Trilhos novos, antigos trilhos

Mais uma vez, as obras para instalação do sistema VLT revelam a os trilhos dos seus antecessores, os bondes elétricos que circularam no Rio de Janeiro do final do Século XIX até meados da década de 1960: desta vez na Avenida Marechal Floriano, Centro, como pode ser visto nas fotografias abaixo, de Paulo Clarindo (v. tb. “Vendo o Rio, 2018 – o terreno da antiga Cia. Ferro-Carril Jardim Botânico” – 10.01.2018)[...] Leia mais

O MÊS NO URBE CARIOCA – JUNHO 2016

A Vila dos Atletas – ou Condomínio Ilha Pura, a Zona Portuária do Rio de Janeiro, os problemas sobre a Mobilidade Urbana, hotéis ditos “olímpicos”, Região das Vargens, e o Jardim Zoológico, foram alguns assuntos abordados pelo blog em JUNHO passado.
Além da Ilha Pura, que Nem é Ilha Nem é Pura, a entrevista de Atilio Flegner ao blog Metrô do Rio, aqui reproduzida, e o post sobre luminárias antigas no SAARA (Centro do Rio de Janeiro) estiveram entre os mais lidos no período, e continuam a ser visualizados, como mostra a lista dos mais populares nos últimos 30 dias, hoje, na coluna à direita do blog.

Boa leitura.


Urbe CaRioca

Autoria: Atilio Flegner
  

JUNHO 2016


O MÊS NO URBE CARIOCA – MAIO 2016

O mês de MAIO começou no blog justamente com um tema olímpico: o estranho caso do Velódromo e alguns comentários sobre os tão anunciados legados. Porque os haverá, sem dúvida. Infelizmente não todos os desejados nem vários prometidos. Hoje, porém, surgiu um legado espetacular! Rafaela Silva, moça de origem humilde que morou na Cidade de Deus, e hoje mora em Jacarepaguá, conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil, na modalidade Judô, prova de que com incentivo e determinação própria o esporte pode ser transformador. =&1=&, Patrimônio Cultural, projetos de lei complementar sobre benefícios para a construção de residências foram outros assuntos. O VLT que desprezou os pés-de-moleque já foi inaugurado. No Mês das Mães, ficamos =&4=&

A ZONA PORTUÁRIA E O BOULEVARD EXPRESSO: Comentários de Edison Musa, Roberto Anderson, e outros

A nova via expressa na Zona Portuária do Rio
Foto: O Globo – Márcia Foletto


A imagem publicada pelo jornal O Globo no último dia 21/06 suscitou vários comentários nas redes sociais, todos questionando a solução urbanística adotada que inspirou o título desta postagem.

Arquitetos, urbanistas e historiadores opinaram a partir da leitura, do ponto de vista urbanístico, desse espaço constituído pela Avenida Rodrigues Alves, resgatado para o Rio de Janeiro após a demolição do Elevado da Perimetral, no escopo do chamado projeto de revitalização da Zona Portuária, e lamentam o resultado.

Talvez daqui a 40 anos outro prefeito mude tudo mais uma vez.

Urbe CaRioca

A ZONA PORTUÁRIA E O BOULEVARD EXPRESSO: COMENTÁRIOS

A PROPAGANDA E A REALIDADE


1. A foto da primeira página de O Globo de hoje, mostra, finalmente, o resultado catastrófico da substituição da via elevada da perimetral, por oito pistas muradas, onde os pedestres são excluídos, enviados para uma calçada unilateral.
Basta recordar as visões animadas iniciais do projeto, quando a frente do cais era transformada em um calmo Boulevard, onde passeavam alguns carros sobre um jardim gramado.
A realidade ficou bem diferente. Pior do que trocarmos seis por meia dúzia, fica a sensação de uma perda irreparável, pois, por mais que se queira valorizar o espaço criado junto à Praça Mauá,  o que é inegável, não há como fugir do corredor que foi criado junto ao Cais.
Pena. Fazer, para nós já é muito difícil, pelas dificuldades de recursos. Fazer mal é trágico. – Edison Musa

2. A Rodrigues Alves pela fotógrafa Marcia Foletto: uma via expressa, um prolongamento da Av. Brasil, uma via hostil ao pedestre. A demolição da Perimetral gerou a Orla Conde, que o prefeito gosta de chamar de Boulevard, e um trecho aproximadamente igual de via expressa, exemplo de solução ‘rodoviarista’ do século passado, com poluição sonora e tráfego intenso de alta velocidade. Nada mais enganoso para quem esperava a “revitalização” da Área Portuária! – Roberto Anderson

3. Poderia ser infinitamente melhor, mas não foi. Venderam gato por lebre. Sempre defendi a permanência da Perimetral como Line Park. Pelo menos havia a vista da Baía. Escrevi a respeito na época em que se discutia o projeto: “tudo leva a crer que será uma via expressa com um paredão de galpões escondendo o mar”. – Jane Santucci

4. Concisão e precisão. Enfim, um relato da exclusão do pedestre (sobre o comentário de Edison Musa). – Sonia Rabello

5. O projeto da Avenida Rodrigues Alves como nós viemos a conhecer, foi concebido pelos ingleses juntamente com o projeto do cais e armazéns do porto marítimo do Rio de Janeiro, em 1910. Com o explosivo crescimento urbano do Rio, e a pouca prática de planejamento urbano durante esses anos, as obras autoviárias tomaram conta da urbe. A alteração drástica do projeto original – publicado no livro “Cidades em Transformação” – foi para pior para a nossa cidade e compromete seu futuro desenvolvimento de forma sustentável. – Ephim Shluger

6. Melhor que a Perimetral é o que não é nenhuma vantagem, pois a Perimetral era horrível (para dizer o mínimo), mas, sem dúvida, houve propaganda enganosa uma vez que os projetos apresentados prometiam outra coisa. Lamentável! Governos no Brasil não cansam de desapontar… – Luiz Eurico Ferreira Filho

7. Um viaduto ao rés-do-chão. – Mauro Almada

8. Lamentável! O Projeto original não contava que o Porto do Rio ainda vivia, era ativo e estava em processo de revitalização. Esta via projetada ficava abaixo do nível dos prédios, previstas passarelas para o grande Parque. Quem sabe se daqui a 30 anos quando os contratos de arrendamentos dos armazéns findarem, e outra solução seja encontrada para o Porto, não se fará o verdadeiro “Porto Maravilha”!!!??? – Maria Ernestina Gonçalves da Cunha

9. A “abertura” para o mar também está restrita ao entorno da Praça Mauá. Tudo isso é um grande engodo e deveria ter sido submetido à aprovação, por meio do diálogo, da população. Muito $$$$$%%% e barulho por nada de efetivamente relevante e pertinente para a nossa qualidade de vida. – Marcus Alves





Avenida Rodrigues Alves, início do Século XX
Blog Um Postal por Dia

A Perimetral chegando. Foto: CP Doc JB
A Perimetral chegando. A Avenida Rodrigues Alves era arborizada no canteiro central e, pelo menos, em uma das laterais. Foto: JB

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LINHA 4 – BLOG METRÔ DO RIO ENTREVISTOU ATILIO FLEGNER

Desde que o blog Urbe CaRioca foi criado, repetimos à exaustão que o alardeado projeto da Linha 4 do Metrô – obra apresentada também como ‘legado olímpico’ – é, na verdade, a extensão da Linha 1 pelos bairros de Ipanema e Leblon até a Gávea. Na verdade, a Linha 4 deveria ligar o Centro à Gávea via Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Gávea, e, a partir da Estação Gávea, seguir em direção à Barra da Tijuca, conforme o traçado da Linha 4 verdadeira, o que teria trazido inúmeros benefícios para a mobilidade urbana da Cidade do Rio de Janeiro, compreendendo um legado real para os cariocas. =&0=&

ATRASO NA OBRA DA “LINHA 4” E BRT NO LUGAR DO METRÔ OLÍMPICO – UM FESTIVAL DE INCOMPETÊNCIAS, de Atilio Flegner.

Frase estampada no ônibus de 2 andares que operou 
em SP pela CMTC, hoje preservado no museu dos
 transportes públicos. Foto: Atilio Flegner

Segundo notícia publicada pelo O Globo on line em 20/0, na véspera o Prefeito do Rio pedira ao Comitê Olímpico Internacional – COI que considerasse um plano de contingência elaborado pelo Município – a criação de um corredor BRT provisório na Zona Sul da cidade – afirmando que existia um risco de as obras da hoje chamada Linha 4 do Metrô não serem concluídas a tempo para os Jogos Olímpicos (na verdade trata-se de prolongamento da Linha 1 pelos bairros de Ipanema e Leblon para unir-se à Linha 4 original no trecho Gávea-Barra da Tijuca, conforme explicado em diversas postagens neste blog).




No mesmo dia 20 o falante então Secretário Estadual de Transportes – hoje, dia 21, já demissionário – se contrapôs ao Prefeito ao dizer que a Linha 4 “funcionará durante os Jogos Olímpicos em agosto”. =&4=& =&1=&



Atílio Flegner comentou o assunto na página que administra – METRÔ QUE O RIO PRECISA – em artigo que reproduzimos a seguir. Esse sítio virtual e o Blog Metrô do Rio, de Miguel Gonzalez, são fontes reais de inúmeras informações e análises sobre os sistemas de transportes do Rio de Janeiro: Estado e Capital.


Nota: Outra notícia, também no dia 20/02, informa que a Prefeitura pretende dar prosseguimento à implantação do VLT em Botafogo: o trecho corresponde à Linha 4 original do Metrô, trocada pelo prolongamento da Linha 1 em Ipanema e no Leblon, como é de conhecimento geral! No mesmo tema sugerimos conhecer o artigo UM TRAÇADO CIRCULAR, de Hugo Repolho, publicado em 09/02/2016, também no jornal O Globo, texto no qual destaca a importância da ligação Gávea-Uruguai, sob o Maciço da Tijuca.
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O MÊS NO URBE CARIOCA – OUTUBRO 2015

A destruição, com retro-escavadeira, em fim-de-semana chuvoso.
Foto: Marcus Alves, 26/10/2015
Em OUTUBRO a destruição do piso bicentenário “pé-de-moleque” encontrado na Rua da Constituição durante as obras para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT foi objeto de várias postagens, causando enorme espanto e indignação, entre essas o artigo VLT DO RIO ATROPELA A LEI E O PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIDADE, de Sonia Rabello. =&0=&

PRAÇA XV e RUA DA CONSTITUIÇÃO – PÉS-DE-MOLEQUE x CONCRETO

Praça VX de NovembroFoto: Marconi Andrade, 14/11/2015

PÉS-DE-MOLEQUE AGORA NA PRAÇA XV foi postagem de 28/08/2015 neste blog, sobre achados arqueológicos naquele local que surgiram em função das obras de urbanização em andamento realizadas após a demolição do Elevado da Perimetral e ainda em curso. Divulgado logo após a descoberta de calçamento de pé-de-moleque na Rua da Constituição durante obras para implantação de sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) – piso histórico destruído logo a seguir pelo governo municipal, infelizmente, na Praça XV, o destino foi o mesmo: voltar a ser coberto, antes por asfalto, agora por concreto.

Enquanto isso, em São João del Rei, após duas décadas, a Prefeitura deu início à retirada de asfalto que desde 1993 cobria o calçamento antigo de rua tombada, para cumprir determinação do Ministério Público Federal: aqui na Cidade Maravilhosa, onde tudo é “pra olimpíada, historiadores pediram a instalação da CPI do Patrimônio.


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O RIO DE JANEIRO E O PLANEJAMENTO URBANO MERCADOLÓGICO, de Felipe Pires

sebraemercados



Vale recordar o artigo de Felipe Pires ANÁLISE DO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 30/2013 QUE PROPÕE A CRIAÇÃO DO CÓDIGO AMBIENTAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO publicado neste blog em junho/2014 quando o advogado especializado em Direito Ambiental analisou o texto daquele projeto de lei complementar, ainda em tramitação.


Na ocasião, além de analisar a estrutura jurídica do documento e a técnica legislativa adotada, apontou algumas carências como, por exemplo, de mecanismos para garantir a participação efetiva da sociedade no processo decisório.


Abaixo, os conceitos que têm norteado as transformações urbanas mais recentes no Rio de Janeiro em nome dos grandes eventos internacionais que a cidade recebeu e ainda receberá – em especial os Jogos Olímpicos de 2016 – e outras considerações do autor.


Boa Leitura.

Urbe CaRioca

               
Parque Olímpico: ocupação com edifícios após os Jogos Olímpicos 2016

  
O Rio de Janeiro e o planejamento urbano mercadológico
Felipe Pires Muniz de Brito*
               
                A cidade do Rio de Janeiro passa por significativas transformações urbanas por conta da realização de megaeventos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. Trata-se do conceito de cidade-empresa em que o planejamento urbanístico segue a lógica do mercado e de empresários.
                Não se trata de fato novo. Cidades como Londres, Paris e Barcelona também foram redimensionadas sob o fundamento da preparação de eventos [1].
Na cidade maravilhosa, a década de 90 marca ponto inicial desse processo, tendo Barcelona como exemplo através da revitalização da zona portuária e o reaquecimento do turismo local em função das Olimpíadas de 1992. Anos mais tarde, a confirmação do Rio de Janeiro como sede do evento esportivo concretizou a estratégia…
                Dentre as principais medidas tomadas pela Prefeitura, a implosão do Elevado da Perimetral, a implantação do modelo de VLT e a criação da Parceria Público-Privada“Porto Maravilha” mudaram a rotina da região central do Rio de Janeiro. Em comum, todas elas foram objeto de disputa e negociações do setor privado com limitada participação da sociedade.
                Do outro lado da cidade, o Parque Olímpico ultrapassa os limites do muro antigo Autódromo que foi desativado para construção de grandes edificações e à consequente demolição das casas dos moradores da Vila Autódromo. Mais uma vez, interesses privados são sobrepostos ao público e um hotel de luxo já desponta na paisagem. Próximo ao local, ainda foi construído o questionado Campo de Golfe que reduziu ainda mais as espécies de Mata Atlântica.
                E não para por aí.
Em entrevista para o Jornal Folha de São Paulo [2], o Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que poderia “colocar tudo na conta das Olimpíadas”. Dito e feito. O Poder Executivo Municipal apresentou diversos Projetos de Lei para a Câmara Municipal, visando alterar, por exemplo, o regramento sobre uso, ocupação e parcelamento do solo, licenciamento e fiscalização ambiental e o Código de Obras e Edificações da capital fluminense [3].
                “A cidade negocial produz e reproduz a desigualdade”, nas palavras de Carlos Veiner. É preciso, portanto, compreender que qualquer política de planejamento urbano passa pela construção de espaços colaborativos de participação da sociedade nas principais tomadas de decisão.
* Advogado Ambiental. Pós Graduação em Direito Ambiental PUC-RIO. Pós Graduação em Direito Ambiental UFPR. LLM em Direito do Estado pela FGV-RJ – OAB nº. 168-354 
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VLT DO RIO ATROPELA A LEI E O PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIDADE, de Sonia Rabello

A inaceitável destruição do calçamento “pé-de-moleque” encontrado na Rua da Constituição, feita sorrateiramente durante o fim-de-semana – divulgada pelo grupo S.O.S. Patrimônio e por este blog na segunda-feira – ainda repercute através da grande imprensa e em sites importantes, como é o caso de =&0=&. =&1=&

PÉ-DE-MOLEQUE DA RUA DA CONSTITUIÇÃO: DESCOBERTA, DIVULGAÇÃO, MOBILIZAÇÃO, TELEVISÃO, MAS, EM VEZ DA POSSÍVEL PRESERVAÇÃO, DESTRUIÇÃO E INDIGNAÇÃO!



Tudo começou com um passeio pelo Centro.

O historiador Marcus Alves membro do S.O.S. PATRIMÔNIO – grupo de rede social que luta pela preservação de bens culturais antigos – informou que as obras para instalação do VLT no Centro do Rio revelaram o piso de pé-de-moleque, calçamento que pode ter cerca de 200 anos de idade, memória viva do Rio de Janeiro.

Depois da publicação do artigo O PASSADO RESSURGE NO CAMINHO DO VLT, de Marcus Alves em 10/08/2015, da nota publicada no jornal O Globo dois dias depois, e de outras postagens – inclusive sobre o abaixo-assinado que solicita a proteção do calçamento – o assunto ganhou a mídia impressa, a televisão, e a Prefeitura chegou a acenar com a possibilidade de preservar a importante descoberta.


Rua da Constituição, Centro, Rio de Janeiro
Calçamento “pé-de-moleque”
Foto: Marcus Alves, 10/08/2015
Infelizmente, o cenário encontrado hoje à tarde por Marcus Alves e Marconi Andrade, após informação do grupo sobre movimentação de obra na Rua da Constituição, foi devastador:
“… agora à tarde enquanto nos dirigíamos ao IPHAN para entregar a petição [o abaixo-assinado] com as assinaturas, fomos surpreendidos pela notícia postada aqui sobre a Rua da Constituição. Dirigimo-nos imediatamente para lá e… foi o que se viu. Nada mais a declarar, as fotos falam por si.”

“O fim de um sonho. Neste fim de semana, aproveitando da situação de um centro da cidade vazio, foi destruído o calçamento histórico da Rua da Constituição. E com ele a memória de um Rio Colonial. Poderia ter sido um belo exemplo de união entre passado e futuro, as pedras e o VLT, mas preferiu-se, mais uma vez a destruição pura e simples. Resta aos que podem viajar aos países que preservam sua história e admirar os seus monumentos. Porque os nossos se perdem um pouco mais a cada dia.”

Marcus Alves

Abaixo, a lista das postagens neste Urbe CaRioca (inclusive sobre os achados também na Praça XV de Novembro e na Avenida Rio Branco), links para as notícias publicadas na imprensa e noticiário televisivo, e mais imagens do que foi encontrado.

Tudo indica que, dado à repercussão do assunto, a destruição dos achados foi apressada para que a preservação perdesse o sentido. Quem sabe este blog está enganado?

Urbe CaRioca




Fotos: Marcus Alves, 26/10/2015



  

10/08/2015 – O PASSADO RESSURGE NO CAMINHO DO VLT, de Marcus Alves

12/08/2015 – UM PÉ DE MOLEQUE NO CENTRO (Coluna Ancelmo Góis)

28/08/2015 – PÉS-DE-MOLEQUE AGORA NA PRAÇA XV

30/08/2015 – RIO BRANCO x PRIMEIRO DE MARÇO – DOMINGOS NA URBE CARIOCA

28/09/2015 – RUA DA CONSTITUIÇÃO, PÉ-DE-MOLEQUE SOBRE PÉ-DE-MOLEQUE

05/10/2015 – PÉS-DE-MOLEQUE DO RIO ANTIGO – PASSADO REVIVIDO, RIO A PRESERVAR

09/10/2015 – CONSTITUIÇÃO, A DOS PÉS-DE-MOLEQUE, EM ‘PROSPECÇÕES CASUAIS’ de Eduardo Cotrim

18/10/2015 –PÉ-DE-MOLEQUE – MOBILIZAÇÃO COMEÇA A SURTIR EFEITO

Fotos: Paulo Schwartz, 24/10/2015

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