
O caso envolvendo o antigo imóvel do Grupo Sendas, na Rua Barão de Itambi, em Botafogo, ganha mais um capítulo na Justiça. De um lado, a Prefeitura do Rio defende a desapropriação da área para a instalação de um centro de pesquisas em inteligência artificial; de outro, o antigo proprietário contesta a medida, enquanto moradores e representantes políticos questionam a destinação pretendida para o imóvel. A decisão mais recente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que manteve suspenso o leilão, recoloca no centro do debate questões que vão além da disputa judicial: o interesse público, o direito à propriedade, a finalidade de uma desapropriação e a própria definição sobre qual projeto melhor atende às necessidades de uma região densamente ocupada como Botafogo. O blog vem acompanhando o caso em diferentes momentos, desde os protestos de moradores e os(Leia mais)









