BOTAFOGO – MORADORES QUEREM RUA NELSON MANDELA COMPLETA. COM RAZÃO.

A Associação de Amigos e Moradores de Botafogo – AMAB organizou manifestação pela construção e abertura da continuação da Rua Nelson Mandela, trecho não executado que corresponde ao terreno onde funcionou um canteiro de obras da construtora Odebrecht. O evento está marcado para o próximo dia 10 de junho, às 11 horas, em frente ao terreno Rua Prof. Álvaro Rodrigues, ao lado do mercado Hortifruti. A Rua Nelson Mandela pode ser considerada prosseguimento da Rua Muniz Barreto, ambas abertas em função das obras de construção do Metrô do Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo. Já foi executada (1) entre as ruas São Clemente e Voluntários da Pátria; (2) entre a Rua Voluntários da Pátria e a Rua Professor Álvaro Rodrigues; (3) dali deveria prosseguir até a Rua General Polidoro e, em sequência, unindo-se à Rua Fernandes Guimarães que seria(Leia mais)

CLUBE FLAMENGO – POR QUE NA GÁVEA/LEBLON/LAGOA?

E a reação de moradores da região. Na última sexta-feira, 12/05, publicamos CLUBE FLAMENGO – AGORA É UM ESTÁDIO. ACÚSTICO., quando foi assinado protocolo de intenções entre o Clube e a Prefeitura com vistas à construção de um estádio de futebol, no mesmo terreno onde hoje ficam o campo, uma arquibancada de concreto, e a sede social do clube, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro.  O assunto frequentava estas páginas virtuais desde março/2015. O rubro-negro anunciara a intenção de construir uma arena multiuso com capacidade para 4.000 pessoas, seguida pela hipótese de um estádio de médio porte (v. lista no final do artigo), desejo antigo daquele e de vários outros clubes de futebol (v. FLAMENGO, FLUMINENSE, BOTAFOGO… TODO CLUBE QUER ESTÁDIO!). A questão levantada em abril/2016 em CLUBE FLAMENGO – AFINAL, ARENA OU ESTÁDIO?fora praticamente esclarecida quando reportagem na(Leia mais)

UM RETRATO DA ZONA DA LEOPOLDINA NA GEOGRAFIA CARIOCA, de Hugo Costa

O geógrafo Hugo Costa já nos brindou com o artigo BRT TRANSCARIOCA, UM LEGADO PARA QUEM?, de enorme repercussão neste blog, com mais de 2000 visualizações em apenas 48 horas, e ainda o mais lido dos últimos 30 dias. Em novo texto, o autor traça um panorama da Zona Norte da Cidade, região que precisa da atenção dos gestores públicos para além das falhas encontradas nos (des)caminhos do BRT. Boa leitura. Urbe CaRioca UM RETRATO DA ZONA DA LEOPOLDINA NA GEOGRAFIA CARIOCA Hugo Costa A região assim chamada por seus bairros serem cortados pela Antiga Estrada de Ferro Leopoldina, tem forte identificação cultural e geográfica com uma parcela de moradores da Zona Norte. Também é conhecida como a terra do samba e do choro (lar do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos, da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense e do saudoso Pixinguinha), possui um(Leia mais)

A NOVA MODA: UM CONSELHO DA MODA NA URBE CARIOCA

Ou, E o Urbanismo?   Linha, Agulha e Tesoura de Costura – internet     Alguém disse que o novo governo da prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro ainda não começou. Depende do ponto de vista.   Quanto ao Urbanismo e a mobilidade urbana, podemos dizer que começou, sim. Começou mal. Desde a ideia de cobrar pedágio na Linha Vermelha até à de estender o metrô-tripa até o Recreio dos Bandeirantes. Nunca é demais lembrar que a cidade não possui uma rede de Metrô, mas, praticamente uma linha única – a tripa – que une as Linhas 1, 2 e 4 para dar a volta ao Rio enorme volta, passando pela Zona Norte, Centro, Zona Sul e início da Zona Oeste (Jardim Oceânico, Barra da Tijuca). Ainda neste aspecto, o Secretário de Urbanismo anunciou que retiraria da Câmara de(Leia mais)

METRÔ NO RIO EM 1948, ou UM PRIMEIRO DE ABRIL ANTECIPADO

Divulgado no blog Deep Rio, de Adam Lee     O americano Adam Lee, responsável pelo blog Deep Rio – Culture, History, Nature & News, estuda a cultura do Brasil há 1 década e meia, morou em vários bairros do Rio de Janeiro e em outras regiões brasileiras, e escreve sobre o nosso país desde 2008. No seu post mais recente – Rio Transit Crisis – 1948– o autor comenta e reproduz artigo publicado na Revista da Semana de 24/01/1948 – digitalizada e disponível nos arquivos da Biblioteca Nacional -, que conta a história da “maior piada dos últimos tempos”, não sem razão sobre os problemas com a mobilidade urbana no Rio de Janeiro (ou, a sua ausência): “Debelada a crise de transportes no Rio”. O título da reportagem de Ney Machado: 1948 Started on April 1st! Infelizmente o título da(Leia mais)

MAIS METRÔ – ENTREVISTA ENG. WILLIAM DE AQUINO AO O GLOBO

  Dando continuidade ao tema que ocupou a grande mídia e foi comentado neste blog em três postagens recentes, divulgamos aqui a entrevista do engenheiro William de Aquino, da Associação Nacional de Transportes Públicos-ANTP, concedida ao jornalista Guilherme Ramalho, do jornal O Globo, e publicada nas redes sociais.   Abaixo, o vídeo da entrevista e links para os posts citados.

METRÔ DO RIO DE JANEIRO – O GLOBO CONCORDA COM BLOG URBE CARIOCA

Linha 4 original – Concessionária Rio Barra S.A. Editorial do jornal O Globo de hoje diz: Expandir metrô até o Recreio é grande equívoco   Ontem publicamos mais um dos muitos posts sobre o Metrô do Rio de Janeiro, assunto recorrente neste blog desde a sua criação, em abril/2012, época em que as obras de expansão da Linha 1 por Ipanema e Leblon, falsamente batizadas de Linha 4, ainda não haviam começado.

O RIO DE JANEIRO, O LABIRINTO DE FAJARDO, E AS PRAÇAS VENDIDAS

Passeio Público, mar.2016. Foto: Mário Rodrigues Ontem o arquiteto Washington Fajardo nos brindou com um belo artigo publicado no jornal O Globo. O título sugestivo – Labirinto – escondia mais do que a dificuldade de encontrar uma saída para as dificuldades que vivem o Rio de Janeiro e os cariocas: em meio a percurso variado desde uma das muitas trágicas mortes recorrentes na cidade do Rio de Janeiro, o autor vagueia da zona sul à zona norte, pelos subúrbios cariocas, e pela região metropolitana; relata a degradação do outrora bucólico Largo do Machado, e lembra a imobilidade urbana – que, na nossa urbe, já é pior do que a paulistana -, tudo em meio a “décadas de crianças perdidas”. Ao contrário de seus artigos usualmente sobre urbanidades em geral, o texto de Fajardo traz uma face muito dura da realidade(Leia mais)

CAMPO DE GOLFE DITO OLÍMPICO, POUCAS TACADAS

Com o Campo Olímpico, golfe tenta ‘dar onda’ e não virar marola no Brasil Espaço surgiu sob protestos, mas pode virar ativo valioso para a CBG A notícia publicada na seção Esportes do jornal O Globo remete a várias postagens neste blog sobre o incompreensível e inaceitável campo de golfe construído às custas de mutilar um parque ecológico e outros aspectos urbanísticos perniciosos para a cidade do Rio de Janeiro. A quem interessar, acima está o título com o respectivo link. Urbe CaRioca

CAMPO DE GOLFE: ALÉM DA BENESSE IMOBILIÁRIA SOBRE USO DO SOLO

E, PEDIDO AO PREFEITO ELEITO 4 – QUE A AVENIDA E O PARQUE VOLTEM INTEGRALMENTE. Área eliminada do Parque Municipal Ecológico Marapendi, cerca de 450 hectares. A linha amarela indica o local onde deveria ter sido construída a Avenida Prefeito Dulcício Cardoso, às expensas do proprietário/construtor do emprrendimento imobiliário, mesmo que de acordo com os gabaritos de altura anteriores. Perdemos a conta de quantas postagens este blog publicou para explicar a insensatez que representaria construir um Campo de Golfe para os Jogos Olímpicos 2016 – cuja real necessidade nunca foi comprovada – que, para tanto, sacrificaria uma grande parte do Parque Ecológico Municipal Ecológico Marapendi e impediria a conclusão da Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso, uma Via Parque projetada ao longo da margem norte da Lagoa de Marapendi, avenida que, além de importante para o sistema viário da Barra da Tijuca,(Leia mais)