A SEMANA – 03/12/2012 a 07/12/2012

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OUTROS TEMPOS, OUTRAS PALAVRAS, OUTRAS PROMESSAS
Local: Terreno na APA MARAPENDI onde será construído conjunto de hotel e dois edifícios.
Blog da Recicloteca



Os posts imediatamente anteriores, o Parque Olímpico que não é verde e faz parte das Capitanias Hereditárias Verticais que serão criadas na Barra da Tijuca, e um ótimo artigo da professora Sonia Rabello sobre o que chama de ‘Urbanismo Olímpico’.

Na CrôniCarioca da semana Urbanildo Barbosa e Cremildo de Almeida ajudam a desembrulhar o Pacote Olímpico 2 e a entender o caso do Campo de Golfe.

Boa leitura!



Terreno onde será feito o Campo de Golfe. Na montagem, os construções futuras e parte do trecho incluído em Zona de Preservação da Vida Silvestre classificação que o prefeito deseja cancelar com a nova lei. A área onde o campo será construído está homogênea porque a imagem foi pintada. Não se vê  o trecho do Parque Ecológico da APA Marapendi que contorna a Lagoa e não está degradado, também em ZPVS. À direita vê-se terreno semelhante da ZPVS, preservado mesmo após a construção de edifícios. Mais imagens em O CAMPO DE GOLFE E A APA MARAPENDI.

Imagem – Skyscrapercity


Segunda, 03/12/2102 – 1


A SERRINHA ZIGUEZAGUE E O MIRANTE DO ALBUQUERQUE

  


Segunda, 03/12/2012 – 2


Quinta, 06/12/2012



Sexta, 30/11/2012

URBANILDO BARBOSA E CREMILDO DE ALMEIDA DESEMBRULHAM O PACOTE


URBANILDO BARBOSA
Ilustração: Nelson Polzin

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 Posts mais lidos da semana

Para acessar copie o título na caixa de pesquisa acima.

PACOTE OLÍMPICO 2 – O PARQUE OLÍMPICO, BENESSES NAS ALTURAS

PACOTE OLÍMPICO 2 – O CAMPO DE GOLFE E A APA MARAPENDI

URBANILDO BARBOSA e CREMILDO DE ALMEIDA
DESEMBRULHAM O PACOTE

SOU TIJUCANA “DA GEMA”, Sonia Fragozo

MOBILIDADE DEVE SER A PRIORIDADE

PACOTE OLÍMPICO 2 – O HOTEL HYATT E A APA MARAPENDI

PACOTE OLÍMPICO 2 – APA MARAPENDI: O “PARQUE”
E AS BENESSES URBANÍSTICAS

PEDRAS PORTUGUESAS E CARIOCAS

ARTIGO – URBANISMO OLÍMPICO: reunião na Câmara do Rio,
por Sonia Rabello[...] Leia mais

A SEMANA – 19/11/2012 a 23/11/2012

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Concurso para o Campo de Golfe, lançado meses atrás, já indica
a área aumentada sobre a Reserva Ambiental, conforme proposta
enviada à Câmara de Vereadores apenas há cerca de 10 dias.

Imagem: Internet

Notícia O Globo: Projeto de Paes muda parâmetros ambientais para
setor privado construir campo de golfe na Barra


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PACOTE OLÍMPICO 2 – APA MARAPENDI: O “PARQUE” E AS BENESSES URBANÍSTICAS.

Parque criado por decreto em 2011
PARA ENTENDER

Este Blog publicou três textos sobre o novo ‘PACOTE OLÍMPICO’, propostas de leis urbanísticas enviadas à Câmara de Vereadores ao apagar das luzes do mandato legislativo em curso: O PACOTE OLÍMPICO 2 E A ZONA PORTUÁRIAPACOTE OLÍMPICO 2 – O CAMPO DE GOLFE E A APA MARAPENDI;PACOTE OLÍMPICO 2 – O HOTEL HYATT E A APA MARAPENDI, temas contidos no projeto de lei complementar PLC nº 113/2012.
A segunda proposta – o PLC nº 114/2012 – consiste em instituir uma Operação Urbana Consorciada –OUC* na =&3=&: prevê a transferência de potencial construtivo de terrenos situados na orla marítima da Reserva, para outros locais.
Isto significa que construções hipotéticas jamais erguidas e sequer licenciadas serão transformadas em uma espécie de cupom, um título equivalente a metros quadrados que poderão ser negociados e transformados em áreas de construção, acrescidas fisicamente aos volumes máximos hoje permitidos na Barra da Tijuca, Jacarepaguá e região das ‘Vargens’.

APA Marapendi e Parque Marapendi
Imagem: Custódio Coimbra


O argumento usado é a implantação de parque criado por decreto em 2011, na APA, em frente à chamada Praia da Reserva, proibindo ali novas construções. A Prefeitura alega que as leis a caminho trarão um benefício para a cidade – o novo ‘parque’. A conferir!






Cabe aqui lembrar que a APA Marapendi já contém o Parque Natural Municipal Marapendi e que, curiosamente, o novo ‘parque’ fica em local submetido a leis de proteção do Meio Ambiente, normas que continham salvaguarda significativa. As restrições diminuíram ao ser promulgada uma lei perniciosa que aumentou o potencial construtivo, em 2005!

Por outro lado, se o nome dado à área em 2011 – Parque Natural Municipal da Barra da Tijuca  – confunde a todos, o ato que o criou não se confundiu: a delimitação cuidou de desviar-se do futuro complexo Hyatt, que com ele faz divisa.

[...] Leia mais

PACOTE OLÍMPICO 2 – O HOTEL HYATT E A APA MARAPENDI

Internet
 PARA ENTENDER


O terreno onde será construído um hotel da Rede Hyatt é objeto de desejo pelo menos há 20 anos. Fica na Av. Sernambetiba, após a Av. Ayrton Senna e os edifícios ali existentes, na Barra da Tijuca.

Com o Plano Piloto para a Baixada de Jacarepaguá, em 1976, o terreno recebeu índices construtivos baixíssimos, classificado como subzona A-19, área de Reserva Biológica protegida na década de 1950 que margeia e envolve a Lagoa de Marapendi. Quando a região foi transformada em APA em 1993 (v. =&1=&OLÍMPICO 2 – O CAMPO DE GOLFE E A APA MARAPENDI), a APA recebeu índices construtivos ainda baixos, semelhantes aos existentes, e foi definido um Zoneamento Ambiental, passando a ser possível o uso de hotel em terrenos com 200 mil m², no mínimo. O trecho em questão não foi incluído, permanecendo sua ocupação igual à prevista no Plano Piloto, com 1 andar, e proibido o uso de hotel.


Em 2005 o potencial construtivo de toda a subzona aumentou significativamente com a aprovação de uma lei, pelos vereadores, que abrangeu o terreno do Hyatt. Para este imóvel específico os índices foram especialmente generosos.=&4=& considera que pode haver incompatibilidade entre o destino do terreno e as normas vigentes, exatamente porque pertence a uma APA, conforme sugere o texto de uma das leis nas quais a aprovação se baseou.

2005 – A LEI QUE QUASE SATISFEZ

APA MARAPENDI, BARRA DA TIJUCA, RIO DE JANEIRO

Com o Plano Piloto, apenas restaurantes, clubes, casas de chá… e 1 andar acima da rua (com aproveitamento do desnível até a lagoa); residências e hotéis eram proibidos. Em 1993, com o Zoneamento Ambiental, hotéis passaram a ser permitidos na APA – a subzona A-19 – desde que em terrenos com o mínimo de 200mil m2, exceto no trecho hoje de propriedade do Hyatt onde, então, a proibição ainda prevalecia, como citado.

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