
No último dia 29 de julho, a Cidade do Rio de Janeiro foi assolada por um vendaval de proporções gigantescas. O fenômeno climático não se restringiu aos cariocas, conforme se sabe. Os governos foram criticados por não emitirem alertas a respeito. Nesta semana os avisos soaram de madrugada, pelos telefones celulares, durante três dias seguidos. Os ventos esparsos ficaram aquém do alarmado. Aulas foram suspensas. Empresas dispensaram seus funcionários bem cedo. Espetáculos culturais foram cancelados. Para maior espanto, a Prefeitura decidiu contratar os serviços de uma entidade espiritual – através de seus auto-declarados prepostos terrestres – para interceder pelas terras cariocas. Cabe indagar se o objetivo é impedir as intempéries quando o município falhar ao deixar de alertar, ou pedir que os estragos aconteçam quando os alarmes informarem que o perigo está a caminho, para comprovar a eficiência dos sistemas(Leia mais)









