
O Porto Maravilha foi anunciado como uma parceria público-privada. Que as obras de urbanização seriam executadas por empresas particulares. Que a manutenção do novo bairro ficaria a cargo dos empreendedores. Que os recursos vindos das CEPACs tudo resolveriam. Mais adiante viu-se que era balela. O município pagou as obras de urbanização. A manutenção também é feita pela Prefeitura. A construção de prédios que abrigariam parte dos visitantes olímpicos ficou paralisada durante muitos anos. Incentivos fiscais e benesses urbanísticas beneficiaram grupos específicos do mercado imobiliário. A cidade ganhou uma via expressa ao rés-do-chão, após implodido o elevado, e não uma rua com vida e pessoas, sinal de revitalização. A cidade ganhou uma nova orla – bela conquista, de fato, embora abandonada. Foi pouco para tantas promessas. O modelo “toma lá, dá cá”, parecido com o Reviver Centro, que deu mais impulso(Leia mais)









