Meio Ambiente sobre um recuo quanto à desocupação de uma casa que ocorreria naquele dia, e havia sido cancelada. =&0=&